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Avaliações

Capa do jogo Mario Kart 8 Deluxe

Mario Kart 8 Deluxe

Avatar de GORILAburro GORILAburro
(4.5)
Melhor jogo de corrida de todos os tempos
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4 Likes
Capa do jogo Star Wars Jedi: Survivor

Star Wars Jedi: Survivor

Avatar de MarceloHDR MarceloHDR
(4.5)
A experiência que eu tive com o jogo anterior (Fallen Order) lá em 2021 foi algo surreal, eu sou fã de Star Wars desde moleque inclusive, foi com Lego Star Wars que eu comecei a amar essa franquia e hoje é a saga da minha vida, e antes de abrir o Star Wars Jedi: Fallen Order eu achava que ia ser só mais um jogo... e então eu me deparei com uma das melhores coisas dessa galáxia muito muito distante.

Jedi Survivor continua com uma grande apresentação desse universo, onde temos a evolução em quase todos os sentidos do jogo, sendo a principal delas a gameplay, onde temos um combate totalmente superior com novas posturas sendo uma delas tendo um blaster ou de guarda como o famoso Kylo Ren, a movimentação pelo mapa ficou muito mais suave e aprimorada, além de um gráfico completamente incrível e uma direção de arte naquele modelo que só Star Wars proporciona para gente.... sobre a trilha sonora, aí não tem como errar, o primeiro jogo já fazia isso muito bem, e nesse aqui a parada com certeza fica muito mais épica. e esse elogio se estende mais ainda quando falamos de design sonoro.
Todavia, nada é perfeito nesse mundo, e esse jogo infelizmente sofre de alguns probleminhas, como por exemplo, bastante (mas pode colocar bastante aí viu) bug visual, minha nossa, o tempo todo, além de muita queda de frame, teve uma sequência perto do final do jogo no planeta Koboh onde eu acho que eu joguei inteiro a cerca de 40-50 fps num PS5!!!! isso é muito dificil de engolir de um jogo só de nova geração.
Outra coisa que me incomodou bastante foi que as boss fights desse jogo apesar de serem muito maneiras ainda mais com as posturas novas de combate, não são dificeis de passar, totalmente o contrário do primeiro jogo que eu sofri em absolutamente em todas as boss fights do jogo e olha que tinha bem menos que nesse aqui, putz aquela Trilla no final e o Taron Malicos um pouco antes me fez querer eu tacar o controle no chão, enquanto os bosses aqui todos passei de primeira e olha que eu joguei exatamente na mesma dificuldade que eu joguei no jogo anterior.

E agora vamos pro meu momento polêmico.... de primeiro momento assim que eu zerei o jogo eu tive a impressão que o primeiro jogo teve uma história melhor, apesar de ser bem menos complexo, porém aí que tá, no primeiro jogo os cara tiveram totalmente um apelo pro fã trazendo Dathomir, Kashyyyk, Ilum e até mesmo base dos inquisidores que nunca havia sido mostrado antes, porra cada planeta que eu visitava era um sorriso no rosto e apontando o dedo igual o DiCapriu em cada referência nos cenários ou nos diálogos.... no Jedi Survivor temos uma história muito mais madura... bem menos fantasiosa até mesmo pro universo de Star Wars.... temas como familia, obsessão, lealdade são abordados durante todo o desenrolar do enredo, trazendo uma camada bem sombria e "realista"... contudo, não se engane, planetas como Coruscant ou Jedha estão presentes no jogo, além de um envolvimento direto com a Alta República e o Caminho Oculto que são enredos bem recentes para a franquia.... mas mesmo assim, a experiência que eu tive com a história do primeiro jogo foi bem mais cativante me fazendo até a voltar a acompanhar cada coisinha desse universo que eu amo tanto.


Dito isso, apesar dos problemas, recomendo a todos, mesmo se tu não for fã de Star Wars ele ainda consegue ser um ótimo jogo, e você que é fã.... aí tu já ta perdendo é tempo.
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2 Likes
Capa do jogo Planet of Lana

Planet of Lana

Avatar de LucasA LucasA
(4.0)
Joguei Planet of Lana na vibe de quem curte indies com identidade forte, e ele entrega justamente isso: visual pintado à mão, animações caprichadas e uma paleta de cores que me prendeu desde o primeiro cenário. A história é simples e contada de forma silenciosa, mais pela ambientação e pelas interações com o meu companheiro Mui do que por diálogos, o que funciona bem para criar uma sensação melancólica e às vezes tensa.

O gameplay mistura plataforma, puzzles e furtividade de maneira relaxada — não é daqueles jogos que te sacode o tempo todo. Mui traz mecânicas interessantes que fazem os quebra-cabeças fluírem, mas esperava um pouco mais de variedade no design de desafios; em alguns trechos deu um sentimento de repetição e uns poucos momentos de tentativa e erro que me deixaram impaciente. A trilha sonora casa muito bem com as imagens e segura bem o clima emotivo do jogo.

No geral, é uma experiência curta, bonita e com personalidade. Não é perfeito — falta profundidade em certas mecânicas e poderia ser um pouco mais ousado nos puzzles — mas vale cada hora se você curte jogos com foco em atmosfera e arte mais do que desafio cru.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo The Wolf Among Us

The Wolf Among Us

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(4.0)
Nota 8,5.
Roteiro e diálogos excelentes. Atuação incrível tbm, escolhida a dedo. O design e cores são bem inventivos, talvez os mais criativos de um jogo da Telltale. Os personagens e universo são impressionantes e com certeza lerei os Quadrinhos da Vertigo em que foi inspirado.
Agora os quick-time-events são muito simples e dão muito tempo pra reação. A gameplay não é nada demais, tendo animações bem travadas e bugs gráficos. Em questão de engane já era um jogo ultrapassado na época! Da história eu não curti alguns momentos maniqueistas em que o jogo implora pra você simpatizar forçadamente com algum personagem só pq ele tá tristonho. Tem tbm q as escolhas não importam muito e fazem de tudo pra você seguir o caminho violento mesmo q seu personagem não seja assim. O final do jogo é fraco tbm, tendo um embate final linear e previsível.
Enfim, baita história com deslizes quase imperceptíveis. Graficamente tem suas limitações, mas não tenho como não recomendar. Dica minha é que jogue como se estivesse vendo uma série de TV e que não espere grandes mudanças narrativas por suas escolhas.
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1 Like
Capa do jogo The Gunk

The Gunk

Avatar de RafaelMonteiro RafaelMonteiro
(3.5)
Joguei The Gunk numa vibe tranquila e saí com uma impressão mista: o jogo acerta fácil no visual e na atmosfera — as cores, a fauna estranha e a sensação de descoberta me pegaram várias vezes. A mecânica do aspirador é simples, mas é satisfatória de usar; limpar a gosma e ver o mundo voltar a ter vida dá um bom retorno imediato.

O problema é que, por baixo dessa embalagem bonita, as coisas são bem lineares. Combate é básico, as missões e puzzles repetem fórmulas e falta profundidade nas mecânicas para sustentar mais tempo de jogo.

Achei a exploração divertida nos primeiros momentos, mas começou a ficar previsível antes do fim.

A história toca em temas ambientais de forma direta e tem uns momentos legais entre personagens, embora não vá muito além disso. A trilha sonora e a direção de arte seguram bem o conjunto. No geral, curti a experiência como um passeio curto e bem-feito, mas esperava algo com mais risco e identidade mecânica pra ficar realmente memorável.
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1 Like
Capa do jogo Psychonauts 2

Psychonauts 2

Avatar de RafaelMonteiro RafaelMonteiro
(4.5)
Psychonauts 2 é daquelas sequências que realmente entende de onde veio: mantém o humor estranho, as ideias visuais malucas e o cuidado com os mundos mentais que fizeram o primeiro jogo entrar pra lista dos queridinhos. A direção de arte e a trilha sonora dão uma atmosfera incrível a cada nível; parecia que eu tava entrando em sonhos com personalidade própria, e isso me pegou várias vezes pelo sorriso e pela curiosidade.

O gameplay acerta em trazer mais variedade nas habilidades psíquicas — testar combinações e upgrades é divertido — e o platforming continua preciso o bastante pra não frustrar. O combate ficou mais polido, embora em alguns momentos dê uma sensação de repetição ou de chefes que esticam demais. Tive também uns pequenos tropeços técnicos aqui e ali, mas nada que quebre a experiência geral.

No fim, é um jogo que conversa bem com a nostalgia sem se prender demais ao passado: tem ambição, coração e personalidade. Se você gostou do original ou curte plataformas com tom único e boa narrativa, vale muito a pena explorar o mundo mental que eles criaram.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Clair Obscur: Expedition 33

Clair Obscur: Expedition 33

Avatar de alan_gamer alan_gamer
(5.0)
Fui jogar achando que o hype era alto demais pra ser verdade, mas mesmo com algumas críticas, a verdade é que o jogo me conquistou. (Sem spoilers – pode ler tranquilo antes de comprar.)

Vamos aos destaques positivos primeiro, que felizmente são a maior parte da experiência:

A trilha sonora é simplesmente espetacular.
É uma composição rica, criativa, que transita entre diferentes estilos com elegância. Os vocais da Alice Dupont-Pecier são lindos e emocionantes, trazendo vida e profundidade à ambientação do jogo. E a participação do Victor Borba (conhecido por DMC5) também ficou sensacional.

A história é envolvente e cheia de reviravoltas.
Logo no final do primeiro ato, um plot twist me pegou completamente desprevenido — foi aí que percebi que Expedition 33 queria fazer algo diferente. Em vez de seguir os clichês que a gente já espera dos RPGs, o jogo opta por um enredo mais ousado e misterioso, sem entregar todas as respostas de imediato. Quando tudo se encaixa no final, a sensação de recompensa é enorme.

Os personagens são bem construídos e únicos.
Nada de vilão caricato ou herói sem profundidade aqui. O destaque vai para as personagens femininas, que têm camadas e desenvolvimento que raramente vemos em RPGs. Todo mundo nesse universo tem suas cicatrizes, mas o jogo lida com isso de maneira sincera, sem cair no drama exagerado.

O combate é excelente e exige habilidade.
A inspiração em Lost Odyssey é clara, principalmente nos elementos de batalha por turnos com interações em tempo real. O sistema de defesa com "parry" e esquiva traz um dinamismo raro nesse tipo de jogo, e recompensa quem joga bem. Cada personagem tem um estilo bem definido, e há muitas possibilidades de customização.

Agora, algumas críticas para equilibrar:

O design de níveis às vezes atrapalha.
Embora as lamparinas que indicam o caminho sejam criativas, faltou um mapa em várias áreas. A câmera também se reposiciona toda vez após um combate, o que deixa tudo ainda mais confuso em locais parecidos. A justificativa no lore não me convenceu – se há diários espalhados por expedições antigas, por que não mapas?

Viajar pode ser cansativo.
O sistema de fast travel demora demais pra ser liberado. Em vários momentos, precisei correr por vários minutos só pra voltar a um ponto anterior. Também não dá pra usar o fast travel direto no mapa do mundo, nem voltar a ele com facilidade até bem tarde na campanha. E pra fazer upgrade nos equipamentos, é necessário acampar – o que exige que você volte manualmente ao ponto de entrada da área.

O final do Ato 2 é corrido demais.
Uma quantidade enorme de informação é despejada de uma vez só, o que deixa difícil acompanhar tudo. Seria ótimo se houvesse um recurso no menu para revisar os eventos e informações da história, como vemos em alguns outros RPGs, tipo Final Fantasy XVI.

Esses pontos negativos não estragam o jogo, mas pequenas melhorias de qualidade de vida — quem sabe em um patch ou edição atualizada — poderiam deixá-lo ainda mais próximo da perfeição.

Resumo da ópera? Expedition 33 é um baita RPG. Tem tudo pra influenciar tanto futuros títulos quanto aqueles antigos aos quais voltamos com carinho. Visualmente impressionante, com jogabilidade afiada e uma trilha sonora marcante, é incrível saber que tudo isso foi feito por uma equipe de apenas 30 pessoas, com um preço mais acessível que o normal.

Se ele vai ser lembrado por anos ou sumir com o tempo, só saberemos depois. Mas pra quem curte RPGs com personalidade, eu recomendo fortemente dar uma chance.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Resident Evil Revelations 2

Resident Evil Revelations 2

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(4.5)
*Resident Evil Revelations 2*
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Podem me julgar a vontade, este aqui é meu Resident Evil Favorito, não só por conta da campanha que é muito boa, também pelo melhor modo secundário já criado para algum Resident Evil, chamado "Modo Raid". Infelizmente esse jogo teve e ainda tem um problema sério, a "Divisão por episódios", perdi a conta de quantas vezes finalizei o primeiro episódio no Xbox e ficava por isso mesmo, porque não tinha os outros episódios. Hoje isso já não é tanto problemático porque você pode apenas comprar a versão completa na steam (não sei como funciona nos consoles), então digo e repito que essa ideia de dividir um jogo por pedaços é horrorosa, esse game seria muito mais aclamado e valorizado se não fosse essa ideia idiota.

RE Revelations 2 realmente traz a experiência survial horror que todo Resident Evil deveria ter, desta vez começamos acompanhando Claire Redfield e Moira Burton após serem sequestradas e levadas a um lugar misterioso, cabe as duas lutarem pela sobrevivência e tentarem descobrir que lugar é aquele e como sair de lá, pouco mais pra frente também acompanhamos o pai de Moira, Barry Burton, que está indo tentar resgatar sua filha. Pode se dizer que Revelations 2 possui três "protagonistas", Barry também possui a companhia de uma garotinha misteriosa que ele encontrou logo ao chegar na ilha. A História se desenvolve muito bem e tem um forte poder de causar curiosidade no jogador, os personagens são memoráveis e possuem o carisma necessário.

Recomendo bastante jogar a campanha em Coop, pois a experiência de jogar RE Revelations 2 com um amigo é totalmente diferente dos outros jogos da franquia, vou explicar melhor... Em Revelations 2 a Clair possui armas de fogo, já a moira se recusa a usar armas de fogo e se garante apenas com um pé de cabra (serve como arma branca e como ferramenta para abrir portas e baús) e uma lanterna (serve para cegar inimigos e encontrar ítens escondidos), o mesmo serve para os momentos com o Barry, enquanto ele carrega seu arsenal de armas de fogo, a garotinha identifica inimigos, itens e pode atirar tijolos, então durante uma campanha Coop, um jogar se encarrega de eliminar os inimigos e o outro age como "suporte". Você realmente se sente jogando um Survial Horror, você precisa explorar bem o local para encontar suprimentos (munições, itens curativos e até modificações para armamentos) e uma escapatória.

O Modo Raid desse jogo, supera qualquer tentativa de modo secundário ou modo "online" de resident evil criado até hoje. Então como funciona? Vou tentar simplificar, você vai em uma espécie de lobby onde pode escolher um personagem para jogar as Raids (pode escolher personagens de outros jogos da franquia, até mesmo o Leon e o Wesker se você tiver a DLC)
As Raids consistem em eliminar uma certa quantidade de inimigos (algumas tem tempo, a maioria não), até aí parece muito simples, então o que é que faz o modo Raid ser tão legal? Cada Raid te dá alguns baús com novos armamentos e novos "Mods" de armamentos, além é claro, do XP que aumenta o nível do seu personagem, tudo isso da a possibilidade de você criar as mais variadas builds e armas diferentes, você se sente em um RPG. No lobby do modo Raid também tem uma loja para comprar e vender armas e mods, uma parte para encontrar e convidar jogadores, e espaços de personalização (muito mais conteúdo quando possui todas as DLC'S, por isso recomendo comprar a versão completa do game). O Modo Raid também trás mapas de outros jogos da franquia (até mesmo do Resident Bomba 6) e possui uma boa variedade de inimigos, levando em conta que alguns vem buffados com elementos de fogo, raio, gelo e etc..

Então pra mim, este é um dos melhores e meu Resident Evil favorito, Ótima história, boa trilha sonora, Bons personagens, entrega um bom survial horror e é Claro... Modo Raid tão bom que jogo até hoje (obrigado Joza, por ter me apresentado essa delícia de jogo).
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| 9.7 |
Ler Review
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