10 séries clássicas de games que começaram no Super Nintendo
A lista reúne franquias que nasceram no console de 16 bits e seguiram em outros consoles
A lista reúne franquias que nasceram no console de 16 bits e seguiram em outros consoles
2.593 guias de 84 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
53 guias
144 guias
142 guias
35 guias
70 guias
921 reviews escritas por 139 jogadores.
Com Zomboid eu descobri que não sei como lidar com apocalipse zumbi, e nem falta de energia.
Jogão de bola.
Gráficos incríveis, jogabilidade que envelheceu bem, trilha-sonora pornográfica, levei design criativo e um carisma inigualável.
Só algumas coisas q não gostei tanto (como os bosses serem genéricos e algumas fases serem sacanas no design).
Enfim, é um jogo bem curtinho, se vc focar, zera em uns dois dias. Curti demais e recomendo pra qualquer um.
Sou fã de fallout desde o 2. Fiquei ainda mais fã quando joguei o 3 no ps3. Universo imersivo, variade legal de inimigos, muita coisa para se fazer. Porém ao tentar jogar o 4, que logo no começo me mostrou uma melhoria em todos os aspectos ao antecessor, de tempos em tempos o jogo fechava do nada. Eu tinha que iniciar o jogo novamente e descobrir qual foi o ultimo save que ele ia carregar, o que na maioria das vezes era frustante, pois eu ja tinha jogado 30-40min a mais desde aquele save.
Eu ficava me forçando a lembrar de salvar toda vez que ia fazer algo importante, fosse entrar numa dungeon, iniciar uma nova missão ou organizar todo o meu assentamento. O problema mesmo era quando eu esquecia de fazer isso e era pudino com o crash do jogo.
Joguei na versão de xbox series s. Estava gostando do jogo, mas esses problemas acabaram me fazendo largar.
Curti muito a pegada do jogo... Me lembra rocket league, que também curto bastante.
Ainda acho que podem melhorar umas coisas (ou eu preciso melhorar), mas jogar esse jogo com amigos é bom demais....
Meu jogo favorito, Me fez feliz por muito tempo da minha vida com apenas 10 reais eu tive mais de 600 horas de jogatina
Cara, High on Life é aquele jogo que te pega pelo absurdo desde o primeiro minuto. As armas falantes são um show à parte — sério, eu fiquei rindo das reações delas entre uma explosão e outra — e o humor meio doido funciona na maior parte do tempo.
Jogabilidade é simples e gostosa: mira, move, usa habilidade das armas.
Tem uns momentos de plataforma e puzzle que quebram bem o ritmo. Visualmente é colorido e com personalidade, e as vozes ajudam muito a vender o tom bizarro do jogo.
Uma pena não estar em português.
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