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Fatekeeper

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Mina the Hollower

29/05 Capa do jogo Solis

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Into the Slimy Mines

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Wild Assault

28/05 Capa do jogo One Move Away

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28/05 Capa do jogo The Remake of the End of the Greatest RPG of All Time

The Remake of the End of the Greatest RPG of All Time

28/05 Capa do jogo Necrophosis: Full Consciousness

Necrophosis: Full Consciousness

28/05 Capa do jogo Crashout Crew

Crashout Crew

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Ova Magica

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Forensic: M.E. Protocol

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Blood West: Endless West

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eFootball Kick-Off!

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The 7th Guest Remake

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Goals

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Tavern Talk Stories: Dreamwalker

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Voidling Bound

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Burglin' Gnomes

11/06 Capa do jogo Beastro

Beastro

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Monopoly: Star Wars Heroes vs. Villains

16/06 Capa do jogo Copa City

Copa City

16/06 Capa do jogo Junkster

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LEGO Batman O Legado do Cavaleiro das Trevas: todos os Troféus e Conquistas

LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das trevas reúne 52 conquistas e troféus para desbloquear

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Stranger Than Heaven terá saga de 50 anos e Snoop Dogg

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Subnautica 2 revela biomas inéditos e Leviathans gigantes

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Forza Horizon 6 ganha crossover com LEGO Technic

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LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas: Batcaverna detalhada

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Crimson Desert recebe patch 1.5 e libera rematch contra 69 chefes

Principal novidade permite revisitar qualquer um dos 69 chefes do jogo a qualquer momento

007: First Light detalha furtividade, ação e gadgets

007: First Light vai sair para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X/S e futuramente Nintendo Switch 2

Avaliações

Capa do jogo Celeste

Celeste

Avatar de GbOak GbOak
(5.0)
um jogo com uma história incrível ótimo desenvolvimento de personagens e da protagonista e com uma jogabilidade desafiadora
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed IV: Black Flag

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(5.0)
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.

Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.

Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.

O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).

O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.

A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.

Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Clair Obscur: Expedition 33

Clair Obscur: Expedition 33

Avatar de alan_gamer alan_gamer
(5.0)
Fui jogar achando que o hype era alto demais pra ser verdade, mas mesmo com algumas críticas, a verdade é que o jogo me conquistou. (Sem spoilers – pode ler tranquilo antes de comprar.)

Vamos aos destaques positivos primeiro, que felizmente são a maior parte da experiência:

A trilha sonora é simplesmente espetacular.
É uma composição rica, criativa, que transita entre diferentes estilos com elegância. Os vocais da Alice Dupont-Pecier são lindos e emocionantes, trazendo vida e profundidade à ambientação do jogo. E a participação do Victor Borba (conhecido por DMC5) também ficou sensacional.

A história é envolvente e cheia de reviravoltas.
Logo no final do primeiro ato, um plot twist me pegou completamente desprevenido — foi aí que percebi que Expedition 33 queria fazer algo diferente. Em vez de seguir os clichês que a gente já espera dos RPGs, o jogo opta por um enredo mais ousado e misterioso, sem entregar todas as respostas de imediato. Quando tudo se encaixa no final, a sensação de recompensa é enorme.

Os personagens são bem construídos e únicos.
Nada de vilão caricato ou herói sem profundidade aqui. O destaque vai para as personagens femininas, que têm camadas e desenvolvimento que raramente vemos em RPGs. Todo mundo nesse universo tem suas cicatrizes, mas o jogo lida com isso de maneira sincera, sem cair no drama exagerado.

O combate é excelente e exige habilidade.
A inspiração em Lost Odyssey é clara, principalmente nos elementos de batalha por turnos com interações em tempo real. O sistema de defesa com "parry" e esquiva traz um dinamismo raro nesse tipo de jogo, e recompensa quem joga bem. Cada personagem tem um estilo bem definido, e há muitas possibilidades de customização.

Agora, algumas críticas para equilibrar:

O design de níveis às vezes atrapalha.
Embora as lamparinas que indicam o caminho sejam criativas, faltou um mapa em várias áreas. A câmera também se reposiciona toda vez após um combate, o que deixa tudo ainda mais confuso em locais parecidos. A justificativa no lore não me convenceu – se há diários espalhados por expedições antigas, por que não mapas?

Viajar pode ser cansativo.
O sistema de fast travel demora demais pra ser liberado. Em vários momentos, precisei correr por vários minutos só pra voltar a um ponto anterior. Também não dá pra usar o fast travel direto no mapa do mundo, nem voltar a ele com facilidade até bem tarde na campanha. E pra fazer upgrade nos equipamentos, é necessário acampar – o que exige que você volte manualmente ao ponto de entrada da área.

O final do Ato 2 é corrido demais.
Uma quantidade enorme de informação é despejada de uma vez só, o que deixa difícil acompanhar tudo. Seria ótimo se houvesse um recurso no menu para revisar os eventos e informações da história, como vemos em alguns outros RPGs, tipo Final Fantasy XVI.

Esses pontos negativos não estragam o jogo, mas pequenas melhorias de qualidade de vida — quem sabe em um patch ou edição atualizada — poderiam deixá-lo ainda mais próximo da perfeição.

Resumo da ópera? Expedition 33 é um baita RPG. Tem tudo pra influenciar tanto futuros títulos quanto aqueles antigos aos quais voltamos com carinho. Visualmente impressionante, com jogabilidade afiada e uma trilha sonora marcante, é incrível saber que tudo isso foi feito por uma equipe de apenas 30 pessoas, com um preço mais acessível que o normal.

Se ele vai ser lembrado por anos ou sumir com o tempo, só saberemos depois. Mas pra quem curte RPGs com personalidade, eu recomendo fortemente dar uma chance.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Max Payne

Max Payne

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(4.5)
Nota 9.

"Não sei sobre os anjos, mas é o medo que dá asas aos homens."

Não lembrava como o rostos dos personagens era feio, pra mim só o Max q era zoado. E tbm nunca tinha reparado como a IA era ultrapassada, até pra época. Os inimigos 90% do tempo ficam só parados, tem uma movimentação já programada que sempre fazem ou simplesmente vem de peito aberto.
De resto é o mesmo jogo que eu lembrava. Baita gráfico pra época, física revolucionária, bullet time, história exagerada, dublagem tosca charmosa, ambientação impecável, fases icônicas sem nem pôr nem tirar.
É um jogo atemporal simplesmente, muito rejogável, até por ser curtinho.
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1 Like
Capa do jogo The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

Avatar de willzinrj willzinrj
(1.5)
Vamos falar a verdade. Esse jogo não é tudo isso, jogo sem personalidade expansão do antecessor. mapa muito estranho. Esse zelda só veio para enganar os crianças barbadas que gostam da franquia.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Batman: Arkham Asylum

Batman: Arkham Asylum

Avatar de VictorRP VictorRP
(5.0)
A melhor franquia de jogos de super herói já feita. O início da franquia. Esse jogo não envelheceu ruim e não perde nem um pouco, se comparado aos demais da franquia.

Nota: 9.5/10
Jogado num Xbox Series S.
Ler Review
2 Likes
Capa do jogo A Plague Tale: Innocence

A Plague Tale: Innocence

Avatar de raphaelorejana raphaelorejana
(5.0)
Jogão. História imersiva, cativante e bem feita. O jogo nos trás uma versão do que foi a peste negra, misturando fatos históricos com fantasia, que te prende do início ao fim. Personagens bem construídos, pouquíssimas falhas no roteiro/história. A gameplay e fluida, os comandos são fáceis mas nem por isso o jogo é fácil. Se prepare pra morrer algumas vezes e se estressar com isso. Ansioso pela continuação!
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Rematch

Rematch

Avatar de Vegeta Vegeta
(4.5)
Curti muito a pegada do jogo... Me lembra rocket league, que também curto bastante.
Ainda acho que podem melhorar umas coisas (ou eu preciso melhorar), mas jogar esse jogo com amigos é bom demais....
Ler Review
1 Like
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Contato: [email protected]

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