Trocar os tiros do primeiro Control por combate corpo a corpo combina com Dylan, e explorar os bairros distorcidos de Manhattan tem um ritmo melhor do que ficar preso a corredores. O problema é que os golpes básicos demoram a ganhar peso. Alguns inimigos aguentam pancada demais, então os primeiros confrontos ficam repetitivos antes de liberar mais opções de combate.
Com novas habilidades, as lutas passam a pedir mais atenção ao posicionamento e ao uso dos poderes, e as áreas interligadas dão motivo para sair da rota principal. Curti essa mudança de gênero, mas a progressão inicial segura demais o combate que deveria ser o ponto forte. A exploração e as missões paralelas ajudam a manter o interesse, embora nem todo desvio compense.