Star Wars: Galactic Racer — corrida arcade com estrutura roguelite
Veja como o jogo une velocidade, disputas agressivas e avanço por etapas na Liga Galáctica
Veja como o jogo une velocidade, disputas agressivas e avanço por etapas na Liga Galáctica
2.642 guias de 87 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
53 guias
150 guias
148 guias
35 guias
70 guias
921 reviews escritas por 139 jogadores.
O que eu gostei:
-A interação dos times: A ideia das corridas serem baseadas em times de 3 pilotos é interessante, bem como o fato de cada carro de cada integrante do time ter uma característica única e distinta. Isso é bom porque cada membro tem que fazer uso do seu ponto forte para ajudar os seus colegas de equipe em seus pontos fracos. As mecânicas de cooperação também são legais.
-O fato de ser o primeiro jogo tipo Kart recente do Sonic com apenas personagens da franquia. Depois de Sonic Drift (1994), Sonic Drift 2 (1995) e Sonic R (1997), finalmente tivemos um jogo de corrida do ouriço com carros novos e modernos.
-A customização dos carros: É um sistema relativamente bom e satisfatório, com a possibilidade de mudar a cor e o tipo de tinta das peças do carro, além de poder adicionar decalques. É um sistema relativamente bom.
-Os Wisps: Achei uma ideia interessante terem colocado os wisps como power-ups. Pode até ter ficado meio repetitivo sempre vê-los como sendo os power-ups em vez da variedade de power-ups que tinha em Sonic & Sega All Stars Racing (2010) ou em Sonic All Stars Racing Transformed (2012), mas ainda assim eu acho respeitável a ideia deles de quererem tentar algo diferente.
O que eu não gostei:
-A quantidade de personagens: O jogo tem 5 times, cada um com 3 pilotos, totalizando 15 personagens. É um número menor que o número de personagens do Sonic & Sega All Stars Racing e do Sonic All Stars Racing Transformed.
-Algumas inconsistências nos times: Em Sonic Heroes (2003), o time Rose era formado por Amy, Cream e Big, e em Team Sonic Racing o time Rose está presente, mas com o Omochao substituindo a Cream? Talvez alguns tenham o argumento de que a Cream não poderia dirigir por ser muito nova, mas o Tails é só 2 anos mais velho que ela (A Cream tem 6 anos, o Tails tem 8) e tá no time Sonic junto com Sonic e Knuckles. A Cream deveria estar no Time Rose. Outra inconsistência é o Vector estar no mesmo time que Silver e Blaze, parece muito que ele entrou de penetra no time dos dois. Seria bem melhor se o Vector estivesse em outro time junto com os outros dois Chaotix (Espio e Charmy) e que a Blaze e o Silver estivessem com outro personagem, tipo a Marine do Sonic Rush Adventure (2007).
-O fato do jogo ter sido jogado para o escanteio devido a sua data de lançamento: Os lobbys multiplayer em geral estão desertos, e acho que um dos fatores responsáveis por isso foi o fato de Team Sonic Racing ter sido lançado pouco menos de um mês antes de outro grande jogo de corrida de 2019: Crash Team Racing: Nitro-Fueled, um jogo mais completo, com mais apelo e que acabou chamando mais atenção do povo.
No fim, por mais que Team Sonic Racing tenha deixado um pouco a desejar se comparado aos seus antecessores, é um jogo legal e bem daorinha de se jogar com os amigos.
*Bioshock infinite* é o meu favorito da trilogia, o game é muito bem feito porém muda muito em relação aos jogos anteriores. O game tem personagens bem carismáticos inclusive a Elizabeth, que além de ser uma ótima personagem na história é muito útil na gameplay. Uma das poucas coisas que não gosto no jogo é que só podemos guardar 2 armas por vez, temos que ficar procurando armas pelo mapa ou matando inimigos se quisermos trocar, já nos outros jogos tínhamos todas e era bem mais divertido, agora temos uma maior variedade de poderes e isso é um ponto bem positivo :)
Enfim... O game é incrível, enfrentei apenas um bug que fiquei preso nos obstáculos do cenário e tive que me matar com a RPG para sair de lá kkkkk, a trilha sonora do jogo continua impecável e se encaixa perfeitamente com o tema. [Nota 9.9]
Excelente jogo.
Os gráficos e cores são bons até hoje! A exploração de mundo é incrível como sempre,
os chefões são muito caprichados, a Trilha sonora é ótima.
Agora as side quests e mini games eu não curti. Ainda mais que tem umas obrigatórias que achei chatas: A de conseguir a Bota de Pegasus e outra de devolver uns livros à biblioteca.
6 Calabouços é pouco pra um Zelda, mas já é mais que Majora´s Mask.
A história e personagens dessa obra é qualquer coisa, realmente relaxaram nessa.
Enfim, nota 10 pra um jogo de GBA. Mas como jogo de Zelda, tem alguns mínimos defeitos.
Recomendo bastante, gostosinho de se jogar. Agora rumo ao Wind Waker.
Sempre ouvi que Stick of Truth era bom, mas só peguei porque estava barato e descobri que foi feito pela Obsidian. Pode parecer estranho dizer isso, mas Stick of Truth é uma experiência de South Park super imersiva. Os criadores originais participaram do projeto e eles conseguiram fazer o jogo parecer e funcionar exatamente como o desenho. É literalmente como jogar um episódio da série, a ponto de eu mal perceber onde termina a cutscene e começa o gameplay. Dá pra explorar toda a cidade, interagir com os personagens clássicos, fazer side quests engraçadas e encontrar colecionáveis. E mesmo sem acompanhar o desenho há muitos anos, fiquei surpreso com a quantidade de piadas que ainda consegui entender — o jogo celebra bastante a história da série. E claro, não economiza naquele humor grotesco e nas críticas sociais que sempre foram a marca registrada da coisa toda. Algumas partes até foram censuradas na versão europeia, mas eles tiraram sarro disso também, colocando uma tela engraçada explicando o que foi cortado. Achei ótimo que o jogo é um RPG em um cenário moderno, onde as crianças usam espadas de brinquedo e tacos de beisebol, mesmo com toda a loucura típica de South Park. Comparar com Earthbound talvez seja exagero, mas o tipo de charme é parecido pra mim.
Falando do jogo em si, é um RPG por turnos claramente inspirado nos RPGs do Mario. Tem aquele esquema de apertar o botão na hora certa pra dar mais dano ou defender melhor, com ataques especiais que exigem sequências curtas de comandos. E pra minha surpresa, é bem divertido e até tem um bom nível de estratégia, principalmente se você quiser vencer sem passar sufoco. Tem bastante foco em empilhar buffs e debuffs, entender quais inimigos priorizar e como lidar com cada tipo. Como sua vida e mana se recuperam completamente depois de cada batalha, o jogo realmente espera que você aprenda a bloquear direito. Inclusive, posso dizer oficialmente que um dos chefes mais difíceis que já enfrentei em um jogo foi… o Al Gore. Já o ManBearPig foi tranquilo. O jogo também faz questão de se datar, com piadas sobre zumbis nazistas (lembra dessa moda?), o personagem sendo o Dragonborn do Skyrim, e seu nível de poder baseado em quantos amigos você tem no Facebook. Um verdadeiro retrato de 2014.
Contra todas as expectativas, Stick of Truth foi uma baita surpresa e uma experiência super divertida que não se arrasta demais. Terminou e eu fiquei pensando que talvez eu devesse mesmo dar uma chance pros RPGs do Mario. Não sei ainda se vou jogar o Fractured But Whole, mas também não tenho motivo pra não tentar. Enfim, jogo bem legal, me diverti bastante.
Nunca fui um fã de GTA. Finalizei a história agora em 2024 e considero um jogo muito bom, mas que poderia ter entregado um pouco mais no roteiro e fechamento dos arcos de cada personagem. Apesar de eu não gostar do modo online pra ficar explorando cada esquina da cidade, o mundo aberto e a representação de Los Santos é surreal de bom!! Ainda acho a obra prima da Rockstar RDR2, mas GTA 5 tem o seu valor pra história dos jogos.
Um dos melhores exclusivos da plataforma verdinha e um dos melhores jogos da geração do Xbox One, Hellblade narra a história de Senua, uma mulher com transtorno de psicose. Pode ser considerado uma das experiências mais imersivas dentre os jogos atuais devido a sua principal mecânica, que envolve os transtornos da personagem. Durante a gameplay, você irá ouvir vozes, presentes na cabeça de Senua devido a sua doença, que irão te ajudar ou desmotivar/confundir. A experiência foi inesquecível e me deixou ansioso para Hellblade 2. O jogo recebeu melhorias para nova geração, com um modo 60FPS (recomendo) e um modo com raytracing.
Nota: 10/10
Jogado em um Xbox One S e num Xbox Series S
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
Este site utiliza cookies, conforme explicado em nossa Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com as condições.