Joguei Halo Infinite com bastante expectativa e, na maior parte do tempo, o jogo entrega o que promete: o combate é gostoso, as armas têm peso e o gancho faz muita diferença — me pegou de surpresa várias vezes por permitir abordagens criativas. A sensação de ser Master Chief volta com força; os tiroteios e a liberdade do mapa aberto funcionam bem quando você quer improvisar uma missão à la sandbox.
A história me deixou um pouco dividido. Há momentos bons e a trilha sonora encaixa bem nas cenas, mas o enredo às vezes perde foco e o vilão não chega a impressionar tanto quanto em jogos antigos da série. Visualmente é caprichado, embora dê pra notar reutilização de assets em áreas maiores e a IA dos inimigos pode ser irregular: ora desafia, ora fica previsível.
No multiplayer, a base é sólida e competitiva, mesmo com problemas iniciais no sistema de progressão que melhoraram depois. Saí satisfeito, mais por causa do gameplay do que pela narrativa, e continuo achando que é um grande retorno da franquia com espaço pra refinamento. Nota justa pra mim: 4.0.