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  1. RafaelMonteiro
2

RafaelMonteiro

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Capa do jogo Against the Storm
Against the Storm
Against the Storm
(4.5)

Against the Storm mistura construção de cidade com aquela pressão constante de roguelite, então cada partida tem um peso diferente e você nunca sente que está só repetindo rotina. O clima chuvoso, a trilha discreta e a forma como tudo parece sempre meio apertado combinam muito com a proposta. Dá pra sentir que o jogo sabe exatamente o que quer ser, e isso já conta muito pra mim.

O que mais gostei foi como ele respeita a ideia de estratégia sem ficar frio demais. Sempre tem alguma decisão chata no bom sentido, tipo escolher o que sacrificar, quem priorizar ou quando aceitar que aquela colônia já cumpriu seu papel. Às vezes a dificuldade aperta bastante e isso pode cansar um pouco, mas faz sentido dentro do jogo. No fim, é aquele tipo de experiência que prende mais pela tensão e pela atmosfera do que por grandiosidade, e eu achei isso bem forte.

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Capa do jogo Avatar: Frontiers of Pandora
Avatar: Frontiers of Pandora
Avatar: Frontiers of Pandora
(4.0)

Joguei Avatar: Frontiers of Pandora com aquele sentimento nostálgico de voltar a um mundo que já conhecia pelos filmes, e o jogo entrega isso de forma bem competente. A escala e a atmosfera de Pandora são o ponto alto: as florestas bioluminescentes, a fauna estranha e os cenários à moda do filme realmente me prenderam. A trilha sonora e os sons ambientes ajudam muito a manter a imersão — em vários momentos eu só queria ficar explorando e vendo o sol tocar as copas das árvores.

Na jogabilidade dá pra sentir a mão de jogos abertos clássicos (uma pitada de Far Cry ali), com exploração vertical, combate que mistura armas humanas e habilidades Na'vi, e os voos nos banshees que são um barato. Nem tudo é perfeito: tem missões que se repetem demais e uns bugs ocasionais que me tiraram do clima às vezes, mas nada que comprometesse totalmente a experiência. O respeito ao material original é claro — o jogo não tenta reinventar a roda, prefere ampliar o universo do filme, o que pra mim funcionou quase sempre.

Se você curte Avatar pelo visual e pela ambientação, vai se divertir; se procura inovação radical em design de mundo aberto, talvez sinta falta de algo mais ousado. Eu saí satisfeito, com vontade de voltar pra explorar cantos que ainda não tinha visto.

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Capa do jogo The Legend of Zelda: Ocarina of Time
The Legend of Zelda: Ocarina of Time
The Legend of Zelda: Ocarina of Time
(5.0)

Jogar The Legend of Zelda: Ocarina of Time na época foi maravilhoso e hoje é como reencontrar um velho amigo. A sensação de exploração em Hyrule ainda pega pelo peito. A atmosfera é densa e a trilha sonora, simplesmente icônica, dita o ritmo das descobertas. Tem músicas que me fazem parar só pra ouvir. A história é direta, mas funciona porque te coloca numa jornada clara e épica, com aquele gosto de aventura clássica que respeita as raízes da série.

O gameplay, para a época, foi revolucionário: o Z-targeting mudou tudo e os dungeons são bem pensados (sinto falta disso hoje em dia), cada um com uma identidade própria. A viagem no tempo e a alternância jovem/adulto ainda rendem ótimos momentos.

Jogar hoje em dia, os controles e câmera já denunciam a idade do jogo, e alguns trechos alongam demais, mas no geral a jogabilidade continua divertida e justa.

No fim das contas é um jogo que envelheceu com dignidade — não perfeito, mas essencial. Se você gosta de trilha sonora marcante, exploração bem feita e design que influenciou tantos clássicos depois, Ocarina of Time ainda vale cada minuto.

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Capa do jogo Kirby's Adventure
Kirby's Adventure
Kirby's Adventure
(4.5)

Joguei Kirby's Adventure como quem coloca um cartucho antigo no console e volta no tempo. A atmosfera é pura NES colorida e divertida, com sprites surpreendentemente detalhados para a época e uma trilha sonora que gruda na cabeça (aquelas melodias simples funcionam demais). Dá pra sentir que respeitaram as raízes do Kirby, mantendo a doçura do visual mesmo quando a coisa esquenta.

O gameplay é simples de início, mas as habilidades de cópia deram ao jogo uma profundidade inesperada; brincar com as transformações virou meu motivo principal pra revisitar fases. Os níveis têm segredos bem escondidos e chefes memoráveis que mostram criatividade mesmo sem muita complicação técnica. É fácil de pegar, mas tem desafio nos momentos certos — só senti falta de uma curva de dificuldade maior em algumas áreas.

Se for reclamar de algo, é que algumas fases são curtas e o jogo passa relativamente rápido, então acaba ficando mais na vibe de colecionar segredos do que de superação épica. No entanto, pra quem valoriza trilha sonora, charme e um design honesto que respeita a tradição dos platformers, é uma experiência que vale a pena revisitar.

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Capa do jogo The Last of Us Part I
The Last of Us Part I
The Last of Us Part I
(4.5)

Joguei The Last of Us Part I com aquela saudade do original e saí satisfeito: a atmosfera continua cortante, a trilha sonora dá peso nas cenas certas e a relação entre Joel e Ellie mantém o coração da história. A direção de arte e a iluminação novas deixam cada ambiente mais crível sem perder a sensação crua que fez o jogo original funcionar tão bem.

No gameplay as mudanças são sutis, mas bem-vindas — combate mais fluido, inimigos que reagem de forma mais inteligente e cenários cheios de detalhes que convidam à exploração. Me pegou o tempo todo a sensação de estar vendo uma versão polida do que já conhecia; algumas surpresas ainda funcionam e a tensão continua presente nas seções de furtividade e tiroteio.

Se eu tenho ressalvas, é que a experiência não traz nada novo, é uma recriação muito boa, não um novo capítulo. Para quem já viveu a jornada no original pode faltar novidade substancial além do visual e do acabamento. Ainda assim, como fã das raízes da série, achei que respeitaram a essência e entregaram uma versão que vale conferir.

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Capa do jogo Pentiment
Pentiment
Pentiment
(4.0)

Pentiment me pegou pelo jeito simples e profundo de contar uma história. A estética que imita manuscritos medievais é um achado: tudo parece saído de um livro antigo, e isso dá um peso único às conversas e aos acontecimentos. A narrativa vai devagar, mas quando você começa a entender as ramificações das decisões, fica claro que cada diálogo importa mesmo — é daqueles jogos que recompensa prestar atenção.

O gameplay é baseado em conversas, investigação e escolhas que ficam. Não tem ação frenética, então se você busca isso vai se frustrar; para quem curte um roteiro bem escrito e personagens com camadas, funciona muito bem. A trilha e os sons ambientes ajudam a manter a imersão sem se impor demais, e os NPCs saem da sombra de forma natural — alguns diálogos me surpreenderam pela humanidade.

Nem tudo é perfeito: o ritmo é irregular, tem momentos que achei arrastados e pistas que poderiam ser mais claras. Ainda assim, como fã de jogos que priorizam atmosfera e respeito às raízes da narrativa interativa, saí satisfeito. Pentiment é uma experiência diferente, pensada para quem gosta de história e de escolhas que reverberam.

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Capa do jogo Lies Of P
Lies Of P
Lies Of P
(4.5)

Joguei Lies Of P com aquela expectativa de fã de Souls e saí satisfeito. A ambientação gótica/steampunk é incrível — os cenários, o design dos inimigos e a trilha sonora criam uma atmosfera densa que me puxou de volta para jogos como Bloodborne, mas com identidade própria. A história, essa releitura sombria do Pinóquio, funciona bem e as escolhas de “mentiras” dão um tempero interessante às decisões e finais.

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Capa do jogo The Outer Worlds
The Outer Worlds
The Outer Worlds
(4.0)

Joguei The Outer Worlds e achei que a escrita e o humor carregam muito da alma dos jogos antigos, e isso me pegou desde as primeiras conversas. Os personagens são carismáticos, as escolhas realmente importam em várias situações e o mundo tem uma atmosfera meio crua e industrial que casa bem com a trilha sonora: simples, mas perfeita para o clima do jogo. Me lembrou bastante os tempos de New Vegas, no bom sentido, com aquele jeito irônico e ácido.

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Capa do jogo The Legend of Zelda: Breath of the Wild
The Legend of Zelda: Breath of the Wild
The Legend of Zelda: Breath of the Wild
(4.5)

Joguei Breath of the Wild com aquela expectativa meio nostálgica de quem cresceu com Ocarina e A Link to the Past, e o jogo não só honra a essência da série como a reinventa. A sensação de descoberta é intensa: subir uma montanha só pra ver o mapa se abrindo lá embaixo é um prazer que lembrava os bons momentos de exploração dos clássicos, só que ampliado ao infinito.

O mundo reage de forma tão orgânica — física, clima, combustão de ervas com flechas — que dá vontade de testar tudo. As shrines são pequenos laboratórios de ideias, e as batalhas contra as Divine Beasts dão escala sem perder a simplicidade do combate. A trilha sonora é contida, mais ambiente do que tema épico, e funciona bem para manter a atmosfera contemplativa; senti falta às vezes daqueles temas marcantes de Zelda, mas a sutileza combinou com a proposta.

As reclamações existem: a durabilidade das armas é frustrante em vários momentos e as vilas ficam meio vazias, o que empobrece um pouco a narrativa humana. Mesmo assim, a liberdade e o cuidado com o mundo me conquistaram — é um jogo que me fez querer voltar só pra explorar cantos que deixei pra depois.

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Capa do jogo Starfield
Starfield
Starfield
(3.5)

Joguei Starfield com aquela expectativa de ver algo realmente novo no gênero espacial, e no fim fiquei meio dividido. Tem momentos de pura descoberta — montar uma nave, pousar em planetas diferentes e garimpar um recurso estranho ainda me encantou — e a ambientação espacial é bem feita, com boa trilha e visuais que funcionam quando o jogo está estável.

Por outro lado muita coisa me soou bem formulaica: quests repetitivas, facções com pouco impacto real e vários planetas que parecem vazios além da superfície bonita. O combate e a IA também não surpreendem, dá para se divertir mas não é nada revolucionário; e sim, ainda aparecem bugs e pequenos problemas de polimento que te tiram da imersão de vez em quando.

No geral curti a exploração e a customização de naves, mas senti falta de risco criativo maior — esperava algo menos “seguindo a receita” e mais personalidade. Dá para recomendar para quem gosta de RPGs espaciais rendosos e de coletar coisas, mas não é o salto evolutivo que muitos pintaram.

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Capa do jogo Assassin's Creed Origins
Assassin's Creed Origins
Assassin's Creed Origins
(4.5)

Assassin's Creed Origins foi uma lufada de ar fresco pra série sem perder a alma do que fez a franquia famosa. Jogar em um Egito tão vivo, com aqueles cenários abertos e a sensação de estar explorando ruínas antigas, trouxe de volta a nostalgia dos velhos tempos, só que com ritmo e liberdade modernos. A ambientação e a trilha sonora me fisgaram desde o primeiro pôr do sol no deserto — dá vontade de parar e só olhar.
O combate mudou bastante: ficou mais pesado, depende de timing e builds, o que dá gosto quando você acerta, mas também empurra o jogo mais para o lado RPG do que eu esperava. Stealth ainda existe e funciona, mas a mecânica da águia Senu e o sistema de evolução tornaram a exploração o ponto alto. As missões secundárias às vezes viram um pouco repetitivas e tem um leve grind de equipamentos, mas isso não chega a estragar a experiência.
No fim das contas gostei demais — Bayek tem presença, a história é honesta e o jogo respeita as raízes da série enquanto se reinventa. Se você curte um mundo aberto bem construído e aprecia trilha e clima, vale muito a pena. Nota 4.5.

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Capa do jogo Deathloop
Deathloop
Deathloop
(4.5)

Jogar Deathloop foi aquela mistura de conforto e empolgação. Dá pra sentir a mão da Arkane em cada esquina: level design pensado pra emergir soluções criativas, inimigos que reagem de maneiras interessantes e aquela sensação de ‘ah, posso fazer diferente’ que lembrou muito Dishonored. A ambientação 60s, a estética meio noir com cores saturadas e a trilha sonora grudam na cabeça — a música faz metade do trabalho de deixar tudo tenso e divertido.

O loop em si é o coração do jogo e funciona bem: descobrir rotas, combinar armas e habilidades, e voltar no dia com uma estratégia nova é viciante. Juliana como antagonista (e jogador invasor às vezes) deixa as sessões bem imprevisíveis; tive momentos de frustração, claro, quando a repetição pesou ou quando o progresso pareceu muito preso a runs específicas. A narrativa é curiosa e os personagens têm carisma, mesmo que algumas respostas fiquem meio espalhadas até avançar bastante.

No geral me diverti muito — é ambicioso, tem personalidade e respeita muito as raízes dos immersive sims, só peca em hora pelo grind e por certa opacidade de sistemas e objetivos. Se você gosta de atmosfera, som ótimo e liberdade de abordagem, vale cada hora.

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Capa do jogo Lost in Random
Lost in Random
Lost in Random
(4.0)

Joguei Lost in Random esperando um conto de fadas sombrio e acabei totalmente imerso na estética e na trilha sonora — tem aquele clima meio Tim Burton que me pegou logo no primeiro cenário. A direção de arte é o que mais brilha: cada vila parece uma página arrancada de um livro ilustrado, e a música ajuda a manter a sensação de estar numa história que caminha entre o macabro e o encantador.

O combate com dados e cartas é a ideia mais interessante do jogo: força a pensar antes de rolar e dá um tempero estratégico diferente do usual. Dá para sentir que é criativo, mas às vezes a repetição aparece e a aleatoriedade do dado frustra um pouco nas lutas mais longas. A narrativa é curta, mas tem momentos sinceros entre as personagens que me deixaram ligado até o final.

No geral gostei bastante — é daqueles jogos com personalidade própria que respeita as raízes dos contos sombrios sem soar copiativo. Não é perfeito (pacing e algumas lutas poderiam melhorar), mas vale pela atmosfera, pelo visual e pela trilha. Recomendo para quem curte experiência narrativa com um toque lúdico.

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Capa do jogo Redfall
Redfall
Redfall
(3.5)

Redfall é aquele jogo que me deixou dividido. Dá para sentir a mão da Arkane na construção de cenários e em algumas possibilidades emergentes — a cidade vampírica tem personalidade, a trilha sonora ajuda muito a criar clima e os quatro protagonistas têm habilidades legais que rendem boas combinações em combate. Quando as coisas fluem, tem momentos bem satisfatórios de atirar e usar poderes em conjunto.

Por outro lado, o jogo sofre com repetição e problemas técnicos que atrapalham bastante a imersão. Inimigos com IA preguiçosa, objetivos que caem na mesmice e alguns bugs me fizeram perder o ritmo várias vezes. Esperava mais da furtividade e do design de missões depois de ter jogado Dishonored e Prey — aqui a promessa de liberdade nem sempre se cumpre.

No fim das contas me diverti mais jogando com amigos do que sozinho.

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Capa do jogo Hogwarts Legacy
Hogwarts Legacy
Hogwarts Legacy
(5.0)

Joguei Hogwarts Legacy com aquele feeling de fã antigo: a atmosfera do castelo me pegou desde o primeiro corredor. A forma como os ambientes, os retratos e a trilha sonora criam aquele clima de escola de magia é muito saborosa — deu pra sentir o respeito pelas raízes da franquia sem virar uma mera cópia. Fiquei feliz em poder explorar cantos que sempre imaginei e em ver pequenos detalhes que remetem aos livros e filmes.

O sistema de magias e progressão é divertido na maior parte do tempo; aprender feitiços e combinar runas tem seu charme, embora o combate enrole um pouco e os inimigos acabem repetitivos. As missões secundárias variam entre interessantes e meio genéricas, e em alguns momentos a narrativa principal podia ganhar ritmo mais constante. Tive também uns bugs em alguns trechos, nada que estragasse a experiência.

No geral saiu como aquela aventura que queria quando era mais novo: cheia de momentos que me fizeram sorrir e explorar cada canto do mapa.

Se você gosta do universo e valoriza atmosfera e trilha sonora, vale muito a pena — só não espere uma revolução no gênero.

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Capa do jogo Star Wars Jedi: Survivor
Star Wars Jedi: Survivor
Star Wars Jedi: Survivor
(4.5)

Joguei Star Wars Jedi: Survivor com aquele aperto nostálgico por jogos de aventura e, no geral, se saiu bem. O jogo acerta em cheio na atmosfera: tem aquela sensação cinematográfica de Star Wars, trilha sonora que empurra as cenas na hora certa e ambientes cheios de personalidade. Visualmente é caprichado, os planetas têm cara própria e algumas cenas me lembraram os velhos clássicos da série de uma forma boa — parece que respeitaram as raízes mesmo ampliando a escala.

O combate está mais profundo que no jogo anterior, com combos, posturas e habilidades que dão gosto de experimentar. As lutas são satisfatórias quando o sistema vai fluindo, mas às vezes a curva de dificuldade é meio irregular e alguns chefes pegam pesado de um jeito frustrante. A exploração segue um esquema meio metroidvania: é gratificante quando você volta com uma habilidade nova, mas tem momentos em que o mapa parece esticado e side content vira repetição. Também notei alguns soluços técnicos e loading mais longos em certas plataformas, nada que quebrasse totalmente a experiência, só que incomoda.

No fim das contas curti bastante — é um jogo que respira Star Wars e honra o que veio antes, com melhorias claras no combate e na construção do mundo. Tem falhas de ritmo e repetição, mas para quem valoriza trilha, atmosfera e a sensação de ser um aprendiz de Jedi, vale muito a pena.

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Capa do jogo Psychonauts 2
Psychonauts 2
Psychonauts 2
(4.5)

Psychonauts 2 é daquelas sequências que realmente entende de onde veio: mantém o humor estranho, as ideias visuais malucas e o cuidado com os mundos mentais que fizeram o primeiro jogo entrar pra lista dos queridinhos. A direção de arte e a trilha sonora dão uma atmosfera incrível a cada nível; parecia que eu tava entrando em sonhos com personalidade própria, e isso me pegou várias vezes pelo sorriso e pela curiosidade.

O gameplay acerta em trazer mais variedade nas habilidades psíquicas — testar combinações e upgrades é divertido — e o platforming continua preciso o bastante pra não frustrar. O combate ficou mais polido, embora em alguns momentos dê uma sensação de repetição ou de chefes que esticam demais. Tive também uns pequenos tropeços técnicos aqui e ali, mas nada que quebre a experiência geral.

No fim, é um jogo que conversa bem com a nostalgia sem se prender demais ao passado: tem ambição, coração e personalidade. Se você gostou do original ou curte plataformas com tom único e boa narrativa, vale muito a pena explorar o mundo mental que eles criaram.

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Capa do jogo The Gunk
The Gunk
The Gunk
(3.5)

Joguei The Gunk numa vibe tranquila e saí com uma impressão mista: o jogo acerta fácil no visual e na atmosfera — as cores, a fauna estranha e a sensação de descoberta me pegaram várias vezes. A mecânica do aspirador é simples, mas é satisfatória de usar; limpar a gosma e ver o mundo voltar a ter vida dá um bom retorno imediato.

O problema é que, por baixo dessa embalagem bonita, as coisas são bem lineares. Combate é básico, as missões e puzzles repetem fórmulas e falta profundidade nas mecânicas para sustentar mais tempo de jogo.

Achei a exploração divertida nos primeiros momentos, mas começou a ficar previsível antes do fim.

A história toca em temas ambientais de forma direta e tem uns momentos legais entre personagens, embora não vá muito além disso. A trilha sonora e a direção de arte seguram bem o conjunto. No geral, curti a experiência como um passeio curto e bem-feito, mas esperava algo com mais risco e identidade mecânica pra ficar realmente memorável.

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Capa do jogo Celeste
Celeste
Celeste
(5.0)

Joguei Celeste e foi daquelas experiências que ficam na memória justamente por juntar jogabilidade pura com uma atmosfera sincera. O pixel art é simples, mas os cenários e a direção de arte conseguem transmitir uma sensação de frio e isolamento que casa muito bem com a história da Madeline. A trilha sonora da Lena Raine me pegou várias vezes — às vezes parava só pra ouvir antes de recomeçar uma fase difícil.
Jogão

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Capa do jogo Cyberpunk 2077
Cyberpunk 2077
Cyberpunk 2077
(4.5)

Joguei Cyberpunk 2077 esperando mais promessas do hype, mas acabei sendo fisgado pela atmosfera. Night City é realmente algo: as ruas, a chuva de neon, a trilha sonora — tem horas que me senti dentro de um Blade Runner moderno. A escrita tem bons momentos, os personagens (principalmente alguns secundários) ficam na memória e as escolhas realmente importam em várias rotas de história, o que me agradou bastante.

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Capa do jogo Resident Evil 7: Biohazard
Resident Evil 7: Biohazard
Resident Evil 7: Biohazard
(4.5)

Joguei Resident Evil 7 esperando algo diferente e acabei lembrando do que eu mais gosto na série: atmosfera pesada, sensação de perigo constante e aquele cuidado com ambientação que te deixa desconfortável mesmo quando nada está acontecendo. A virada para a primeira pessoa me pegou no começo, mas funcionou — traz um claustro e uma imersão que reforçam o horror do lugar, especialmente na casa dos Baker. Senti claramente respeito às raízes da franquia depois da era mais “de ação”.

A trilha sonora e o design de som são ótimos, muitas vezes o silêncio ou um rangido já bastam para me deixar tenso. Os puzzles e a exploração dão um sabor clássico, e a limitação de recursos faz cada encontro valer. Confesso que em alguns trechos o combate fica meio travado e há momentos de backtracking que cansam, mas nada que quebre totalmente a experiência. O modo VR, quando disponível, eleva tudo a outro nível — assustador na medida certa.

No fim das contas é um retorno esperto às raízes, com escolhas arriscadas que, para mim, deram certo. Recomendo pra quem sente falta do survival horror mais tenso da série; pode não ser perfeito, mas resgata o que tornou Resident Evil memorável.

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