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Avaliações

Capa do jogo Starfield

Starfield

Avatar de RafaelMonteiro RafaelMonteiro
(3.5)
Joguei Starfield com aquela expectativa de ver algo realmente novo no gênero espacial, e no fim fiquei meio dividido. Tem momentos de pura descoberta — montar uma nave, pousar em planetas diferentes e garimpar um recurso estranho ainda me encantou — e a ambientação espacial é bem feita, com boa trilha e visuais que funcionam quando o jogo está estável.

Por outro lado muita coisa me soou bem formulaica: quests repetitivas, facções com pouco impacto real e vários planetas que parecem vazios além da superfície bonita. O combate e a IA também não surpreendem, dá para se divertir mas não é nada revolucionário; e sim, ainda aparecem bugs e pequenos problemas de polimento que te tiram da imersão de vez em quando.

No geral curti a exploração e a customização de naves, mas senti falta de risco criativo maior — esperava algo menos “seguindo a receita” e mais personalidade. Dá para recomendar para quem gosta de RPGs espaciais rendosos e de coletar coisas, mas não é o salto evolutivo que muitos pintaram.
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1 Like
Capa do jogo Atomic Heart

Atomic Heart

Avatar de MarceloHDR MarceloHDR
(4.0)
Atomic Heart é o contrário de “carniça defumada”, eu diria até que seria uma “picanha defumada”.

O jogo me ganha pelo seus visuais retro futuristas sensacionais e por um mundo distópico muito interessante. A história eu achei legal, nada muito “wow”. A trilha sonora é um dos pontos mais altos. Tem música clássica, ópera, rap, rock, metal progressivo e até funk.
Já a gameplay aposta no básico, temos armas que ganhamos pela história e outras que podemos montar e é aqui que o jogo me pegou, pq explorar pra evoluir as armas é simplesmente satisfatório, fora que o combate é desafiador, mas nada injusto, fui até o fim no modo normal e estava lotado de itens de cura e quase toda a arvore de habilidades completa. O jogo é incrível, recomendo bastante.

Inclusive comprei a versão que vem todas as dlcs, mas ainda não tive a oportunidade de experimentar, mas quero muito em breve!!
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2 Likes
Capa do jogo Call of the Sea

Call of the Sea

Avatar de LucasA LucasA
(4.5)
Call of the Sea me prendeu por causa da atmosfera e da narrativa íntima. O visual colorido da ilha e a trilha sonora criam um clima curioso e meio nostálgico que combina bem com a ambientação dos anos 1930. A protagonista tem motivações pessoais que funcionam como fio condutor e me deixaram interessado em descobrir o que havia de verdade por trás das anotações e cartas espalhadas pelo mapa.

Os quebra-cabeças são o centro do jogo: muitos são inteligentes e integrados ao ambiente, o que deu uma sensação boa de descoberta. Ainda assim, alguns se repetem na mecânica e outros ficam um pouco no limiar entre “desafio” e “achismo”, o que me frustrou ocasionalmente. Não tem combate nem tensão constante, então a experiência é bem mais contemplativa — ótimo se você curte narrativas e exploração, talvez menos para quem quer ação.

No fim gostei bastante, principalmente pelo jeito como a história se fecha e pelas escolhas de estilo do jogo. É curto e deixa vontade de ter mais, mas para quem busca uma aventura narrativa com personalidade, vale a pena.
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1 Like
Capa do jogo The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered

The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered

Avatar de alan_gamer alan_gamer
(4.5)
Oblivion Remastered foi um dos segredos mais mal guardados da indústria nos últimos anos. Mesmo com tantos vazamentos e rumores, eu mantinha um pé atrás. Sempre fico preocupado quando um clássico vai receber um remake ou remaster, porque tem aquele receio de que o jogo perca sua alma original em troca de gráficos mais bonitos. E quando vazaram as primeiras imagens, uma semana antes do anúncio oficial, fiquei encarando por vários minutos sem saber direito o que sentir. Era real. Meu jogo favorito de todos os tempos estava sendo refeito do zero. Eu achei que nunca veria isso acontecer — ou que, se acontecesse, iriam estragar tudo.

Mas ver o anúncio oficial da Bethesda me acalmou bastante. Mesmo sendo uma recriação do zero, eles estavam chamando de remaster e deixando claro que queriam manter o estilo e o charme do original. Se conseguiram ou não, só o tempo vai dizer, mas já representa uma mudança interessante na forma como a gente discute remakes hoje em dia.

A Virtuous recriou Cyrodiil com muito cuidado e o resultado é aquele sentimento viciante de “novo, mas familiar”. O nível de detalhe impressiona. Uma imagem do portão dos esgotos imperiais no último vazamento me marcou bastante. As ruínas Ayleid agora têm padrões nas paredes, e não são mais só blocos brancos. Armas e armaduras também receberam atenção especial. A Espada Longa de Prata, a Armadura Sombria... tudo tem muito mais presença agora. Até a armadura Daedrica, que eu nunca gostei muito, ficou estilosa. O jogo está visualmente muito bonito, como se espera hoje em dia, mas o que realmente me chamou atenção foi a iluminação. As masmorras no começo foram um espetáculo à parte por causa disso. Só que, como sempre, o impacto visual acaba se tornando secundário depois de algumas dezenas de horas. O que realmente importa está além disso.

O que mais me conquistou foram as mudanças mecânicas. A parte de combate e o sistema de evolução de habilidades foram muito bem ajustados, ficando num meio-termo interessante entre o Oblivion original e Skyrim. O combate ganhou peso, os golpes têm impacto real, e os inimigos reagem de forma convincente. A barra de fadiga agora serve pra algo, e bloquear sem energia resulta num stagger garantido. Como fã de furtividade, foi ótimo ver que usar adagas faz sentido agora — o dano em ataques furtivos é bem mais alto. Não explorei muito o combate desarmado nessa jogada, mas adorei ver que virou uma versão melhorada do que Morrowind tentou fazer. Quero muito testar um personagem focado só em isso depois.

O sistema de progressão também ficou excelente. Agora, ao invés de depender de min-maxing absurdo como no original, você ganha 12 pontos por nível e distribui como quiser, com limites por atributo. Isso, pra mim, foi a melhor mudança de todas. Deixou o jogo mais livre e divertido sem punir quem só quer jogar do jeito que prefere.

Algumas habilidades foram reformuladas de forma interessante. As de Armas agora têm efeitos adicionais em níveis mais altos, e a habilidade de Comércio finalmente ficou usável e recompensadora. Pela primeira vez em milhares de horas de Oblivion, consegui ter um personagem com 100 em Mercantilismo, e sem precisar forçar a barra. Os comerciantes também têm mais ouro e inventários variados, o que torna a interação com eles mais interessante, mesmo que não mude drasticamente o jogo. Outras mudanças mecânicas também ajudam muito o remaster a se destacar em relação ao original. Teria sido legal se as escolas de magia recebessem habilidades novas também, mas pelo menos Destruição e Restauração agora evoluem em um ritmo aceitável.

Joguei toda minha campanha na dificuldade Adept e achei o equilíbrio bem melhor. As lutas no começo tinham desafio real, e quando cheguei nos níveis mais altos, os inimigos não viravam mais esponjas de dano como antes. Ainda não sou fã do sistema de recompensas escaladas por nível, mas já conheço o jogo o bastante pra saber o que pegar cedo e o que deixar pra depois.

No quesito sonoro, eles acertaram em cheio. Manteram as vozes originais e a trilha sonora, que são a alma do Oblivion pra mim. Adicionaram algumas novas dublagens que casam muito bem com o resto, e ouvir o tema principal na cena final da história foi um toque especial. A trilha clássica é insubstituível, e fico feliz que tenham respeitado isso.

Os personagens também estão mais bonitos — especialmente as raças não-humanas. Argonianos e Khajiit agora parecem mesmo seres reptilianos ou felinos, não só humanos com uma máscara. Elfos têm um visual mais alienígena, como deveriam. Os Redguards também estão muito bem feitos. E agora tem barba decente! Claro, alguns humanos ainda estão presos no vale da estranheza visual, mas nada que comprometa. E ainda podemos criar monstros bizarros no criador de personagens, como manda a tradição.

No fim das contas, ainda é Oblivion. Ainda é o jogo que eu amo, com suas qualidades e defeitos. Não senti que nada foi "estragado", e a pergunta final é: esse remaster substitui o original pra mim? A resposta curta é sim. As melhorias mecânicas são tão boas que com certeza vou voltar a essa versão mais de uma vez. Mas a resposta longa é não. Ainda prefiro as cores vibrantes e a vibe única do original. A combinação perfeita pra mim seria uma mistura dos visuais do original com os ajustes de gameplay do remaster.

Também tem a questão técnica. Jogo o original no Series S com 60fps e sem loading. O remaster, rodando na Unreal Engine 5, ainda sofre um pouco no modo Performance no PS5. Mas mesmo assim, acho que o remaster vai ser a porta de entrada ideal pra muita gente descobrir ou redescobrir Oblivion. E o melhor: eles não estragaram tudo. As duas versões podem existir juntas, e eu fico feliz por poder aproveitar ambas.
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1 Like
Capa do jogo Dead Island: Riptide Definitive Edition

Dead Island: Riptide Definitive Edition

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(3.5)
*Dead Island: Riptide Definitive Edition*
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Riptide parece uma DLC do Dead Island original, é basicamente o mesmo jogo com outros mapas, missões diferentes e pequenas mudanças, até porque o game começa exatamente onde o outro terminou

Resumindo o resumo, os personagens do primeiro jogo estavam fugindo da ilha por meio de um navio, até que dá muito ruim e o navio acaba sendo destruído, levando os sobreviventes até outra ilha. Eu curti a história do jogo, tem até certas reviravoltas, infelizmente não tem nada de especial, o foco do jogo permanece em ser um simulador de despedaçar zumbis (nisso ele é muito bom).

Tive muito mais Dificuldade nesse jogo, do que no Dead Island original, acredito que por conta da possibilidade de transferir o personagem do primeiro jogo, sendo assim comecei próximo ao LV 50 e os inimigos acompanharam. Adicionaram poucas mecânicas novas, podemos nos escalar rochas e realizar ataques aéreos nos inimigos. A árvore de upgrades ganhou novas habilidades e novas armas foram acrecentadas ao arsenal, dito tudo isso, acredito que quem curtiu o primeiro Dead Island, também vai curtir o Riptide

Assim como Riptide trás as qualidades do primeiro jogo, ele também trás os defeitos com FORÇA, em apenas duas horas de jogo eu já comecei a passar por bugs ↓↓↓

- Quando tentava equipar uma revólver ou pistola, simplesmente a arma ficava invisível por alguns segundos
- Algumas vezes quando eu tentava utilizar o ataque aéreo, meu personagem bugava e ficava travado no cenário
- Agora alem de te mostrarem o tempo todo o progresso dos desafios, te mostram o progresso das conquistas kkkk (sem você querer) no MEU caso não foi problema, pra quem não curte, pode se tornar um encômodo
- o mini mapa ainda é HORROROSO do mesmo jeito, a inteligência artificial dos inimigos humanos ainda é extremamente limitada e as missões secundárias ainda são extremamente repetitivas

Um diferencial de Riptide são as novas missões de defender cada nova "base" que os sobreviventes ocuparem em cada capítulo, podendo colocar grades nas entradas e contando com a ajuda dos outros sobreviventes. O jogo também trás novos tipos de zumbis/infectados, Zumbis que ficam na espreita em locais com água, zumbis toxicos que atiram partes do próprio corpo em você, zumbis tanques com braço enorme e que te matam com um ou dois hits (porém são bem lentos) e por último os zumbis "gritadores" que te atordoam por um tempo.

Enfim, gostou do primeiro jogo? Pode ir pro Riptide, porém, vá sabendo que é praticamente o mesmo jogo com uma história diferente, o jogo fica 4,50 na promoção, então vale a pena.

Ps: se possível, JOGUEM COM AMIGOS, o game fica muito melhor.
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| 7.0 |
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1 Like
Capa do jogo The King of Fighters XV

The King of Fighters XV

Avatar de FGCWatcher FGCWatcher
(4.0)
Depois de um período turbulento para esta série clássica dos anos 90, KOF XV é um primoroso trabalho de redenção e respeito da produtora japonesa SNK com os fãs de longa data.

Dotado de um sistema de combate flexível e de um elenco diverso - sem esquecer de eternos lutadores como Kyo, Iori, Mai, Terry, Athena, Leona e muitos outros - o game é mais uma possibilidade para aqueles que querem ingressar numa tradicional franquia do gênero.

A história encerra os eventos iniciados em The King of Fighters XIV, que iniciou um distúrbio no tempo e espaço trazendo de volta personagens antes falecidos em eventos anteriores como Yashiro, Shermie, Chris e Ash Crimson. As personagens Isla e Dolores são eixo do novo enredo que vem a resolver o mistério dos poderes instáveis de Shun'ei, o atual protagonista da série.

O modo história possui poucas cutscenes, mas é recheada com mais de 20 finais, alguns canônicos e outros "fan service". Este modo serve para desbloquear também diversas trilhas sonoras de games antigos da produtora para o modo DJ Station, incluindo os clássicos Fatal Fury, Art of Fighting, Metal Slug, Samurai Shodown e todas as edições anteriores de King of Fighters: é possível customizar o jogo (quase) inteiro com suas músicas favoritas.

Os indispensáveis modos de Versus e Practice são acompanhados dos modos de Desafio (missões de combos e batalha de chefe), Galeria, o já mencionado DJ Station e os embates online divididos em partidas por Ranking, partidas Casuais e o Saguão que reúne até oito jogadores num só local.

Aliás, a qualidade das partidas online devido a tecnologia bem implementada de rollback permite que jogadores de longas distâncias se enfrentem sem maiores problemas de lag. O problema, no entanto, mais apontado pela larga comunidade brasileira é o de matchmaking, item que deveria fazer jogadores de uma mesma região se enfrentarem numa rede orgânica sem haver tantas repetições de adversários.

Muitos veteranos avaliam este como um dos melhores gameplays de toda franquia, seja pelos recursos de combate, seja pelo balanceamento geral dos lutadores.

É claro que a cada patch que afeta o metagame, alguns nomes se destacam como mais fortes: antes, Vanessa, Ralf e Terry; hoje, Krohnen, Kula, Gato, Rock e Jenet.

KOF XV é um excelente jogo casual devido aos movelists impressionantes, combos fantásticos, design marcantes e dublagem ideal dos personagens. Para o mundo das competições, é um produto que se aprimora a cada atualização e permite eventos emocionantes na área dos eSports.

Gráficos 4/5
Som 5/5
Jogabilidade 4/5
Inovação 3/5
Diversão 4/5
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Gears of War 4

Gears of War 4

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(4.0)
Nota 8,5.
Gráficos incríveis, jogabilidade mais fluída ainda e cenários lindíssimos.
Só a história é bem qualquer coisa, os diálogos caem um pouco pra "piadas marvel" em alguns momentos e os novos personagens não têm nem metade do carisma dos antigos
Enfim, muito gostoso de jogar e essa franquia de um mês pra cá entrou pra minha lista de franquias favoritas dos games. Eu não esperava gostar tanto, antes disso tudo eu só tinha zerado o primeiro lá na época da pandemia. Aí zero agr o 2, 3 e 4 num tempo recorde de tão viciado q fiquei.
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1 Like
Capa do jogo Dead Island Definitive Edition

Dead Island Definitive Edition

Avatar de elliotmishida elliotmishida
(4.0)
Jogo injustiçado. Um ótimo game!
Ler Review
1 Like
Sobre
Contato: [email protected]

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