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Trecho mostra Jason usando fezes de cachorro em uma briga e banhistas na praia
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3.238 guias de 105 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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926 reviews escritas por 141 jogadores.
* Borderlands: The pre Sequel *
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O jogo se passa antes dos acontecimentos do Borderlands 2 e conta a história de como o Jack se tornou o vilão
Assim como todos da Saga Borderlands, pre sequel é uma DELÍCIA, missões super divertidas e arsenal gigantesco como sempre, o novo sistema de oxigênio trouxe mais dificuldade e até uma certa melhoria na movimentação (Apenas o Clap Trap não tem está dificuldade pois não usa o oxigênio para sobreviver, apenas para movimentação). Acredito que Pre sequel se encaixa melhor como DLC do que como um jogo completo apesar de suas diversas missões principais e secundárias, no quesito jogabilidade o game é praticamente Borderlands 2, como eu disse,tendo diferença apenas na movimentação com o oxigênio e na necessidade de ter o mesmo para não morrer sufocado
- Personagens carismáticos
- Nível de humor padrão Borderlands
- trilha sonora muito boa
- gameplay extremamente divertida
- elemento novo (Gelo)
- Arvores de habilidades diversificadas umas das outras
Pra quem é fã de Borderlands, curtiu Borderlands 2 ou talvez até queira jogar o Pré sequel antes de jogar o 2, vale a pena pra Car*lh*, só não vale o preço cheio, em promoção fica bem barato.
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| 9.7 |
Um dos melhores jogos da Nintendo.Obriga-
tório pra donos de switch e Wii u
rende muitos sustos, apesar de ser um jogo curto vale a pena pela história e as escolhas que fazem você dar continuidade a ela
* Layers of fear *
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Sempre serão profundas as discussões sobre os tipos de sentimentos que a arte pode causar em um ser humano.
Assim como qualquer tipo de arte, muitos podem não ver nada demais ou até achar extremamente chato.... Com toda certeza não foi o meu caso
Este jogo não é apenas mais um joguinho de terror que você só tem como opção correr ou se esconder, Layers of Fear é uma experiência rica em detalhes e enredo. Andando pela casa podemos destrinchar a história do jogo ( recomendo bastante a DLC ) enquanto vivenciamos uma atmosfera tensa, aterrorizante e em alguns momentos melancólica. Não é um jogo dependente de jump scares, é bem mais focado no terror psicólogo, algo que contribuí bastante é a forma que o cenário muda em um piscar de olhos
Layers of Fear se tornou o meu segundo jogo de terror favorito, não por conta do medo que ele me causou e sim pelas coisas que ele me fez sentir
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| 9.9 |
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.
Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.
Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.
O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).
O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.
A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.
Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
Baita jogão, zerado no Wii.
Positivos: Gráficos e visuais envelheceram bem. Tem muita variação de poderes, armas e visores térmicos. Tem muitas áreas variadas. Os chefões são interessantes. A duração do jogo é boa, nem curta, nem longa. A trilha sonora é boa demais. Os controles no Wii são muito precisos, você até esquece que tá jogando de tão suave.
Negativos: Alguns inimigos chatos. O backtracking do meio pro final do jogo fica irritante até. A coleta das relíquias antes do chefão final é uma encheção de linguiça. Mudar de armas no meio do combate é enrolado.
Então, Metroid Prime é um excelente jogo. Mas é do tipo que precisa de dedicação, pq se você fica um dia sem jogar, quando você volta pro jogo, você se perde total no que era pra fazer.
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