Witchbrook: data de lançamento é destaque do Nintendo Indie World
Saiba quais plataformas recebem Witchbrook, além dos detalhes sobre português e Game Pass
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3.189 guias de 104 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
98 guias
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150 guias
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925 reviews escritas por 140 jogadores.
Sifu é um soco na cara — no bom sentido. O combate é brutalmente satisfatório: cada bloqueio, esquiva e contra-ataque tem peso e resposta imediata. Me peguei comemorando combos perfeitos e xingando quando um erro bobo me custou a vida. A mecânica de envelhecimento é genial, dá um significado real a morrer e faz cada escolha importar de verdade.
A curva de dificuldade é dura, mas justa; você aprende por tentativa e erro e a sensação de evolução é constante. Os cenários e inimigos repetem padrões, então depois de muitas runs a fórmula aparece, mas ainda assim é viciante tentar a próxima estratégia para vencer um chefe. Só senti às vezes câmeras apertadas em espaços pequenos e alguns picos de dificuldade que parecem meio injustos.
A história é simples, quase um pano de fundo, mas isso não atrapalha o foco no combate. A estética e a trilha combinam com a pegada de artes marciais e deixam cada luta mais imersiva. No fim das contas, é um jogo que exige paciência e recompensa quem persevera.
Nota 8,5.
Simplão e Maneiro.
Um jogo Roguelike incrível não dependende de história mas que sutilmente te apresenta fragmentos do trauma familiar de Isaac com um pai suicida e sua mãe fanática enquanto coleta diversos itens para compor sua estratégia para vencer a dungeon que se encontra.
Mais difícil que Dark Souls, ninguém me fará mudar de ideia.
*Far Cry 4*
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Sem dúvidas este é o meu Far Cry favorito, até hoje me lembro do hype que fiquei quando vi o trailer pela primeira vez, toda aquela apresentação do vilão ao som de "Should o Stay Or should i go". Mesmo o jogo seguindo a "receita do bolo" criada em FarCry 3, ele consegue se destacar e se diferenciar.
Desta vez acompanhamos Ajay Ghale, um jovem que está indo para uma cidade fictícia chamada Kyrat, com o objetivo de espalhar as cinzas de sua falecida mãe, o que Ajay não esperava, era que a cidade não está sobre o domínio de um império criado por seu tio e posteriormente vilão do jogo, Pagan Min. Logo Ajay é acaba descobrindo diversos segredos sobre o passado de sua família e consequentemente acaba se aliando ao "Caminho Dourado", um exército que atua como resistência ao império de Pagan min e é comandado por dois líderes, Amita e sabal, que vivem descutindo seus ideais e sobre o que é melhor para Kyrat. Sim, enquanto Far Cry 3 tinha um grande foco na "Sobrevivência", Far Cry 4 segue um caminho baseado em decisões, pois diversas vezes durante o jogo, você terá que descidir se apoia a Amita, Sabal ou se vai acreditar nas palavras de Pagan. Pagan min é um vilão totalmente diferente de Vaas (vilão de Far Cry 3), enquanto Vaas era um vilão agressivo, brutal, psicopata e imprevisível, Pagan é um vilão que não gosta de sujar suas mãos e atua através de seus subordinados, Pagan tenta manipular todos em Kyrat a todo momento, inclusive o próprio Ajay. A história de Far Cry 4 é bem diferente do 3, mesmo assim é ótima e rica em conteúdo.
Kyrat é simplesmente LINDA, enquanto Far Cry 3 tinha uma ambientação tropical em uma ilha paradisíaca (sim eu sei que tou citando muito o 3° jogo e vou continuar citando) Far Cry 4 tem uma ambientação repleta de Montanhas, neve, com muitas pinturas e decorações da cultura local. Em algumas missões, também assumimos o corpo de Kalinag, um herói de Kyrat que foi mandado para Shangri-La e tem a missão de deter um Demônio chamado Rakshasa (missões parecidas com algumas do Far Cry 3, que vinham através da citra)
Como é a gameplay? Simplesmente Far Cry 3 melhorado, novo arsenal, melhora significativa na customização das armas, maior quantidade de veículos, nova mecânica de escalada com arpão, possibilidade de atirar com pistolas dentro de veículos, piloto automático (não curti). O mapa volta com os clássicos postos avançados e torres de rádio, cada um com sua própria dificuldade, citei apenas algumas das novidades para não repetir tudo o que escrevi na análise de Far Cry 3
A fauna e flora do jogo também mudou drasticamente em relação a seu antecessor, o jogo também retorna com a mecânica de caça com o objetivo de criar e melhorar equipamentos e adicionado missões chamadas de "Kyrat fashion Week", missões que te levam a animais raros e bem mais agressivos. Sim, temos nossa árvore de habilidades que vão atualizando e melhorando nossa resistência, cura, velocidade de recarga e muitas outras habilidades, além disso também temos uma nova mecânica de "Karma", e como ela funciona? Alguns eventos aleatórios pelo mapa vão surgir com o nome de "eventos de Karma", cada vez que você ajudar aliados nesses eventos, você ganha um pouco mais de Karma e caso você ataque aliados ou pessoas inocentes, você perde karma. Cada nível de Karma que você aumentar, te dá recompensas, a barra de karma possui 8 níveis. Os eventos de Karma também ajudam MUITO a manter o mapa Vivo, mesmo após todos os objetivos terem sido concluídos.
Não tem como escrever sobre esse jogo sem fazer um baita texto e olha que eu resumi quase tudo, Far Cry 4 tem gráficos excelentes, ótima gameplay, história muito bem escrita, personagens muito carismáticos e memoráveis, abundância de conteúdo e objetivos, dublagem em Português sensacional, ambientação incrível e mapa vivo, Infelizmente assim como o 3° jogo, não tem conquistas na steam.
Durante a campanha eu presenciei alguns bugs, a maioria vindo de Npc's, mas nada que atrapalhou minha gameplay, essa deve ser a quinta vez que finalizo esse game (contando com a época que joguei no XB360). Vale 90 pila? Em um jogo de 2014? Não, vale muito mais esperar um boa promoção.
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| 10 |
Mario Kart World é divertido pra caralho mesmo sendo chato. Não entendeu né?
Mario Kart 8 Deluxe foi e é a maior entrada da série com diversos personagens inclusive convidados, pistas originais e também de toda a franquia e uma jogabilidade excelente. Como bate de frente nisso?
Mario Kart World sabe muito bem que não tinha como encarar esse desafio e apenas cedeu ao carisma com muita consciência e pé no chão. A lista de corredores e pistas diminuiu em contraparte temos pistas mais largas e mais longas que fez muita gente revirar os olhos, inclusive eu, mas que com o passar do tempo me fez olhar com outra perspectiva, principalmente ao jogar o modo nocaute que está sensacional. O “Grand Prix” sofre um pouco com as “Intermissions” mas nada que impeça de uma diversão por várias horas.
Pontos importantes: Achei a evolução dos gráficos ok, nada tão inovador. Wallride é bom. Direção de Arte sensacional. Trilha sonora excepcional, se esse jogo fosse uma tela preta com a trilha sonora, ja ia ser bom.
Consideração final: o jogo ainda pode ser expandido via dlc e ouvindo a comunidade. Não vale o preço, mas é um bom jogo e muito divertido.
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