Grand Theft Auto VI: versão para PC pode chegar no início de 2027
Relatório aponta a janela, mas a Rockstar ainda não confirmou a versão para PC
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2.948 guias de 94 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
Jogo bem bom.
Jogabilidade fluída, gráficos bonitos com belas cores, 60fps deixa gostosinha de jogar, a vibe indiana jones é legal, uma música tema icônica, os personagens são carismáticos o suficiente e a duração é perfeita pra proposta descompromissada,
Só os vilões são fracos, o cenário é repetitivo, algumas sessões de carro e jet-ski são muito datadas, o tiro não é tão preciso nesse por algum motivo desconhecido e o final é ruim e rushado.
Se fosse o único uncharted, eu aposto que seria só esquecido hoje em dia. Seria o tipo de jogo que as 6 pessoas que jogaram juram que é subestimado e que merecia continuação. Parece muito um experimento, ainda mais comparado às continuações que trouxeram novas facetas.
Mais de 1000 horas de jogo... Ainda estou longe de fechar.
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.
Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.
Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.
O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).
O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.
A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.
Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
Joguei Hogwarts Legacy com aquele feeling de fã antigo: a atmosfera do castelo me pegou desde o primeiro corredor. A forma como os ambientes, os retratos e a trilha sonora criam aquele clima de escola de magia é muito saborosa — deu pra sentir o respeito pelas raízes da franquia sem virar uma mera cópia. Fiquei feliz em poder explorar cantos que sempre imaginei e em ver pequenos detalhes que remetem aos livros e filmes.
O sistema de magias e progressão é divertido na maior parte do tempo; aprender feitiços e combinar runas tem seu charme, embora o combate enrole um pouco e os inimigos acabem repetitivos. As missões secundárias variam entre interessantes e meio genéricas, e em alguns momentos a narrativa principal podia ganhar ritmo mais constante. Tive também uns bugs em alguns trechos, nada que estragasse a experiência.
No geral saiu como aquela aventura que queria quando era mais novo: cheia de momentos que me fizeram sorrir e explorar cada canto do mapa.
Se você gosta do universo e valoriza atmosfera e trilha sonora, vale muito a pena — só não espere uma revolução no gênero.
Amo tudo nesse jogo, tudo nele é extremamente bem feito, a música, a história, a gameplay, pra mim é de longe o melhor JRPG que já foi feito.
Joguei Resident Evil 7 esperando algo diferente e acabei lembrando do que eu mais gosto na série: atmosfera pesada, sensação de perigo constante e aquele cuidado com ambientação que te deixa desconfortável mesmo quando nada está acontecendo. A virada para a primeira pessoa me pegou no começo, mas funcionou — traz um claustro e uma imersão que reforçam o horror do lugar, especialmente na casa dos Baker. Senti claramente respeito às raízes da franquia depois da era mais “de ação”.
A trilha sonora e o design de som são ótimos, muitas vezes o silêncio ou um rangido já bastam para me deixar tenso. Os puzzles e a exploração dão um sabor clássico, e a limitação de recursos faz cada encontro valer. Confesso que em alguns trechos o combate fica meio travado e há momentos de backtracking que cansam, mas nada que quebre totalmente a experiência. O modo VR, quando disponível, eleva tudo a outro nível — assustador na medida certa.
No fim das contas é um retorno esperto às raízes, com escolhas arriscadas que, para mim, deram certo. Recomendo pra quem sente falta do survival horror mais tenso da série; pode não ser perfeito, mas resgata o que tornou Resident Evil memorável.
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