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  1. BrunoCarv
1

BrunoCarv

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Capa do jogo The Texas Chain Saw Massacre
The Texas Chain Saw Massacre
The Texas Chain Saw Massacre
(3.5)

The Texas Chain Saw Massacre me passou uma sensação boa de tensão, porque ele realmente acerta na ideia de ficar sempre em alerta. Jogando com amigos ou contra uma equipe organizada, dá pra ter partidas bem intensas, e o clima do filme está ali, com aquele som sufocante e a sensação constante de que qualquer erro vira problema. A proposta assimétrica funciona melhor quando a partida encaixa, mas também dá pra sentir que o jogo depende muito do time, então sozinho a experiência pode virar frustração rápido.

O que mais me pegou foi a atmosfera, que é bem feita, e o jeito como cada partida tenta criar aquele caos controlado. Mas também tem uns momentos em que a repetição aparece forte, e a curva de aprendizado não é exatamente amigável. Não achei um jogo perfeito nem de longe, mas ele tem identidade e sabe entregar tensão de um jeito que poucos desse tipo conseguem.

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Capa do jogo Roboquest
Roboquest
Roboquest
(4.0)

Joguei Roboquest achando que ia ser mais um roguelite genérico, mas a sensação de movimento e o tiroteio rápido me pegaram. É divertido pular, escorregar e sair atirando em enxames de inimigos enquanto as armas têm peso e cada encontro vira um pequeno quebra-cabeça de posicionamento. Visual neon e trilha eletrônica combinam bem com o ritmo frenético.

Depois de algumas runs ficou claro que o loop pode cansar: a aleatoriedade ajuda na diversão, mas também gera picos de dificuldade meio injustos e progressão que às vezes parece morosa. Ainda assim, quando o jogo encaixa (arma boa, build que funciona), é das experiências mais prazerosas para partidas rápidas. Eu recomendo se você curte shooters ágeis.

Eu me diverti bastante, mas queria mais variedade a longo prazo.

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Capa do jogo Far Cry 6
Far Cry 6
Far Cry 6
(4.0)

Far Cry 6 entrega o básico muito bem: tiroteio tá sólido, as armas tem umas bizarrices divertidas e o combate é sempre satisfatório quando acerta o ritmo. O mapa é bonito e cheio de cantos pra explorar, embora isso também leve a muita repetição com o tempo.

Giancarlo Esposito rouba as cenas como o vilão e trouxe uma presença que salva boa parte da narrativa, mas a campanha em si oscila entre cenas fortes e missões secundárias bem genéricas. Os companheiros animais (tipo aquele cachorro que aparece em trailer) dão um charme e uns momentos inesperados, mas não escondem que a fórmula da Ubisoft já começa a cansar se você procura inovação real.

Tecnicamente o jogo fica bonito nas máquinas mais potentes, embora tenha notado pop-in e alguns bugs em momentos esquisitos; nada que quebre a experiência, só irrita às vezes. A trilha combina com o clima e a progressão é agradável se você curte destravar upgrades e armas. No fim das contas é um Far Cry competente: diverte, tem seus altos e baixos, e vale pra quem gosta do estilo, mas não é uma reviravolta na série.

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Capa do jogo Resident Evil 2
Resident Evil 2
Resident Evil 2
(4.5)

Sou meio difícil de impressionar com remakes, mas o Resident Evil 2 (remake) me pegou. A ambientação é sufocante: luz, som e os cenários recriados deixam tudo tenso o tempo todo. O combate em terceira pessoa dá sensação de fragilidade sem ser frustrante demais, e ver o Mr. X aparecer num corredor é puro pânico real, funciona como deveria.

A história é a mesma que já conheciamos, só que contada com mais cuidado. Leon e Claire têm momentos bons, os puzzles são simples mas encaixam, e o game equilibra bem exploração e tensão. Reclamo só da repetição de alguns inimigos e da campanha ser relativamente curta se você for só passando, mas os cenários A/B e extras garantem replay.

No geral é execução de primeira: visual, trilha e direção de arte muito bons, poucas falhas que não atrapalham a experiência. Se gosta de survival horror bem feito, é compra obrigatória pra mim.

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Capa do jogo Titanfall 2
Titanfall 2
Titanfall 2
(4.5)

Joguei Titanfall 2 de novo e continua sendo aquele jogo que me pega pelas mecânicas antes de mais nada. A campanha é curta, mas muito bem escrita. O tiroteio é preciso e a movimentação de piloto, com parkour e wall-running, é viciante.

No multiplayer, a combinação piloto + titã entrega combates rápidos e com profundidade. É uma sensação ótima. Problema é que faltou conteúdo a longo prazo e a comunidade nunca ficou gigantesca, então alguns modos e mapas acabam virando repetição.

Tecnicamente ainda segura bem a barra: gráficos e trilha sonora ajudam a imersão sem forçar a barra.

É um jogão... Merecia mais reconhecimento e continuação

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Capa do jogo Death Stranding
Death Stranding
Death Stranding
(4.0)

A primeira impressão em Death Stranding é de estranheza, muita caminhada, muita logística, mas a atenção aos detalhes nas animações, no clima e na trilha sonora te puxa pra dentro. Visualmente é impressionante e a ambientação tem momentos que realmente funcionam como cinema jogável.

A mecânica de transporte e gerenciamento de carga é o coração da experiência e, quando acerta, é incrivelmente satisfatória: achar rotas, equilibrar peso, improvisar com ferramentas... tem uma sensação tátil que poucos jogos conseguem reproduzir. Por outro lado, o ritmo é bem lento e tem trechos arrastados. Combate e inimigos nunca chegam a ser o ponto alto, o foco mesmo é a travessia e isso pode irritar quem espera ação constante.

O sistema social assíncrono é uma sacada bacana — pequenas contribuições de outros jogadores aparecem de forma orgânica — e o elenco é carismático, embora a história fique às vezes confusa e excessivamente dramática. No saldo, é uma experiência singular: exige paciência, mas recompensa quem topa o passeio com ideias e execução fora do comum.

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Capa do jogo Metal: Hellsinger
Metal: Hellsinger
Metal: Hellsinger
(4.0)

Jogo surpreendeu mais do que eu esperava. A mistura de FPS com ritmo funciona bem, atirar no tempo da música muda tudo. A sensação é de estar num concerto caótico onde cada tiro conta. A trilha sonora é o que segura o jogo, faixas pesadas e variações com vocalistas convidados que deixam os combates absurdamente satisfatórios quando você acerta a batida.

Contudo não é perfeito. Mapas e inimigos acabam se repetindo demais, e depois de algumas horas a novidade perde um pouco o fôlego.

No geral, é uma ideia original muito bem realizada, mas que podia ser um pouco maior e mais diversa. Curti bastante, principalmente se você curte metal e quer algo direto e intenso, sem enrolação.

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Capa do jogo Halo Infinite
Halo Infinite
Halo Infinite
(4.0)

Joguei Halo Infinite com bastante expectativa e, na maior parte do tempo, o jogo entrega o que promete: o combate é gostoso, as armas têm peso e o gancho faz muita diferença — me pegou de surpresa várias vezes por permitir abordagens criativas. A sensação de ser Master Chief volta com força; os tiroteios e a liberdade do mapa aberto funcionam bem quando você quer improvisar uma missão à la sandbox.

A história me deixou um pouco dividido. Há momentos bons e a trilha sonora encaixa bem nas cenas, mas o enredo às vezes perde foco e o vilão não chega a impressionar tanto quanto em jogos antigos da série. Visualmente é caprichado, embora dê pra notar reutilização de assets em áreas maiores e a IA dos inimigos pode ser irregular: ora desafia, ora fica previsível.

No multiplayer, a base é sólida e competitiva, mesmo com problemas iniciais no sistema de progressão que melhoraram depois. Saí satisfeito, mais por causa do gameplay do que pela narrativa, e continuo achando que é um grande retorno da franquia com espaço pra refinamento. Nota justa pra mim: 4.0.

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