Xbox Game Pass: oito jogos deixam o catálogo em 31 de outubro
Veja quais títulos saem, entre eles LEGO Star Wars, Lara Croft e clássicos da Double Fine
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3.068 guias de 101 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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923 reviews escritas por 140 jogadores.
Joguei Moving Out 2 com a galera e sai com um sorriso bobo — é caos controlado na medida certa. A física continua hilária, cada mudança vira uma coreografia desajeitada entre empurrar móveis, arremessar geladeiras e tentar não destruir a casa inteira. Tem momentos que eu ri alto quando alguém decide lançar o sofá pela janela sem pensar duas vezes.
Os mapas são criativos, com desafios novos e uns gadgets bem doidos que deixam tudo mais variado. Visual cartunesco e trilha com batida leve ajudam demais a manter o clima de festa. Às vezes a câmera atrapalha em espaços apertados e dá umas broncas no controle de quem não coordena bem o time, o que gera umas frustrações rápidas — mas nada que estrague a diversão. Depois de muitas partidas dá pra sentir um pouco de repetição, mas ainda é ótimo para jogar com amigos.
No fim das contas é aquele multiplayer casual que entrega risadas garantidas e partidas memoráveis; não é perfeito, mas faz exatamente o que promete: bagunçar e divertir. Nota pra mim: 4.0
*Cult of the Lamb*
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Esse jogo foi uma ótima surpresa em 2024. Eu não esperava encontrar tanta quantidade de conteúdo e mecânicas variadas. No entanto, embora o jogo tenha muitos pontos positivos, algumas coisas não são tão bem elaboradas quanto poderiam. Ele combina elementos de roguelike, gerenciamento de recursos e construção de base em uma experiência única, com uma estética fofa e macabra (sim, nunca pensei que essas duas palavras pudessem ser usadas na mesma frase).
O jogador controla um cordeiro condenado, que é sacrificado por quatro antigos deuses conhecidos como os Bispos do Antigo Credo. Esses Bispos governam o mundo e tentam impedir o retorno de uma entidade divina chamada "Aquele Que Espera". Após ser sacrificado, o cordeiro é ressuscitado por essa entidade aprisionada, que deseja vingança contra os Bispos. Em troca de sua vida, o cordeiro precisa fundar um culto, reunir seguidores e derrotar os quatro Bispos para libertá-lo. O jogo gira em torno de três objetivos principais:
- Converter e cuidar de seguidores.
- Expandir e evoluir sua base, e consequentemente, seu culto.
- Entrar em diversas áreas de combate no estilo "Hades" para derrotar os Bispos.
A narrativa mistura sarcasmo, ironia e temas religiosos, criando um enredo interessante e único
A parte de combate lembra bastante Hades, mas em uma versão bem mais simples. O jogo oferece ação frenética em masmorras geradas proceduralmente, mas essa parte poderia ser muito melhor. Depois de algumas horas, o combate começa a parecer repetitivo, e a variedade de armas e poderes não é tão grande, o que reduz a diversidade de gameplay. Além disso, algumas áreas podem se tornar monótonas, especialmente em runs mais longas. Outro ponto é que o jogo é fácil demais para um roguelike, apresentando desafios reais apenas no último ato.
A melhor parte do jogo, que gosto de chamar de "a cereja do bolo", é o gerenciamento do culto. O jogador pode evoluir sua vila, personalizá-la e desbloquear novas habilidades para o protagonista. Durante as explorações nas áreas de combate, você frequentemente encontra NPCs sendo sacrificados. Cabe a você decidir se vai salvá-los e acolhê-los em seu culto. Cada seguidor vem com vantagens e desvantagens aleatórias:
- Vantagens: Rezam mais rápido, trabalham melhor, são imunes a doenças, têm facilidade para subir de nível e etc.
- Desvantagens: Podem ser preguiçosos, céticos, ter medo da morte, aversão ao canibalismo e etc.
O jogador precisa gerenciar bem os desejos, a alimentação e as exigências dos seguidores, pois, caso contrário, eles podem se rebelar, organizar protestos, afetar a fé do culto ou até mesmo abandoná-lo. O jogo conta com diversos rituais para manter os seguidores na linha, aumentar a produtividade ou até mesmo sacrifícios para garantir a paz. É aqui que o jogo brilha com seu tom bizarro e divertido, pois até mesmo prender seguidores rebeldes ou sacrificá-los faz parte da mecânica
Existe um bug irritante na parte de upgrades de inspiração divina: o jogo cai para 5 FPS, e, até hoje, isso não foi corrigido.
Cult of the Lamb é uma experiência bizarra e criativa, que se destaca por sua originalidade e pela fusão de elementos de diferentes gêneros. Apesar de seus problemas e de algumas mecânicas que poderiam ser mais polidas, o jogo pode agradar tanto fãs de roguelike quanto aqueles que gostam de jogos de gerenciamento. Se você curte humor sombrio e mecânicas diversificadas, vale a pena conferir Cult of the Lamb. Seu preço de R$ 64,95 não é nem caro nem barato, mas a melhor opção é aguardar promoções.
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8.2
Call of the Sea me prendeu por causa da atmosfera e da narrativa íntima. O visual colorido da ilha e a trilha sonora criam um clima curioso e meio nostálgico que combina bem com a ambientação dos anos 1930. A protagonista tem motivações pessoais que funcionam como fio condutor e me deixaram interessado em descobrir o que havia de verdade por trás das anotações e cartas espalhadas pelo mapa.
Os quebra-cabeças são o centro do jogo: muitos são inteligentes e integrados ao ambiente, o que deu uma sensação boa de descoberta. Ainda assim, alguns se repetem na mecânica e outros ficam um pouco no limiar entre “desafio” e “achismo”, o que me frustrou ocasionalmente. Não tem combate nem tensão constante, então a experiência é bem mais contemplativa — ótimo se você curte narrativas e exploração, talvez menos para quem quer ação.
No fim gostei bastante, principalmente pelo jeito como a história se fecha e pelas escolhas de estilo do jogo. É curto e deixa vontade de ter mais, mas para quem busca uma aventura narrativa com personalidade, vale a pena.
Meu jogo favorito, Me fez feliz por muito tempo da minha vida com apenas 10 reais eu tive mais de 600 horas de jogatina
Signalis tem uma estética retrô/industrial que é simplesmente deliciosa: pixel art misturada com modelos 3D cria cenários claustrofóbicos que me deixaram tenso o tempo todo. A trilha e o design de som fazem metade do trabalho de deixar tudo opressor — joguei diversas partes pra ouvir cada barulho estranho.
A jogabilidade é meio difícil às vezes, o combate é pesado e as munições são raras, o que deixa tudo num ritmo mais cuidadoso que eu curti, mas a mira e gerenciar o inventário me frustraram um pouco. Os puzzles funcionam bem na maioria das vezes, embora alguns pareçam só colocar tempo no meio da tensão em vez de contribuir pra narrativa.
Gostei da história, tem camadas de ficção científica e psicológico que ficam martelando depois que desliguei o jogo.
No geral, é um indie que aposta na identidade e compensa as imperfeições com muito charme e atmosfera, vale muito pra quem curte horror mais pensado e estiloso.
Dark Souls II na minha opnião fica em último lugar entre os jogos souls, mas não deixa de ser um jogo Incrível. Os mundos e fases que você passa por esse jogo é bem diferente e alguns bosses são bem épicos. A exploração desse jogo é como qualquer outro jogo souls, desafiante e muito divertido.
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