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Jogando agora: Rematch
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alan_gamer

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Visão geral Jogos 30 Atividade Avaliações 29 Tópicos Listas Seguidores Seguindo 1
Todas 29 Com texto 29
Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 4,5

Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 tem um elenco enorme, os combates são rápidos e tem uma sensação muito boa de caos controlado, com transformação, golpe especial e troca de personagem acontecendo o tempo todo. Pra mim, isso já deixa muita luta com cara de episódio clássico do anime (que sou muito fã).

O que mais me pegou foi a quantidade absurda de conteúdo e como o jogo ainda hoje é divertido de pegar pra jogar umas partidas. Nem tudo é perfeito, porque a câmera e alguns controles podem incomodar, mas sinceramente isso acaba ficando pequeno perto da diversão que ele entrega. É fácil entender por que tanta gente ainda fala dele com tanto carinho.

Avaliação · há 7 meses · 7 leituras 0 Ler a avaliação
The Forest 4,5

No começo The Forest parece só aquele survival tenso de sobreviver na mata, mas rapidinho o clima fica pesado de um jeito que dá vontade de olhar para todos os lados o tempo todo. Construir abrigo, buscar comida e sair explorando a ilha funciona muito bem, e a parte de enfrentar os canibais realmente deixa tudo mais nervoso.

O que mais gostei foi como o jogo consegue misturar liberdade com medo constante. Você pode passar um bom tempo montando base e se preparando, mas sempre tem alguma coisa estranha acontecendo por perto. A atmosfera é muito boa e o som ajuda demais nisso, porque qualquer barulho já te deixa em alerta. Ao mesmo tempo, dá pra sentir que às vezes a sobrevivência vira um pouco repetitiva, principalmente quando você só quer organizar as coisas sem ser incomodado.

Mesmo assim, é aquele tipo de jogo que prende fácil se você curte tensão e exploração. Não é bonzinho com o jogador e eu achei isso um ponto forte, porque cada avanço parece conquistado de verdade.

Avaliação · há 7 meses · 11 leituras 0 Ler a avaliação
Planet Coaster 4,5

Planet Coaster é aquele tipo de jogo que te prende sem você perceber. No começo parece só um gerenciador de parque, mas quando você começa a mexer nas montanhas-russas e ver a galera reagindo, dá vontade de ficar horas ajustando cada detalhe. É bem divertido construir tudo do seu jeito e também curti bastante o clima leve do jogo, que deixa a experiência bem gostosa de jogar.

Ao mesmo tempo, ele não é só relaxante. Tem bastante coisa pra controlar e, se você quiser fazer um parque realmente bonito e funcionando bem, o jogo cobra atenção. Em alguns momentos a interface pode parecer meio cheia demais, mas nada que estrague a diversão. O visual é lindo e as animações dão muito vida ao parque, então mesmo quando você só fica observando os visitantes andando, já vale a pena.

No fim, Planet Coaster é aquele jogo perfeito pra quem gosta de criar e perder a noção do tempo mexendo em cada canto do parque. É viciante, charmoso e tem uma liberdade que faz muita diferença.

Avaliação · há 7 meses · 5 leituras 0 Ler a avaliação
Symphonia 4

Symphonia tem um visual 2D bem bonito, com aquele jeito meio delicado que combina muito com a proposta, e a trilha sonora ajuda demais a criar uma atmosfera que fica na cabeça. A parte de movimentação e plataforma é gostosa de controlar, então mesmo quando eu travava em alguma sequência, ainda dava vontade de tentar de novo.

Ao mesmo tempo, senti que o jogo vai mais pela vibe e pela sensação de jornada do que por inventar demais. Em alguns momentos ele é mais tranquilo do que eu esperava.

Mas no geral foi uma experiência bem charmosa, daquelas que funcionam porque tudo parece encaixar direitinho.

Avaliação · há 7 meses · 6 leituras 0 Ler a avaliação
Saints Row IV: Re-Elected 4

Cara, Saints Row IV: Re-Elected é uma explosão de maluquice que dá vontade de rir e sair destruindo tudo com superpoderes. Jogar como presidente do país enquanto enfrenta uma invasão alienígena numa cidade virtual é tão sem filtro que funciona demais — pulos altos, correr no ar e atirar coisas são simplesmente divertidos e viciantes. A liberdade de brincar com as habilidades transforma até missões repetitivas em momentos engraçados.

Visualmente a remaster ajuda: tudo está mais nítido e com algumas melhorias, mas não espere um salto gráfico absurdo. A trilha sonora e o clima são ótimos para manter a adrenalina, e o humor normalmente acerta, mesmo quando exagera demais. Tem momentos em que as missões viram mais do mesmo e alguns bugs aparecem, mas nada que quebre a diversão principal.

Se você curte sandbox sem vergonha na cara, trilha sonora bacana e puro caos com poderes, vale muito a pena. Não é perfeito, mas é um dos jogos mais divertidos que joguei só pra surtar um pouco e dar risada — eu me diverti bastante.

Avaliação · há 7 meses · 8 leituras 0 Ler a avaliação
RoboCop: Rogue City 4

Em RoboCop: Rogue City o jogo realmente acerta na ambientação e no feeling do personagem. A sensação de peso dos tiros, o som do capacete e as vozes (o RoboCop com a timbre conhecido funciona muito bem) te colocam no papel do policial cibernético numa Detroit suja e cheia de neon. As partes de investigação e os tiroteios mais cadenciados se alternam num ritmo que me agradou: não é só sair atirando, tem momentos de checar evidências e agir com calma.

Avaliação · há 8 meses · 6 leituras 0 Ler a avaliação
Disney Dreamlight Valley 4

Cara, Disney Dreamlight Valley apela pelo coração de fã: construir a vila, conversar com personagens clássicos e fazer quests leves dá uma sensação gostosa de estar numa mistura de vida tranquila com aventura leve.

Dá pra passar um bom tempo ajeitando a ilha, decorando casas e colecionando lembranças dos personagens.

Os gráficos são charmosos, estilo cartunesco bonito, e a trilha sonora combina muito bem com o clima, deixa tudo acolhedor. As interações com os personagens são o grande trunfo: ver a Minnie, o Stitch ou o surpreendente comportamento de outros NPCs rende várias risadas e pequenos momentos épicos.

O jogo também evolui com temporadas e eventos que renovam as coisas sem perder a pegada casual.

Nem tudo é perfeito: a progressão às vezes fica lenta e senti que tem muita repetição em certas tarefas, e as microtransações para itens cosméticos/premium aparecem mais do que eu gostaria. Dá para jogar sem pagar, mas alguns atalhos tiram parte da graça. Ainda assim, para quem curte Disney e jogos de vida/simulação, entrega muita diversão e charme. Nota: 4.0

Avaliação · há 8 meses · 8 leituras 0 Ler a avaliação
Kirby: Star Allies 4,5

Kirby: Star Allies foi uma delícia boba. O sistema de recrutar inimigos e combinar habilidades rende uns momentos bem criativos. Os visuais são coloridos e caprichados, e a trilha sonora fica na cabeça. Às vezes eu só queria ficar explorando os cenários mesmo sem pressa.

No geral, é um jogo leve, acessível e cheio de charme. Curti bastante, recomendo pra quem curte platformers tranquilos e coop sem stress.

Avaliação · há 8 meses · 7 leituras 0 Ler a avaliação
ONE PIECE: PIRATE WARRIORS 4 4

Jogar ONE PIECE: PIRATE WARRIORS 4 foi uma baita adrenalina. É aquela fórmula musou no melhor estilo One Piece: controlar o Luffy e sair quebrando multidões com habilidades exageradas é absurdamente satisfatório. As lutas têm impacto, os especiais enchem a tela e dá uma sensação épica quando você limpa um mapa cheio de inimigos — me diverti demais nessas pancadarias.

A campanha abrange muitos arcos (incluindo Wano) e rende momentos bem legais com os personagens, embora a história venha bem condensada e às vezes perca nuances importantes. Os gráficos são coloridos e as animações dos golpes têm presença, a trilha sonora dá o ritmo certo, mas tem missão que virou repetição e a câmera às vezes complica em áreas congestionadas. Também senti que alguns personagens são subutilizados, mesmo com um elenco gigante.

No geral é um prato cheio para quem curte ver os personagens de One Piece em ação e quer combate simples, frenético e visualmente bombástico. Não é profundo nem super variado, mas entrega diversão imediata — pra mim vale muito a pena se você gosta do universo e de pancadaria estilo musou. Nota: 4.0

Avaliação · há 8 meses · 5 leituras 0 Ler a avaliação
Cars 3: Driven to Win 3,5

Joguei Cars 3: Driven to Win e gostei do que ele se propõe: corridas arcade rápidas, personagens carismáticos do filme e um visual bem fiel ao universo da Pixar. As pistas têm trechos legais pra drift e manobras, e as habilidades especiais deixam as disputas divertidas. É ideal pra jogar com a família ou com quem curte algo mais leve e casual.

Não é perfeito: fica repetitivo, a IA dá umas escapadas com aquele efeito de “rubberband” e senti falta de mais variedade em desafios a longo prazo.

Ainda assim, os controles respondem bem na maior parte do tempo e a sensação de acelerar com o Relâmpago é gostosa. No fim, é um título que diverte principalmente públicos mais jovens ou quem quer uma experiência sem complicação.

Avaliação · há 8 meses · 4 leituras 0 Ler a avaliação
Super Mario Odyssey 5

Cara, Super Mario Odyssey é uma daquelas experiências que te deixa com sorriso bobo no rosto. A mecânica do Cappy muda tudo: possuir inimigos e objetos abre soluções criativas pra plataformas e puzzles, e eu sempre ficava curioso pra ver o que o próximo reino ia trazer. A exploração é solta e recompensadora — pegar luas escondidas vira um vício gostoso.

Os mundos são variados e cheios de personalidade, a trilha sonora gruda na cabeça e os visuais têm charme tanto nas partes mais cartunescas quanto nas mais detalhadas. Só senti às vezes umas luas meio repetitivas ou pequenas sessões onde a câmera se enrola, mas nada que quebre a diversão.

No fim das contas é um jogo que acerta demais em brincar com o senso de descoberta e com controles que respondem bem. Me diverti do começo ao fim e ainda volto pra caçar umas luas que deixei pra trás.

Avaliação · há 8 meses · 105 leituras 1 Ler a avaliação
Marvel's Midnight Suns 4,5

A mistura de tática por turnos com cartas dá um ritmo diferente ao combate — é tenso organizar suas jogadas, montar combos com os heróis e sempre rola aquela sensação boa quando uma rodada dá certinho. A montagem do baralho deixa cada luta com cara de “minha estratégia”, o que me prendeu mais do que eu esperava.

Nem tudo é perfeito: algumas missões repetem fórmulas e o ritmo cai em certos trechos, e às vezes o balanceamento pede atenção (senti que algumas builds sobram enquanto outras demoram a engrenar). Ainda assim, se você curte tática com um tempero de RPG e é fã de Marvel, é fácil se envolver. Eu saí com vontade de jogar mais e experimentar outras composições de time.

Avaliação · há 8 meses · 5 leituras 0 Ler a avaliação
Guardiões da Galáxia da Marvel 4,5

Jogar Marvel’s Guardians of the Galaxy foi uma mistura boa de diversão e carinho pelos personagens. A história é bem entregue, cheia de piadas no timing certo e uns momentos mais emotivos que realmente me pegaram desprevenido — a interação entre a equipe é o que carrega o jogo, e dá vontade de ver mais daquela galera. As vozes e a escrita ajudam muito nisso, parece que você está num filme dos Guardiões mesmo.

Avaliação · há 8 meses · 9 leituras 0 Ler a avaliação
Dead Cells 4,5

Joguei Dead Cells viciado por algumas noites e gostei demais da combinação de Roguelike com vibe metroidvania. O combate é rápido e responsivo — acerta com espada, atira com arma secundária, rola, aprende a respirar entre golpes. A pixel art é charmosa e a trilha casa bem com a atmosfera, sem fingir ser mais do que é. Curti como cada arma muda seu ritmo de jogo e dá vontade de experimentar tudo.

O sistema de progressão ajuda a não ficar amarrado na frustração: você morre, perde a run, mas volta com desbloqueios que realmente importam. Isso faz o loop ser viciante. Ainda assim, depois de muitas horas algumas áreas e encontros ficam repetitivos e tem golpes meio “puxa-saco” que pegam você desprevenido. Chega a frustrar às vezes, especialmente nos chefes mais nervosos.

No fim, é um jogo que recomendo pra quem gosta de experimentar armas e builds e aceita morrer bastante enquanto aprende. Me diverti muito, senti vontade de continuar tentando, e raramente me pareceu seguro demais ou genérico — tem personalidade. Nota: 4.5

Avaliação · há 8 meses · 10 leituras 0 Ler a avaliação
Slay the Spire 4,5

Slay the Spire me fisgou desde o primeiro combate. A mistura de construção de deck com escolhas de caminho no mapa e relics imprevisíveis deixa cada partida única — às vezes você monta uma sinergia absurda, outras vezes é só improviso mesmo. O combate é simples de aprender, mas rende decisões táticas interessantes, especialmente contra chefes e encontros que forçam você a repensar sua estratégia na hora.

Os personagens têm identidades próprias e as cartas/vantagens vão abrindo possibilidades muito boas conforme você vai desbloqueando itens e runas. A progressão por ascensões dá um senso de objetivo a longo prazo, e o jogo recompensa quem aprende a lidar com risco e RNG. Só achei que, em algumas runs, a aleatoriedade pode engolir a sua estratégia e deixar uma sensação de frustração quando um bom combo nunca aparece.

Visualmente é simples, a trilha sonora casa bem com o ritmo e tudo funciona com fluidez. Se você curte roguelike com foco em decisões e construção de deck, é uma experiência viciante.

Me diverti muito com esse jogo.

Avaliação · há 8 meses · 98 leituras 1 Ler a avaliação
NieR: Automata 4,5

Cara, NieR: Automata me pegou desde os primeiros minutos — o combate é rápido, fluido e surpreendentemente versátil, misturando hack-and-slash com picos de bullet-hell que me deixaram empolgado em várias lutas. Pulei entre estilos de jogo, upgrades e chips com vontade, e os chefes têm momentos realmente épicos; dá aquela sensação de aprender e melhorar a cada encontro.

A história é o que mais me derrubou: começa meio misteriosa e vai ficando cada vez mais pesada e triste, com reviravoltas que me pegaram de surpresa. Os personagens têm química forte e a trilha sonora é simplesmente sensacional — em vários momentos fiquei com o nó na garganta. Tecnicamente o jogo tem um visual bonito e uma ambientação pós-apocalíptica que funciona muito bem, mas alguns sidequests acabam sendo repetitivos e em certos trechos senti um pouco de backtracking desnecessário.

No fim das contas, é uma experiência que vale muito a pena se você curte ação com narrativa densa e vontade de explorar múltiplos finais. Me deixou animado e também meio abalado em partes — justo o tipo de jogo que eu queria jogar.

Avaliação · há 8 meses · 98 leituras 1 Ler a avaliação
Sifu 4

Sifu é um soco na cara — no bom sentido. O combate é brutalmente satisfatório: cada bloqueio, esquiva e contra-ataque tem peso e resposta imediata. Me peguei comemorando combos perfeitos e xingando quando um erro bobo me custou a vida. A mecânica de envelhecimento é genial, dá um significado real a morrer e faz cada escolha importar de verdade.

A curva de dificuldade é dura, mas justa; você aprende por tentativa e erro e a sensação de evolução é constante. Os cenários e inimigos repetem padrões, então depois de muitas runs a fórmula aparece, mas ainda assim é viciante tentar a próxima estratégia para vencer um chefe. Só senti às vezes câmeras apertadas em espaços pequenos e alguns picos de dificuldade que parecem meio injustos.

A história é simples, quase um pano de fundo, mas isso não atrapalha o foco no combate. A estética e a trilha combinam com a pegada de artes marciais e deixam cada luta mais imersiva. No fim das contas, é um jogo que exige paciência e recompensa quem persevera.

Avaliação · há 8 meses · 20 leituras 1 Ler a avaliação
Moving Out 2 4

Joguei Moving Out 2 com a galera e sai com um sorriso bobo — é caos controlado na medida certa. A física continua hilária, cada mudança vira uma coreografia desajeitada entre empurrar móveis, arremessar geladeiras e tentar não destruir a casa inteira. Tem momentos que eu ri alto quando alguém decide lançar o sofá pela janela sem pensar duas vezes.

Os mapas são criativos, com desafios novos e uns gadgets bem doidos que deixam tudo mais variado. Visual cartunesco e trilha com batida leve ajudam demais a manter o clima de festa. Às vezes a câmera atrapalha em espaços apertados e dá umas broncas no controle de quem não coordena bem o time, o que gera umas frustrações rápidas — mas nada que estrague a diversão. Depois de muitas partidas dá pra sentir um pouco de repetição, mas ainda é ótimo para jogar com amigos.

No fim das contas é aquele multiplayer casual que entrega risadas garantidas e partidas memoráveis; não é perfeito, mas faz exatamente o que promete: bagunçar e divertir. Nota pra mim: 4.0

Avaliação · há 8 meses · 106 leituras 1 Ler a avaliação
High on Life 4

Cara, High on Life é aquele jogo que te pega pelo absurdo desde o primeiro minuto. As armas falantes são um show à parte — sério, eu fiquei rindo das reações delas entre uma explosão e outra — e o humor meio doido funciona na maior parte do tempo.

Jogabilidade é simples e gostosa: mira, move, usa habilidade das armas.

Tem uns momentos de plataforma e puzzle que quebram bem o ritmo. Visualmente é colorido e com personalidade, e as vozes ajudam muito a vender o tom bizarro do jogo.

Uma pena não estar em português.

Avaliação · há 8 meses · 123 leituras 1 Ler a avaliação
Hades 5

Cara, Hades me pegou de jeito. O combate é ágil, com cada arma tendo personalidade própria e as bênçãos dos deuses virando a partida de forma divertida e imprevisível. Dá uma sensação ótima de aprendizado: você sente que tá melhorando a cada tentativa, mesmo quando quando apanha.

A história é surpreendentemente bem encaixada no loop roguelike. Não esperava isso. Os diálogos entre as tentativas são o que mais me prendeu. Os personagens têm carisma e as pequenas cenas entre encontros ajudam a transformar a repetição em curiosidade, querendo ver o que vai acontecer a seguir. A trilha sonora e a dublagem (Em inglês) são incríveis — ajudam demais a mergulhar no clima.

Se tiver uma ressalva, é que a repetição de locais e inimigos pode cansar se você for daqueles que prefere variedade absoluta, mas o sistema de progressão e as múltiplas opções de builds seguram muito bem. No geral, é um jogo que me divertiu demais e me deixou sempre querendo “só mais uma tentativa”.

Avaliação · há 8 meses · 175 leituras 1 Ler a avaliação
Cyberpunk 2077 4

Cara, que viagem Night City é — visualmente o jogo me prendeu logo de cara. A atmosfera, a trilha sonora e a direção de arte funcionam demais; tem hora que eu realmente me senti dentro daquele caos neon. A atuação do elenco (o Johnny do Keanu chama atenção) dá vida às missões mais importantes e tem quests secundárias que me surpreenderam pela escrita.

Depois dos patches o jogo melhorou muito: bugs que me irritaram no lançamento estão bem menores e a performance no PC/next-gen está bem mais estável. O gunplay melhorou, mas ainda achei alguns combates meio bagunçados; o sistema de cyberware e build é viciante e dá prazer montar o personagem do seu jeito. Dirigir nunca foi o ponto forte pra mim, e a cidade às vezes parece vazia em áreas menos importantes, mas as histórias e escolhas compensam.

No geral saí satisfeito — não é perfeito, ainda tem arestas, mas jogar agora vale a pena se você curte RPGs com ambientação forte e muitas possibilidades de build. Eu me diverti, tive momentos épicos e outros frustrantes, mas foi uma experiência que ficou na memória.

Avaliação · há 8 meses · 120 leituras 1 Ler a avaliação
Mullet Madjack 5

Uma jogo fluido e cheio de adrenalina! Incrivel jogo criado por brasileiro.

Faz tempo que um título não me enche de estresse e empolgação ao mesmo tempo, enquanto corro desesperado pra me manter vivo, chutando samurais e caras com motosserra a cada oportunidade.

Esse jogo transborda estilo e carisma.

Adoro todas as referências a memes, animes e games dos anos 90, mechas e tudo mais no meio do caminho.

Ele também manda bem na hora de variar a jogabilidade, jogando elementos novos na mistura, upgrades fresquinhos pra testar e desafios que evoluem conforme você sobe os andares da Nakamura Plaza.

As transições insanas entre capítulos e chefes, levando pra cutscenes absurdamente legais, fizeram dessa uma montanha-russa inesquecível que vai ficar na memória por um bom tempo. As poucas dores de cabeça iniciais sumiram, e eu me tornei um com o mullet! Recomendo demais, desde que você não tenha epilepsia e fique bem na foto!

Avaliação · há 9 meses · 110 leituras 1 Ler a avaliação
Rematch 4

Pra mim Rematch é o melhor jogo de futebol da atualidade... Achei muito divertido em todos os aspectos e com os amigos fica melhor ainda...

Avaliação · em jun. 2025 · 132 leituras 1 Ler a avaliação
Elden Ring: Nightreign 4,5

É surpreendente, mas: Nightreign representa exatamente o que eu mais gosto na Fromsoft. Este jogo deveria ser chato. São tantas coisas que você não quer no papel que parece um jogo chato... Mas jogá-lo de verdade? A história é completamente diferente – e isso é Fromsoft em sua essência.

Eles são implacavelmente comprometidos com "o jogo", mesmo às custas de todo o resto, no fim das contas. Nightreign não é brincadeira: adições criativas de combate com lutas contra chefes de primeira linha e quase nada mais.

Avaliação · em jun. 2025 · 206 leituras 1 Ler a avaliação
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