Kena: Scars of Kosmora é adiado para 2027
A Ember Lab usará o tempo extra para aprimorar a aventura, que terá escala maior
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2.550 guias de 83 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
53 guias
35 guias
70 guias
92 guias
37 guias
920 reviews escritas por 139 jogadores.
Nunca fui muito fã da franquia Halo, sempre preferi Gears of War. Porém dei uma chance pra esse e curti muito a campanha, com momentos de Gameplay que achei épicos.
Vale muito a pena jogar a campanha.
O Multiplayer é muito bom, porém se enrolaram na progressão do Passe de Batalha dele. Depois de um tempo você não se sente progredindo.
Corrigindo isso, ficará top.
PONTOS POSITIVOS:
- Ótima adaptação da história do anime;
- Jogabilidade divertida;
- Variedade de personagens;
- Customização de ataques.
PONTOS NEGATIVOS:
- Personagens bloqueados;
- Mecânicas inúteis.
*Cult of the Lamb*
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Esse jogo foi uma ótima surpresa em 2024. Eu não esperava encontrar tanta quantidade de conteúdo e mecânicas variadas. No entanto, embora o jogo tenha muitos pontos positivos, algumas coisas não são tão bem elaboradas quanto poderiam. Ele combina elementos de roguelike, gerenciamento de recursos e construção de base em uma experiência única, com uma estética fofa e macabra (sim, nunca pensei que essas duas palavras pudessem ser usadas na mesma frase).
O jogador controla um cordeiro condenado, que é sacrificado por quatro antigos deuses conhecidos como os Bispos do Antigo Credo. Esses Bispos governam o mundo e tentam impedir o retorno de uma entidade divina chamada "Aquele Que Espera". Após ser sacrificado, o cordeiro é ressuscitado por essa entidade aprisionada, que deseja vingança contra os Bispos. Em troca de sua vida, o cordeiro precisa fundar um culto, reunir seguidores e derrotar os quatro Bispos para libertá-lo. O jogo gira em torno de três objetivos principais:
- Converter e cuidar de seguidores.
- Expandir e evoluir sua base, e consequentemente, seu culto.
- Entrar em diversas áreas de combate no estilo "Hades" para derrotar os Bispos.
A narrativa mistura sarcasmo, ironia e temas religiosos, criando um enredo interessante e único
A parte de combate lembra bastante Hades, mas em uma versão bem mais simples. O jogo oferece ação frenética em masmorras geradas proceduralmente, mas essa parte poderia ser muito melhor. Depois de algumas horas, o combate começa a parecer repetitivo, e a variedade de armas e poderes não é tão grande, o que reduz a diversidade de gameplay. Além disso, algumas áreas podem se tornar monótonas, especialmente em runs mais longas. Outro ponto é que o jogo é fácil demais para um roguelike, apresentando desafios reais apenas no último ato.
A melhor parte do jogo, que gosto de chamar de "a cereja do bolo", é o gerenciamento do culto. O jogador pode evoluir sua vila, personalizá-la e desbloquear novas habilidades para o protagonista. Durante as explorações nas áreas de combate, você frequentemente encontra NPCs sendo sacrificados. Cabe a você decidir se vai salvá-los e acolhê-los em seu culto. Cada seguidor vem com vantagens e desvantagens aleatórias:
- Vantagens: Rezam mais rápido, trabalham melhor, são imunes a doenças, têm facilidade para subir de nível e etc.
- Desvantagens: Podem ser preguiçosos, céticos, ter medo da morte, aversão ao canibalismo e etc.
O jogador precisa gerenciar bem os desejos, a alimentação e as exigências dos seguidores, pois, caso contrário, eles podem se rebelar, organizar protestos, afetar a fé do culto ou até mesmo abandoná-lo. O jogo conta com diversos rituais para manter os seguidores na linha, aumentar a produtividade ou até mesmo sacrifícios para garantir a paz. É aqui que o jogo brilha com seu tom bizarro e divertido, pois até mesmo prender seguidores rebeldes ou sacrificá-los faz parte da mecânica
Existe um bug irritante na parte de upgrades de inspiração divina: o jogo cai para 5 FPS, e, até hoje, isso não foi corrigido.
Cult of the Lamb é uma experiência bizarra e criativa, que se destaca por sua originalidade e pela fusão de elementos de diferentes gêneros. Apesar de seus problemas e de algumas mecânicas que poderiam ser mais polidas, o jogo pode agradar tanto fãs de roguelike quanto aqueles que gostam de jogos de gerenciamento. Se você curte humor sombrio e mecânicas diversificadas, vale a pena conferir Cult of the Lamb. Seu preço de R$ 64,95 não é nem caro nem barato, mas a melhor opção é aguardar promoções.
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8.2
Incrível!
Completo de referências e contam história da Hot Wheels (e do antigo desenho Hot Wheels: AcceleRacers)!
Vale os 80 reais, tranquilo.
* Borderlands: The pre Sequel *
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O jogo se passa antes dos acontecimentos do Borderlands 2 e conta a história de como o Jack se tornou o vilão
Assim como todos da Saga Borderlands, pre sequel é uma DELÍCIA, missões super divertidas e arsenal gigantesco como sempre, o novo sistema de oxigênio trouxe mais dificuldade e até uma certa melhoria na movimentação (Apenas o Clap Trap não tem está dificuldade pois não usa o oxigênio para sobreviver, apenas para movimentação). Acredito que Pre sequel se encaixa melhor como DLC do que como um jogo completo apesar de suas diversas missões principais e secundárias, no quesito jogabilidade o game é praticamente Borderlands 2, como eu disse,tendo diferença apenas na movimentação com o oxigênio e na necessidade de ter o mesmo para não morrer sufocado
- Personagens carismáticos
- Nível de humor padrão Borderlands
- trilha sonora muito boa
- gameplay extremamente divertida
- elemento novo (Gelo)
- Arvores de habilidades diversificadas umas das outras
Pra quem é fã de Borderlands, curtiu Borderlands 2 ou talvez até queira jogar o Pré sequel antes de jogar o 2, vale a pena pra Car*lh*, só não vale o preço cheio, em promoção fica bem barato.
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| 9.7 |
Nota 8,5.
Gráficos belos, 60 fps no Wii, cores vivas, músicas bem remixadas, jogabilidade fluída e mundos temáticos interessantes.
Únicos negativos foram a quantidade de itens para compra que é muito limitado, a linearidade do mapa de mundos e principalmente o controle de movimentos. Não sei de quem foi a ideia de colocar os movimentos mais importantes do jogo pro balançar de controle. Pra rolar e bater tem um delay considerável, o que atrapalha nesse jogo por necessitar demais da precisão de movimentos!
No fim, é um jogo bacanudo que mesmo na sua simplicidade trás um gosto bom. Divertido e dinâmico pra se jogar, se eu pudesse jogaria a sequência do Switch
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