Mass Effect: EA cancela próximo jogo e fecha a BioWare
Cancelamento do RPG anunciado em 2020 faz parte de cortes e reestruturação na EA
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Cancelamento do RPG anunciado em 2020 faz parte de cortes e reestruturação na EA
3.105 guias de 103 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
75 guias
152 guias
150 guias
46 guias
110 guias
923 reviews escritas por 140 jogadores.
O melhor da franquia.
*Rise of the Tomb Raider*
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Me lembro de ter escrito que o primeiro Tomb Raider dessa "nova" trilogia, era o melhor dos 3, realmente é o melhor em enredo, pois foi incrível acompanhar a Lara totalmente reformulada passando por um inferno e aprendendo a sobreviver nele. Finalizei o game pela primeira vez no X360 e não lembrava de absolutamente nada, Rise of Tomb Raider melhora em tudo, só não supera seu antecessor no enredo
Resumindo a história do game, Lara está em busca da "fonte divina", projeto deixado incompleto pelo seu falecido pai, obviamente por conta de sua morte. Lara já está bem mais experiente, mesmo assim terá que enfrentar situações que estão além de sua compreensão, visando concluir o projeto da vida de seu pai. A história é boa e envolvente, os personagens são bons... Porém, são esquecíveis. A Lara simplesmente é um tanque de guerra nesse jogo, elimina exércitos, animais selvagens e até mesmo guerreiros medievais místicos, a mulher é a super Lara croft
Vou dividir esta análise por categorias porque esse jogo tem muito conteúdo específico
- Gameplay ↓
O jogo tá bem divertido bem, continua na mesma pegada do antecessor, só que com muitas melhorias. O Arsenal do game funciona de uma forma interessante, cada arma ainda tem sua própria árvore de upgrades, porém desta vez podemos adquirir diversos tipos de cada arma(diferentes pistolas, diferentes arcos e etc..), os armamentos são divididos em categorias: Arcos, escopetas, pistolas e fuzis. As fogueiras estão de volta e tendo as mesmas funções, Lara utiliza as fogueiras para realizar upgrades, tanto em armamentos quanto nela mesma, adquirindo novas habilidades(XP adquirido ao realizar abates, exploração e diversas outras coisas). As fogueiras também servem como pontos de viagem rápida, que são muito bem utilizados já que o game funciona em um mapa "semi aberto"
O "parkour" do game melhorou bastante, Lara utiliza tanto seus equipamentos, quanto as próprias vantagens que o cenário tem a oferecer, assim como no primeiro game, Lara possui algo muito importante e que eu usava a cada 10 segundos, chamado "instinto de sobrevivente", uma "super visão" que destaca em dourado itens, interações e objetivos, e destaca inimigos com a cor vermelha.
- Mapa / Ambientação ↓
As famosas "tumbas" escondidas, melhoraram muito em relação ao primeiro jogo da trilogia. Além da quantidade ser bem maior, o desafio e a dificuldade também aumentaram. Como eu citei, se trata de um mapa "semi aberto", mesmo assim oferece muito conteúdo além da campanha principal, alguns escondidos e outros nem tanto. Existem diversos itens e interações espalhadas pelo mapa : Arquivos de áudio, objetos históricos, cartas e muito mais, algo que achei bem interessante foi a mecânica dos idiomas, quanto mais a Lara vai lendo textos de outras línguas, ela vai ganhando níveis e se aperfeiçoando nelas, sendo capaz de traduzir textos mais complicados quando tem um nível alto na língua específica
A ambientação do game é linda, oferece uma área repleta de montanhas, geleiras, florestas, rios, cavernas, destroços antigos... Diversos cenários de tirar o fôlego, principalmente quando combinados com os gráficos no ultra, já no início da gameplay do game podemos nos encantar com o nível de detalhes gráficos
A fauna do jogo é extensa, durante o game precisamos caçar para criar e melhorar equipamentos, no mapa podemos encontrar coelhos, lobos, ursos, galinhas, javalis, cervos e outros animais. A flora além de presente, também é útil, podemos coletar cogumelos, galhos e plantas para criamos diferentes tipos de munições e até mesmo curativos. Vale citar que Lara pode criar arremessáveis mediante objetos no cenário, pode transformar uma lata em bomba, uma garrafa em coquetel molotov ou pode simplesmente usar os objetos como distração para os inimigos
- Campanha / Extras ↓
A campanha gira em torno das 15 horas, que podem aumentar caso você busque o 100% ou queira fazer alguns objetivos e missões secundárias.
O game tem muitas Dlc's cosméticas, que na minha opinião são desnecessárias e as Dlc's que adicionam conteúdo extra na história são muito curtas, como, por exemplo, a "Baba Yaga : The temple of the Witch", que apesar de ser interessante e até trazer referências como Bruxa de Blair... É muito curta, você finaliza em uma hora, quem sabe até menos! Por 20 pila? Não vale a pena, nenhuma DLC desse jogo vale a pena ser adquirida separadamente, mil vezes melhor comprar a versão do game completa com todas as DLC'S em uma boa promoção
O jogo tem uma Dublagem excelente, gráficos incríveis, ambientação que despensa comentários, bom enredo, mapa rico em conteúdo e gameplay dinâmica e divertida.
O único bug que enfrentei no game, foi que em alguns trechos da campanha, os gráficos ficavam extremamente pixelados por alguns minutos, o que apesar de ser estranho, não atrapalhou em nada minha experiência nem minha gameplay
Curte jogo de ação, aventura e exploração? Cai dentro desse game, curtiu o primeiro da trilogia? Cai dentro desse game, em outras palavras... JOGAÇO
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| 9.7 |
Nota 8.
Gráficos lindíssimos pro 3DS. Controle excelente, q me fez querer q houvessem mais jogos de tiro assim nesse portátil. Ambientação e som de alta qualidade. O novo esquema de Scannear é bacana e trás um elemento novo pra exploração, sendo muito usado no primeiro quarto de jogo e depois meio que é esquecido. Em questão de variedade de gameplay, esse é o jogo que RE6 tentou ser e não conseguiu, por se utilizar de três núcleos na campanha compondo terror, exploração não tanto terror e ação ininterrupta. A variedade de inimigos não é tão grande, mas isso não me incomodou.
Agr de negativos:
A história do jogo é pura e simplesmente uma merda. O plot é ridículo e previsível. Os personagens novos variam de genéricos a constrangedores. Os diálogos são escritos por uma criança. E a reta final do game foca muito nisso tudo e deixa bem massante. O Boss final é MUITO difícil, de uma maneira bem desonesta. As vezes os capítulos inserem uns flashbacks em horas nada haver q quebra total o ritmo. O FPS é estável, salvo nos momentos onde você pega elevador e começa a carregar outra área, nessas horas o jogo engasga e congela hard.
É isso, um ótimo jogo, impressionante tecnicamente pro 3DS e com sua atmosfera que trás um pouco dos Residents antigos. Só q a história, personagens e hora final repetitiva tiram parte do brilho.
Que joguinho massa.
Não é inacreditável nem nada, bem simples na verdade. Porém na sua execução pro portátil e pro que se propõe é muito bacana.
Positivos: Várias mecânicas únicas tornando o jogo mais variado e menos amarrado na premissa de "Ser Lego", Mundo aberto que é um diferencial pra franquia, gráficos decentes, história de fundo q funciona, diferentes fases e cenários que intensificam o uso dessas novas mecânicas.
Negativos: Fortes limitações pelo hardware do 3DS, como a neblina na cidade, baixo FPS, low render distance, cutscenes comprimidas, quase nenhum Voice Acting no jogo todo, o jogo não tem ato final ou clímax, só acabando mesmo.
Enfim, longe de ser perfeito, porém é um Lego que dá um ar novo à franquia. Sendo de admirar essa tentativa inusitada.
*Dishonored 2*
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Sou muito fã de jogos focados em stealth e quando joguei o primeiro Dishonored no XB360 fiquei maluco, a forma como eu podia usar a criatividade para eliminar os alvos era (e ainda é) insana, Se tornou um dos meus jogos favoritos e Para a minha felicidade, Dishonored 2 em todos os pontos é um jogo tão incrível quanto o primeiro
A história continua na mesma pegada sombria e com motivações bem parecidas com as do primeiro game, envolvendo interesses políticos e vingança. A cereja do bolo desta vez é poder escolher entre a Emily Kaldwin (que no primeiro jogo era apenas uma criança) e o clássico corvo Attano (protagonista do primeiro jogo). Recomendo fortemente zerar o jogo duas vezes, uma com a Emily e outra com o corvo, pois é muito interessante acompanhar a história pela perspectiva dos dois personagens (além da gameplay é claro). Claramente a história não é contada apenas por diálogos e cutscenes, também tem MUITOS documentos, cartas, livros, diários e audiografos
O que o game tem a oferecer de novo em relação a gameplay dos personagens, se encontra na campanha com a Emily, pois os poderes dela são diferentes dos do corvo (que são semelhantes aos do primeiro jogo). Pra falar a verdade, durante a campanha com a Emily eu não cheguei a usar nem metade dos poderes dela (vale lembrar que o jogo te dá a opção de recusar os poderes)
o jogo é muito bom, tem bons gráficos, boa ambientação, ótima trilha sonora e personagens memoráveis... mesmo assim não vale 90 pila, espera uma promoção e pode comprar sem medo.
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| 9.7 |
Joguei Moving Out 2 com a galera e sai com um sorriso bobo — é caos controlado na medida certa. A física continua hilária, cada mudança vira uma coreografia desajeitada entre empurrar móveis, arremessar geladeiras e tentar não destruir a casa inteira. Tem momentos que eu ri alto quando alguém decide lançar o sofá pela janela sem pensar duas vezes.
Os mapas são criativos, com desafios novos e uns gadgets bem doidos que deixam tudo mais variado. Visual cartunesco e trilha com batida leve ajudam demais a manter o clima de festa. Às vezes a câmera atrapalha em espaços apertados e dá umas broncas no controle de quem não coordena bem o time, o que gera umas frustrações rápidas — mas nada que estrague a diversão. Depois de muitas partidas dá pra sentir um pouco de repetição, mas ainda é ótimo para jogar com amigos.
No fim das contas é aquele multiplayer casual que entrega risadas garantidas e partidas memoráveis; não é perfeito, mas faz exatamente o que promete: bagunçar e divertir. Nota pra mim: 4.0
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