The Witcher começou nos games em 2007, quando a CD Projekt Red adaptou o universo literário de Andrzej Sapkowski para um RPG de computador. Em vez de recontar os livros, o jogo deu continuidade às aventuras de Geralt de Rívia, um bruxo treinado e alterado por mutações para caçar monstros. A perda de memória do protagonista serviu como porta de entrada para esse mundo de reinos em conflito, magia e preconceito.
A série combina exploração, diálogos e combates com espadas, sinais mágicos e alquimia. Investigar uma criatura e preparar poções pode ser tão importante quanto enfrentá-la. Contratos de caça frequentemente revelam disputas humanas, e as decisões nem sempre oferecem uma saída justa para todos. Geralt é o centro dessa narrativa, mas suas relações com personagens como Yennefer, Triss e Ciri dão peso pessoal aos conflitos políticos e sobrenaturais.
The Witcher 2: Assassins of Kings aproximou o combate da ação e ampliou as ramificações da história, com caminhos bastante diferentes conforme as alianças do jogador. The Witcher 3: Wild Hunt levou essa estrutura a grandes regiões abertas, ligando a busca por Ciri a histórias locais e missões secundárias elaboradas.
O universo também ganhou outras formas de jogar. Gwent transformou as cartas em uma experiência própria, enquanto Thronebreaker combinou batalhas de cartas, exploração e decisões na campanha da rainha Meve. Entre os RPGs, a importância de The Witcher está sobretudo na integração entre escolhas, personagens e consequências, dando atenção narrativa tanto aos grandes conflitos quanto aos problemas de uma aldeia.