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Capa do jogo RoboCop: Rogue City
RoboCop: Rogue City
RoboCop: Rogue City
(4.0)

Em RoboCop: Rogue City o jogo realmente acerta na ambientação e no feeling do personagem. A sensação de peso dos tiros, o som do capacete e as vozes (o RoboCop com a timbre conhecido funciona muito bem) te colocam no papel do policial cibernético numa Detroit suja e cheia de neon. As partes de investigação e os tiroteios mais cadenciados se alternam num ritmo que me agradou: não é só sair atirando, tem momentos de checar evidências e agir com calma.

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Capa do jogo Disney Dreamlight Valley
Disney Dreamlight Valley
Disney Dreamlight Valley
(4.0)

Cara, Disney Dreamlight Valley apela pelo coração de fã: construir a vila, conversar com personagens clássicos e fazer quests leves dá uma sensação gostosa de estar numa mistura de vida tranquila com aventura leve.

Dá pra passar um bom tempo ajeitando a ilha, decorando casas e colecionando lembranças dos personagens.

Os gráficos são charmosos, estilo cartunesco bonito, e a trilha sonora combina muito bem com o clima, deixa tudo acolhedor. As interações com os personagens são o grande trunfo: ver a Minnie, o Stitch ou o surpreendente comportamento de outros NPCs rende várias risadas e pequenos momentos épicos.

O jogo também evolui com temporadas e eventos que renovam as coisas sem perder a pegada casual.

Nem tudo é perfeito: a progressão às vezes fica lenta e senti que tem muita repetição em certas tarefas, e as microtransações para itens cosméticos/premium aparecem mais do que eu gostaria. Dá para jogar sem pagar, mas alguns atalhos tiram parte da graça. Ainda assim, para quem curte Disney e jogos de vida/simulação, entrega muita diversão e charme. Nota: 4.0

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Capa do jogo Kirby: Star Allies
Kirby: Star Allies
Kirby: Star Allies
(4.5)

Kirby: Star Allies foi uma delícia boba. O sistema de recrutar inimigos e combinar habilidades rende uns momentos bem criativos. Os visuais são coloridos e caprichados, e a trilha sonora fica na cabeça. Às vezes eu só queria ficar explorando os cenários mesmo sem pressa.

No geral, é um jogo leve, acessível e cheio de charme. Curti bastante, recomendo pra quem curte platformers tranquilos e coop sem stress.

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Capa do jogo ONE PIECE: PIRATE WARRIORS 4
ONE PIECE: PIRATE WARRIORS 4
ONE PIECE: PIRATE WARRIORS 4
(4.0)

Jogar ONE PIECE: PIRATE WARRIORS 4 foi uma baita adrenalina. É aquela fórmula musou no melhor estilo One Piece: controlar o Luffy e sair quebrando multidões com habilidades exageradas é absurdamente satisfatório. As lutas têm impacto, os especiais enchem a tela e dá uma sensação épica quando você limpa um mapa cheio de inimigos — me diverti demais nessas pancadarias.

A campanha abrange muitos arcos (incluindo Wano) e rende momentos bem legais com os personagens, embora a história venha bem condensada e às vezes perca nuances importantes. Os gráficos são coloridos e as animações dos golpes têm presença, a trilha sonora dá o ritmo certo, mas tem missão que virou repetição e a câmera às vezes complica em áreas congestionadas. Também senti que alguns personagens são subutilizados, mesmo com um elenco gigante.

No geral é um prato cheio para quem curte ver os personagens de One Piece em ação e quer combate simples, frenético e visualmente bombástico. Não é profundo nem super variado, mas entrega diversão imediata — pra mim vale muito a pena se você gosta do universo e de pancadaria estilo musou. Nota: 4.0

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Capa do jogo Cars 3: Driven to Win
Cars 3: Driven to Win
Cars 3: Driven to Win
(3.5)

Joguei Cars 3: Driven to Win e gostei do que ele se propõe: corridas arcade rápidas, personagens carismáticos do filme e um visual bem fiel ao universo da Pixar. As pistas têm trechos legais pra drift e manobras, e as habilidades especiais deixam as disputas divertidas. É ideal pra jogar com a família ou com quem curte algo mais leve e casual.

Não é perfeito: fica repetitivo, a IA dá umas escapadas com aquele efeito de “rubberband” e senti falta de mais variedade em desafios a longo prazo.

Ainda assim, os controles respondem bem na maior parte do tempo e a sensação de acelerar com o Relâmpago é gostosa. No fim, é um título que diverte principalmente públicos mais jovens ou quem quer uma experiência sem complicação.

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Capa do jogo Super Mario Odyssey
Super Mario Odyssey
Super Mario Odyssey
(5.0)

Cara, Super Mario Odyssey é uma daquelas experiências que te deixa com sorriso bobo no rosto. A mecânica do Cappy muda tudo: possuir inimigos e objetos abre soluções criativas pra plataformas e puzzles, e eu sempre ficava curioso pra ver o que o próximo reino ia trazer. A exploração é solta e recompensadora — pegar luas escondidas vira um vício gostoso.

Os mundos são variados e cheios de personalidade, a trilha sonora gruda na cabeça e os visuais têm charme tanto nas partes mais cartunescas quanto nas mais detalhadas. Só senti às vezes umas luas meio repetitivas ou pequenas sessões onde a câmera se enrola, mas nada que quebre a diversão.

No fim das contas é um jogo que acerta demais em brincar com o senso de descoberta e com controles que respondem bem. Me diverti do começo ao fim e ainda volto pra caçar umas luas que deixei pra trás.

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Capa do jogo Marvel's Midnight Suns
Marvel's Midnight Suns
Marvel's Midnight Suns
(4.5)

A mistura de tática por turnos com cartas dá um ritmo diferente ao combate — é tenso organizar suas jogadas, montar combos com os heróis e sempre rola aquela sensação boa quando uma rodada dá certinho. A montagem do baralho deixa cada luta com cara de “minha estratégia”, o que me prendeu mais do que eu esperava.

Nem tudo é perfeito: algumas missões repetem fórmulas e o ritmo cai em certos trechos, e às vezes o balanceamento pede atenção (senti que algumas builds sobram enquanto outras demoram a engrenar). Ainda assim, se você curte tática com um tempero de RPG e é fã de Marvel, é fácil se envolver. Eu saí com vontade de jogar mais e experimentar outras composições de time.

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Capa do jogo Guardiões da Galáxia da Marvel
Guardiões da Galáxia da Marvel
Guardiões da Galáxia da Marvel
(4.5)

Jogar Marvel’s Guardians of the Galaxy foi uma mistura boa de diversão e carinho pelos personagens. A história é bem entregue, cheia de piadas no timing certo e uns momentos mais emotivos que realmente me pegaram desprevenido — a interação entre a equipe é o que carrega o jogo, e dá vontade de ver mais daquela galera. As vozes e a escrita ajudam muito nisso, parece que você está num filme dos Guardiões mesmo.

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Capa do jogo Dead Cells
Dead Cells
Dead Cells
(4.5)

Joguei Dead Cells viciado por algumas noites e gostei demais da combinação de Roguelike com vibe metroidvania. O combate é rápido e responsivo — acerta com espada, atira com arma secundária, rola, aprende a respirar entre golpes. A pixel art é charmosa e a trilha casa bem com a atmosfera, sem fingir ser mais do que é. Curti como cada arma muda seu ritmo de jogo e dá vontade de experimentar tudo.

O sistema de progressão ajuda a não ficar amarrado na frustração: você morre, perde a run, mas volta com desbloqueios que realmente importam. Isso faz o loop ser viciante. Ainda assim, depois de muitas horas algumas áreas e encontros ficam repetitivos e tem golpes meio “puxa-saco” que pegam você desprevenido. Chega a frustrar às vezes, especialmente nos chefes mais nervosos.

No fim, é um jogo que recomendo pra quem gosta de experimentar armas e builds e aceita morrer bastante enquanto aprende. Me diverti muito, senti vontade de continuar tentando, e raramente me pareceu seguro demais ou genérico — tem personalidade. Nota: 4.5

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Capa do jogo Slay the Spire
Slay the Spire
Slay the Spire
(4.5)

Slay the Spire me fisgou desde o primeiro combate. A mistura de construção de deck com escolhas de caminho no mapa e relics imprevisíveis deixa cada partida única — às vezes você monta uma sinergia absurda, outras vezes é só improviso mesmo. O combate é simples de aprender, mas rende decisões táticas interessantes, especialmente contra chefes e encontros que forçam você a repensar sua estratégia na hora.

Os personagens têm identidades próprias e as cartas/vantagens vão abrindo possibilidades muito boas conforme você vai desbloqueando itens e runas. A progressão por ascensões dá um senso de objetivo a longo prazo, e o jogo recompensa quem aprende a lidar com risco e RNG. Só achei que, em algumas runs, a aleatoriedade pode engolir a sua estratégia e deixar uma sensação de frustração quando um bom combo nunca aparece.

Visualmente é simples, a trilha sonora casa bem com o ritmo e tudo funciona com fluidez. Se você curte roguelike com foco em decisões e construção de deck, é uma experiência viciante.

Me diverti muito com esse jogo.

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Capa do jogo NieR: Automata
NieR: Automata
NieR: Automata
(4.5)

Cara, NieR: Automata me pegou desde os primeiros minutos — o combate é rápido, fluido e surpreendentemente versátil, misturando hack-and-slash com picos de bullet-hell que me deixaram empolgado em várias lutas. Pulei entre estilos de jogo, upgrades e chips com vontade, e os chefes têm momentos realmente épicos; dá aquela sensação de aprender e melhorar a cada encontro.

A história é o que mais me derrubou: começa meio misteriosa e vai ficando cada vez mais pesada e triste, com reviravoltas que me pegaram de surpresa. Os personagens têm química forte e a trilha sonora é simplesmente sensacional — em vários momentos fiquei com o nó na garganta. Tecnicamente o jogo tem um visual bonito e uma ambientação pós-apocalíptica que funciona muito bem, mas alguns sidequests acabam sendo repetitivos e em certos trechos senti um pouco de backtracking desnecessário.

No fim das contas, é uma experiência que vale muito a pena se você curte ação com narrativa densa e vontade de explorar múltiplos finais. Me deixou animado e também meio abalado em partes — justo o tipo de jogo que eu queria jogar.

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Capa do jogo Sifu
Sifu
Sifu
(4.0)

Sifu é um soco na cara — no bom sentido. O combate é brutalmente satisfatório: cada bloqueio, esquiva e contra-ataque tem peso e resposta imediata. Me peguei comemorando combos perfeitos e xingando quando um erro bobo me custou a vida. A mecânica de envelhecimento é genial, dá um significado real a morrer e faz cada escolha importar de verdade.

A curva de dificuldade é dura, mas justa; você aprende por tentativa e erro e a sensação de evolução é constante. Os cenários e inimigos repetem padrões, então depois de muitas runs a fórmula aparece, mas ainda assim é viciante tentar a próxima estratégia para vencer um chefe. Só senti às vezes câmeras apertadas em espaços pequenos e alguns picos de dificuldade que parecem meio injustos.

A história é simples, quase um pano de fundo, mas isso não atrapalha o foco no combate. A estética e a trilha combinam com a pegada de artes marciais e deixam cada luta mais imersiva. No fim das contas, é um jogo que exige paciência e recompensa quem persevera.

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Capa do jogo Moving Out 2
Moving Out 2
Moving Out 2
(4.0)

Joguei Moving Out 2 com a galera e sai com um sorriso bobo — é caos controlado na medida certa. A física continua hilária, cada mudança vira uma coreografia desajeitada entre empurrar móveis, arremessar geladeiras e tentar não destruir a casa inteira. Tem momentos que eu ri alto quando alguém decide lançar o sofá pela janela sem pensar duas vezes.

Os mapas são criativos, com desafios novos e uns gadgets bem doidos que deixam tudo mais variado. Visual cartunesco e trilha com batida leve ajudam demais a manter o clima de festa. Às vezes a câmera atrapalha em espaços apertados e dá umas broncas no controle de quem não coordena bem o time, o que gera umas frustrações rápidas — mas nada que estrague a diversão. Depois de muitas partidas dá pra sentir um pouco de repetição, mas ainda é ótimo para jogar com amigos.

No fim das contas é aquele multiplayer casual que entrega risadas garantidas e partidas memoráveis; não é perfeito, mas faz exatamente o que promete: bagunçar e divertir. Nota pra mim: 4.0

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Capa do jogo High on Life
High on Life
High on Life
(4.0)

Cara, High on Life é aquele jogo que te pega pelo absurdo desde o primeiro minuto. As armas falantes são um show à parte — sério, eu fiquei rindo das reações delas entre uma explosão e outra — e o humor meio doido funciona na maior parte do tempo.

Jogabilidade é simples e gostosa: mira, move, usa habilidade das armas.

Tem uns momentos de plataforma e puzzle que quebram bem o ritmo. Visualmente é colorido e com personalidade, e as vozes ajudam muito a vender o tom bizarro do jogo.

Uma pena não estar em português.

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Capa do jogo Hades
Hades
Hades
(5.0)

Cara, Hades me pegou de jeito. O combate é ágil, com cada arma tendo personalidade própria e as bênçãos dos deuses virando a partida de forma divertida e imprevisível. Dá uma sensação ótima de aprendizado: você sente que tá melhorando a cada tentativa, mesmo quando quando apanha.

A história é surpreendentemente bem encaixada no loop roguelike. Não esperava isso. Os diálogos entre as tentativas são o que mais me prendeu. Os personagens têm carisma e as pequenas cenas entre encontros ajudam a transformar a repetição em curiosidade, querendo ver o que vai acontecer a seguir. A trilha sonora e a dublagem (Em inglês) são incríveis — ajudam demais a mergulhar no clima.

Se tiver uma ressalva, é que a repetição de locais e inimigos pode cansar se você for daqueles que prefere variedade absoluta, mas o sistema de progressão e as múltiplas opções de builds seguram muito bem. No geral, é um jogo que me divertiu demais e me deixou sempre querendo “só mais uma tentativa”.

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Capa do jogo Cyberpunk 2077
Cyberpunk 2077
Cyberpunk 2077
(4.0)

Cara, que viagem Night City é — visualmente o jogo me prendeu logo de cara. A atmosfera, a trilha sonora e a direção de arte funcionam demais; tem hora que eu realmente me senti dentro daquele caos neon. A atuação do elenco (o Johnny do Keanu chama atenção) dá vida às missões mais importantes e tem quests secundárias que me surpreenderam pela escrita.

Depois dos patches o jogo melhorou muito: bugs que me irritaram no lançamento estão bem menores e a performance no PC/next-gen está bem mais estável. O gunplay melhorou, mas ainda achei alguns combates meio bagunçados; o sistema de cyberware e build é viciante e dá prazer montar o personagem do seu jeito. Dirigir nunca foi o ponto forte pra mim, e a cidade às vezes parece vazia em áreas menos importantes, mas as histórias e escolhas compensam.

No geral saí satisfeito — não é perfeito, ainda tem arestas, mas jogar agora vale a pena se você curte RPGs com ambientação forte e muitas possibilidades de build. Eu me diverti, tive momentos épicos e outros frustrantes, mas foi uma experiência que ficou na memória.

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Capa do jogo Mullet Madjack
Mullet Madjack
Mullet Madjack
(5.0)

Uma jogo fluido e cheio de adrenalina! Incrivel jogo criado por brasileiro.

Faz tempo que um título não me enche de estresse e empolgação ao mesmo tempo, enquanto corro desesperado pra me manter vivo, chutando samurais e caras com motosserra a cada oportunidade.

Esse jogo transborda estilo e carisma.

Adoro todas as referências a memes, animes e games dos anos 90, mechas e tudo mais no meio do caminho.

Ele também manda bem na hora de variar a jogabilidade, jogando elementos novos na mistura, upgrades fresquinhos pra testar e desafios que evoluem conforme você sobe os andares da Nakamura Plaza.

As transições insanas entre capítulos e chefes, levando pra cutscenes absurdamente legais, fizeram dessa uma montanha-russa inesquecível que vai ficar na memória por um bom tempo. As poucas dores de cabeça iniciais sumiram, e eu me tornei um com o mullet! Recomendo demais, desde que você não tenha epilepsia e fique bem na foto!

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Capa do jogo Rematch
Rematch
Rematch
(4.0)

Pra mim Rematch é o melhor jogo de futebol da atualidade... Achei muito divertido em todos os aspectos e com os amigos fica melhor ainda...

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Capa do jogo Elden Ring: Nightreign
Elden Ring: Nightreign
Elden Ring: Nightreign
(4.5)

É surpreendente, mas: Nightreign representa exatamente o que eu mais gosto na Fromsoft. Este jogo deveria ser chato. São tantas coisas que você não quer no papel que parece um jogo chato... Mas jogá-lo de verdade? A história é completamente diferente – e isso é Fromsoft em sua essência.

Eles são implacavelmente comprometidos com "o jogo", mesmo às custas de todo o resto, no fim das contas. Nightreign não é brincadeira: adições criativas de combate com lutas contra chefes de primeira linha e quase nada mais.

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Capa do jogo Blue Prince
Blue Prince
Blue Prince
(4.5)

Jogo incrível e excepcionalmente bom de quebra-cabeças. Poucos jogos me cativaram tanto quanto este. Explorar a narrativa e os mistérios mais profundos do jogo foi algo especial.

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Capa do jogo South Park: The Stick of Truth
South Park: The Stick of Truth
South Park: The Stick of Truth
(4.0)

Sempre ouvi que Stick of Truth era bom, mas só peguei porque estava barato e descobri que foi feito pela Obsidian. Pode parecer estranho dizer isso, mas Stick of Truth é uma experiência de South Park super imersiva. Os criadores originais participaram do projeto e eles conseguiram fazer o jogo parecer e funcionar exatamente como o desenho. É literalmente como jogar um episódio da série, a ponto de eu mal perceber onde termina a cutscene e começa o gameplay. Dá pra explorar toda a cidade, interagir com os personagens clássicos, fazer side quests engraçadas e encontrar colecionáveis. E mesmo sem acompanhar o desenho há muitos anos, fiquei surpreso com a quantidade de piadas que ainda consegui entender — o jogo celebra bastante a história da série. E claro, não economiza naquele humor grotesco e nas críticas sociais que sempre foram a marca registrada da coisa toda. Algumas partes até foram censuradas na versão europeia, mas eles tiraram sarro disso também, colocando uma tela engraçada explicando o que foi cortado. Achei ótimo que o jogo é um RPG em um cenário moderno, onde as crianças usam espadas de brinquedo e tacos de beisebol, mesmo com toda a loucura típica de South Park. Comparar com Earthbound talvez seja exagero, mas o tipo de charme é parecido pra mim.

Falando do jogo em si, é um RPG por turnos claramente inspirado nos RPGs do Mario. Tem aquele esquema de apertar o botão na hora certa pra dar mais dano ou defender melhor, com ataques especiais que exigem sequências curtas de comandos. E pra minha surpresa, é bem divertido e até tem um bom nível de estratégia, principalmente se você quiser vencer sem passar sufoco. Tem bastante foco em empilhar buffs e debuffs, entender quais inimigos priorizar e como lidar com cada tipo. Como sua vida e mana se recuperam completamente depois de cada batalha, o jogo realmente espera que você aprenda a bloquear direito. Inclusive, posso dizer oficialmente que um dos chefes mais difíceis que já enfrentei em um jogo foi… o Al Gore. Já o ManBearPig foi tranquilo. O jogo também faz questão de se datar, com piadas sobre zumbis nazistas (lembra dessa moda?), o personagem sendo o Dragonborn do Skyrim, e seu nível de poder baseado em quantos amigos você tem no Facebook. Um verdadeiro retrato de 2014.

Contra todas as expectativas, Stick of Truth foi uma baita surpresa e uma experiência super divertida que não se arrasta demais. Terminou e eu fiquei pensando que talvez eu devesse mesmo dar uma chance pros RPGs do Mario. Não sei ainda se vou jogar o Fractured But Whole, mas também não tenho motivo pra não tentar. Enfim, jogo bem legal, me diverti bastante.

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Capa do jogo The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered
The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered
The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered
(4.5)

Oblivion Remastered foi um dos segredos mais mal guardados da indústria nos últimos anos. Mesmo com tantos vazamentos e rumores, eu mantinha um pé atrás. Sempre fico preocupado quando um clássico vai receber um remake ou remaster, porque tem aquele receio de que o jogo perca sua alma original em troca de gráficos mais bonitos. E quando vazaram as primeiras imagens, uma semana antes do anúncio oficial, fiquei encarando por vários minutos sem saber direito o que sentir. Era real. Meu jogo favorito de todos os tempos estava sendo refeito do zero. Eu achei que nunca veria isso acontecer — ou que, se acontecesse, iriam estragar tudo.

Mas ver o anúncio oficial da Bethesda me acalmou bastante. Mesmo sendo uma recriação do zero, eles estavam chamando de remaster e deixando claro que queriam manter o estilo e o charme do original. Se conseguiram ou não, só o tempo vai dizer, mas já representa uma mudança interessante na forma como a gente discute remakes hoje em dia.

A Virtuous recriou Cyrodiil com muito cuidado e o resultado é aquele sentimento viciante de “novo, mas familiar”. O nível de detalhe impressiona. Uma imagem do portão dos esgotos imperiais no último vazamento me marcou bastante. As ruínas Ayleid agora têm padrões nas paredes, e não são mais só blocos brancos. Armas e armaduras também receberam atenção especial. A Espada Longa de Prata, a Armadura Sombria... tudo tem muito mais presença agora. Até a armadura Daedrica, que eu nunca gostei muito, ficou estilosa. O jogo está visualmente muito bonito, como se espera hoje em dia, mas o que realmente me chamou atenção foi a iluminação. As masmorras no começo foram um espetáculo à parte por causa disso. Só que, como sempre, o impacto visual acaba se tornando secundário depois de algumas dezenas de horas. O que realmente importa está além disso.

O que mais me conquistou foram as mudanças mecânicas. A parte de combate e o sistema de evolução de habilidades foram muito bem ajustados, ficando num meio-termo interessante entre o Oblivion original e Skyrim. O combate ganhou peso, os golpes têm impacto real, e os inimigos reagem de forma convincente. A barra de fadiga agora serve pra algo, e bloquear sem energia resulta num stagger garantido. Como fã de furtividade, foi ótimo ver que usar adagas faz sentido agora — o dano em ataques furtivos é bem mais alto. Não explorei muito o combate desarmado nessa jogada, mas adorei ver que virou uma versão melhorada do que Morrowind tentou fazer. Quero muito testar um personagem focado só em isso depois.

O sistema de progressão também ficou excelente. Agora, ao invés de depender de min-maxing absurdo como no original, você ganha 12 pontos por nível e distribui como quiser, com limites por atributo. Isso, pra mim, foi a melhor mudança de todas. Deixou o jogo mais livre e divertido sem punir quem só quer jogar do jeito que prefere.

Algumas habilidades foram reformuladas de forma interessante. As de Armas agora têm efeitos adicionais em níveis mais altos, e a habilidade de Comércio finalmente ficou usável e recompensadora. Pela primeira vez em milhares de horas de Oblivion, consegui ter um personagem com 100 em Mercantilismo, e sem precisar forçar a barra. Os comerciantes também têm mais ouro e inventários variados, o que torna a interação com eles mais interessante, mesmo que não mude drasticamente o jogo. Outras mudanças mecânicas também ajudam muito o remaster a se destacar em relação ao original. Teria sido legal se as escolas de magia recebessem habilidades novas também, mas pelo menos Destruição e Restauração agora evoluem em um ritmo aceitável.

Joguei toda minha campanha na dificuldade Adept e achei o equilíbrio bem melhor. As lutas no começo tinham desafio real, e quando cheguei nos níveis mais altos, os inimigos não viravam mais esponjas de dano como antes. Ainda não sou fã do sistema de recompensas escaladas por nível, mas já conheço o jogo o bastante pra saber o que pegar cedo e o que deixar pra depois.

No quesito sonoro, eles acertaram em cheio. Manteram as vozes originais e a trilha sonora, que são a alma do Oblivion pra mim. Adicionaram algumas novas dublagens que casam muito bem com o resto, e ouvir o tema principal na cena final da história foi um toque especial. A trilha clássica é insubstituível, e fico feliz que tenham respeitado isso.

Os personagens também estão mais bonitos — especialmente as raças não-humanas. Argonianos e Khajiit agora parecem mesmo seres reptilianos ou felinos, não só humanos com uma máscara. Elfos têm um visual mais alienígena, como deveriam. Os Redguards também estão muito bem feitos. E agora tem barba decente! Claro, alguns humanos ainda estão presos no vale da estranheza visual, mas nada que comprometa. E ainda podemos criar monstros bizarros no criador de personagens, como manda a tradição.

No fim das contas, ainda é Oblivion. Ainda é o jogo que eu amo, com suas qualidades e defeitos. Não senti que nada foi "estragado", e a pergunta final é: esse remaster substitui o original pra mim? A resposta curta é sim. As melhorias mecânicas são tão boas que com certeza vou voltar a essa versão mais de uma vez. Mas a resposta longa é não. Ainda prefiro as cores vibrantes e a vibe única do original. A combinação perfeita pra mim seria uma mistura dos visuais do original com os ajustes de gameplay do remaster.

Também tem a questão técnica. Jogo o original no Series S com 60fps e sem loading. O remaster, rodando na Unreal Engine 5, ainda sofre um pouco no modo Performance no PS5. Mas mesmo assim, acho que o remaster vai ser a porta de entrada ideal pra muita gente descobrir ou redescobrir Oblivion. E o melhor: eles não estragaram tudo. As duas versões podem existir juntas, e eu fico feliz por poder aproveitar ambas.

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Capa do jogo Silent Hill 2
Silent Hill 2
Silent Hill 2
(4.5)

Contra todas as expectativas, a Bloober conseguiu transformar Silent Hill 2 para a nova geração em um dos melhores remakes de videogame já feitos. O jogo reimagina e aprimora todos os aspectos que antes exigiam certa tolerância para serem apreciados, tornando-se agora a versão definitiva desse clássico do horror japonês.

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Capa do jogo Clair Obscur: Expedition 33
Clair Obscur: Expedition 33
Clair Obscur: Expedition 33
(5.0)

Fui jogar achando que o hype era alto demais pra ser verdade, mas mesmo com algumas críticas, a verdade é que o jogo me conquistou. (Sem spoilers – pode ler tranquilo antes de comprar.)

Vamos aos destaques positivos primeiro, que felizmente são a maior parte da experiência:

A trilha sonora é simplesmente espetacular.
É uma composição rica, criativa, que transita entre diferentes estilos com elegância. Os vocais da Alice Dupont-Pecier são lindos e emocionantes, trazendo vida e profundidade à ambientação do jogo. E a participação do Victor Borba (conhecido por DMC5) também ficou sensacional.

A história é envolvente e cheia de reviravoltas.
Logo no final do primeiro ato, um plot twist me pegou completamente desprevenido — foi aí que percebi que Expedition 33 queria fazer algo diferente. Em vez de seguir os clichês que a gente já espera dos RPGs, o jogo opta por um enredo mais ousado e misterioso, sem entregar todas as respostas de imediato. Quando tudo se encaixa no final, a sensação de recompensa é enorme.

Os personagens são bem construídos e únicos.
Nada de vilão caricato ou herói sem profundidade aqui. O destaque vai para as personagens femininas, que têm camadas e desenvolvimento que raramente vemos em RPGs. Todo mundo nesse universo tem suas cicatrizes, mas o jogo lida com isso de maneira sincera, sem cair no drama exagerado.

O combate é excelente e exige habilidade.
A inspiração em Lost Odyssey é clara, principalmente nos elementos de batalha por turnos com interações em tempo real. O sistema de defesa com "parry" e esquiva traz um dinamismo raro nesse tipo de jogo, e recompensa quem joga bem. Cada personagem tem um estilo bem definido, e há muitas possibilidades de customização.

Agora, algumas críticas para equilibrar:

O design de níveis às vezes atrapalha.
Embora as lamparinas que indicam o caminho sejam criativas, faltou um mapa em várias áreas. A câmera também se reposiciona toda vez após um combate, o que deixa tudo ainda mais confuso em locais parecidos. A justificativa no lore não me convenceu – se há diários espalhados por expedições antigas, por que não mapas?

Viajar pode ser cansativo.
O sistema de fast travel demora demais pra ser liberado. Em vários momentos, precisei correr por vários minutos só pra voltar a um ponto anterior. Também não dá pra usar o fast travel direto no mapa do mundo, nem voltar a ele com facilidade até bem tarde na campanha. E pra fazer upgrade nos equipamentos, é necessário acampar – o que exige que você volte manualmente ao ponto de entrada da área.

O final do Ato 2 é corrido demais.
Uma quantidade enorme de informação é despejada de uma vez só, o que deixa difícil acompanhar tudo. Seria ótimo se houvesse um recurso no menu para revisar os eventos e informações da história, como vemos em alguns outros RPGs, tipo Final Fantasy XVI.

Esses pontos negativos não estragam o jogo, mas pequenas melhorias de qualidade de vida — quem sabe em um patch ou edição atualizada — poderiam deixá-lo ainda mais próximo da perfeição.

Resumo da ópera? Expedition 33 é um baita RPG. Tem tudo pra influenciar tanto futuros títulos quanto aqueles antigos aos quais voltamos com carinho. Visualmente impressionante, com jogabilidade afiada e uma trilha sonora marcante, é incrível saber que tudo isso foi feito por uma equipe de apenas 30 pessoas, com um preço mais acessível que o normal.

Se ele vai ser lembrado por anos ou sumir com o tempo, só saberemos depois. Mas pra quem curte RPGs com personalidade, eu recomendo fortemente dar uma chance.

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