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  1. LucasA
1

LucasA

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Capa do jogo Unpacking
Unpacking
Unpacking
(4.0)

Unpacking tem uma mecânica é simples: pegar itens de caixas e colocá‑los nos espaços certos. Cada objeto conta um pedaço da história da personagem sem uma única linha de texto, e ver como tudo vai se encaixando dá umas pequenas surpresas emocionais. Me pegou de jeito em vários momentos.

Os gráficos pixelados são charmosos e a direção de arte tem personalidade. O destaque mesmo vai para o som. Aqueles cliques e o ruído dos objetos têm mais presença do que eu esperava e ajudam a criar atmosfera. É um jogo bem acessível, sem desafio pesado, então se você procura algo para se concentrar e relaxar, funciona muito bem. Por outro lado, é curto e a segunda vez perde um pouco da graça; às vezes o encaixe fica meio frustrante por causa da leitura dos pixels e do cursor, nada grave mas notável.

No fim das contas curti bastante pelo cuidado e pela originalidade. Não é um jogo para quem quer ação ou muitas horas, mas para quem valoriza identidade artística e uma experiência tranquila e tocante, vale a pena.

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Capa do jogo The Touryst
The Touryst
The Touryst
(4.5)

The Touryst tem um visual simples, mas com identidade . Aqueles blocos limpos e iluminação caprichada dão charme e funcionam bem com a câmera rápida. A exploração pelas ilhas é leve, dá vontade de fuçar cada canto, e a trilha sonora casa bem com o ritmo: pegajosa na medida certa.

As dungeons/templos têm puzzles bem desenhados; alguns me deram um sorriso de satisfação quando consegui resolver, outros me fizeram bater a cabeça por um tempo. Os minigames arcade espalhados pela ilha são um respiro divertido e ajudam a quebrar a monotonia. Achei que faltou um pouco mais de variedade no late game e a história é propositalmente minimalista.

No geral é um jogo com personalidade, técnico e afetivo ao mesmo tempo. Se você curte indies criativos e quer algo que não seja só “mais do mesmo”, vale a pena. Me pegou pelo charme e pelas ideias, mesmo com pequenos deslizes de repetição e profundidade narrativa.

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Capa do jogo 99Vidas - O Jogo
99Vidas - O Jogo
99Vidas - O Jogo
(3.5)

Joguei 99Vidas e adorei a intenção: é um beat ’em up em pixel art que respira nostalgia e traz aquela identidade bem brasileira do podcast. Os personagens têm personalidade e dá gosto ver as referências ao universo gamer nacional — me diverti jogando com mais gente no sofá, funciona bem.

O combate é simples e direto, com batidas que parecem ter peso, mas depois de algumas fases a fórmula fica um pouco repetitiva. Os chefes têm ideias legais, mas senti falta de mais variedade nas mecânicas e a dificuldade às vezes dá uns picos que me irritaram um pouco. Os controles fazem o trabalho, embora em alguns momentos pareçam imprecisos.

Visualmente rola um charme retrô e a trilha combina com o estilo, tem cara de indie feito com cuidado. Não é uma revolução do gênero, mas se você curte pancadaria cooperativa e quer algo com alma brasileira, vale a pena.

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Capa do jogo SIGNALIS
SIGNALIS
SIGNALIS
(4.0)

Signalis tem uma estética retrô/industrial que é simplesmente deliciosa: pixel art misturada com modelos 3D cria cenários claustrofóbicos que me deixaram tenso o tempo todo. A trilha e o design de som fazem metade do trabalho de deixar tudo opressor — joguei diversas partes pra ouvir cada barulho estranho.

A jogabilidade é meio difícil às vezes, o combate é pesado e as munições são raras, o que deixa tudo num ritmo mais cuidadoso que eu curti, mas a mira e gerenciar o inventário me frustraram um pouco. Os puzzles funcionam bem na maioria das vezes, embora alguns pareçam só colocar tempo no meio da tensão em vez de contribuir pra narrativa.

Gostei da história, tem camadas de ficção científica e psicológico que ficam martelando depois que desliguei o jogo.

No geral, é um indie que aposta na identidade e compensa as imperfeições com muito charme e atmosfera, vale muito pra quem curte horror mais pensado e estiloso.

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Capa do jogo Hello Neighbor 2
Hello Neighbor 2
Hello Neighbor 2
(3.5)

Joguei Hello Neighbor 2 com a expectativa de um indie que tenta ser diferente e, em boa parte, ele entrega isso: a ideia da IA caçando suas rotas e aprendendo com suas ações ainda é interessante e cria momentos de tensão genuína. O visual cartunesco ajuda a disfarçar a bizarrice do jogo, e a atmosfera sonora segurou bem os sustos. Teve momentos que me pegaram de surpresa de verdade, o que é raro hoje em dia.

A jogabilidade é um misto: tem soluções de nível criativas e furtividade divertida, mas também há bastante frustração com bugs e comportamento inconsistente do vizinho — às vezes ele persegue com inteligência, às vezes se perde ou teleporta. Algumas áreas parecem mais repetitivas e o progresso pode virar um vai-e-volta cansativo. Fiquei animado com as ideias, mas irritado com a falta de polimento em certas mecânicas.

No fim das contas é um jogo com personalidade que vale a pena pra quem curte stealth com um toque experimental e não se importa de perdoar alguns tropeços técnicos. Se você quer algo muito redondo e justo do começo ao fim, talvez se frustre. Se gosta de ideias estranhas e de ser surpreendido, tem bastante aqui pra divertir.

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Capa do jogo Call of the Sea
Call of the Sea
Call of the Sea
(4.5)

Call of the Sea me prendeu por causa da atmosfera e da narrativa íntima. O visual colorido da ilha e a trilha sonora criam um clima curioso e meio nostálgico que combina bem com a ambientação dos anos 1930. A protagonista tem motivações pessoais que funcionam como fio condutor e me deixaram interessado em descobrir o que havia de verdade por trás das anotações e cartas espalhadas pelo mapa.

Os quebra-cabeças são o centro do jogo: muitos são inteligentes e integrados ao ambiente, o que deu uma sensação boa de descoberta. Ainda assim, alguns se repetem na mecânica e outros ficam um pouco no limiar entre “desafio” e “achismo”, o que me frustrou ocasionalmente. Não tem combate nem tensão constante, então a experiência é bem mais contemplativa — ótimo se você curte narrativas e exploração, talvez menos para quem quer ação.

No fim gostei bastante, principalmente pelo jeito como a história se fecha e pelas escolhas de estilo do jogo. É curto e deixa vontade de ter mais, mas para quem busca uma aventura narrativa com personalidade, vale a pena.

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Capa do jogo Planet of Lana
Planet of Lana
Planet of Lana
(4.0)

Joguei Planet of Lana na vibe de quem curte indies com identidade forte, e ele entrega justamente isso: visual pintado à mão, animações caprichadas e uma paleta de cores que me prendeu desde o primeiro cenário. A história é simples e contada de forma silenciosa, mais pela ambientação e pelas interações com o meu companheiro Mui do que por diálogos, o que funciona bem para criar uma sensação melancólica e às vezes tensa.

O gameplay mistura plataforma, puzzles e furtividade de maneira relaxada — não é daqueles jogos que te sacode o tempo todo. Mui traz mecânicas interessantes que fazem os quebra-cabeças fluírem, mas esperava um pouco mais de variedade no design de desafios; em alguns trechos deu um sentimento de repetição e uns poucos momentos de tentativa e erro que me deixaram impaciente. A trilha sonora casa muito bem com as imagens e segura bem o clima emotivo do jogo.

No geral, é uma experiência curta, bonita e com personalidade. Não é perfeito — falta profundidade em certas mecânicas e poderia ser um pouco mais ousado nos puzzles — mas vale cada hora se você curte jogos com foco em atmosfera e arte mais do que desafio cru.

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Capa do jogo Tinykin
Tinykin
Tinykin
(4.0)

Joguei Tinykin esperando algo bonitinho e me deparei com um jogo que soube misturar plataforma, quebra-cabeças e aquela sensação de descoberta de forma bem honesta. A ideia de reunir criaturas minúsculas com habilidades diferentes para avançar é simples, mas rende momentos criativos e às vezes bem divertidos.

Os cenários são charmosos, com um estilo visual colorido e modelo low-poly que funciona muito bem com a escala “gigante” das coisas ao redor. Espero que tenha uma continuação.

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Capa do jogo Infernax
Infernax
Infernax
(4.0)

Joguei Infernax com aquele sentimento de nostalgia, mas também com a expectativa de algo que traga identidade própria — e ele entrega isso. O pixel art 8‑bit é proposital e bem feito, a trilha encaixa legal e a jogabilidade é direta: combate pesado, magias divertidas e chefes que realmente exigem aprende‑e‑reaplica. A exploração tem recompensa e as escolhas na história deram um tempero inesperado, fiquei curioso pelas variações de final.

Nem tudo é perfeito: rolar por mapas antigos e voltar por caminhos já batidos às vezes cansa, e há picos de dificuldade que soam meio injustos — teve momentos que me deixaram irritado por morrer por pequenos erros. Ainda assim a sensação geral é de um jogo que respeita o jogador e não tenta se esconder atrás de artifícios modernos, é honesto na proposta retrô.

Se você curte indies com personalidade e quer um desafio com cara de clássico, Infernax me pegou mais vezes do que não. Achei criativo na narrativa e sólido no gameplay, mesmo com algumas falhas de ritmo.

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Capa do jogo Nobody Saves the World
Nobody Saves the World
Nobody Saves the World
(4.5)

Joguei Nobody Saves the World por várias horas e gostei do jeito como ele transforma a ideia de dungeon crawler em um laboratório de formas. O esquema de mudar de forma e combinar habilidades te deixa fazendo experimentos o tempo todo — tem uma satisfação real em descobrir uma sinergia boba que funciona, e isso mostra identidade criativa que eu valorizo muito em indies.

O jogo é leve no bom sentido: humor simples, arte carismática e trilha sonora que combina com o tom. A progressão de formas e as missões te puxam pra frente, mas confesso que depois de um tempo a repetição das masmorras e algumas tarefas de fetch começam a aparecer. Não é ruim, só às vezes senti que a estrutura segura demais as ideias mais ousadas.

No fim das contas foi uma experiência divertida e com personalidade; recomendo pra quem curte experimentar builds e quer algo com charme em vez de fórmulas seguras. Pra mim vale bastante, mas quem procura um ARPG profundo e sem grind pode se frustrar um pouco.

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