Joguei Breath of the Wild com aquela expectativa meio nostálgica de quem cresceu com Ocarina e A Link to the Past, e o jogo não só honra a essência da série como a reinventa. A sensação de descoberta é intensa: subir uma montanha só pra ver o mapa se abrindo lá embaixo é um prazer que lembrava os bons momentos de exploração dos clássicos, só que ampliado ao infinito.
O mundo reage de forma tão orgânica — física, clima, combustão de ervas com flechas — que dá vontade de testar tudo. As shrines são pequenos laboratórios de ideias, e as batalhas contra as Divine Beasts dão escala sem perder a s…
-
{{jogo.nm_jogo}} ({{jogo.dt_lancamento|ano}}) {{plat.nm_plataforma}}
-
{{topico.titulo}} Por {{topico.usuario}} teste
-
{{usuario.usuario}} Membro desde {{usuario.dt_cadastro|mesAnoExtenso}}
-
{{lista.nm_lista}} Por {{lista.usuario}}{{lista.qt_itens|plural('item','itens')}}




















