The Legend of Zelda: Ocarina of Time e a história até o 3D
Veja como exploração, combate e quebra-cabeças evoluíram dos primeiros jogos até Ocarina
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Veja como exploração, combate e quebra-cabeças evoluíram dos primeiros jogos até Ocarina
3.155 guias de 104 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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925 reviews escritas por 140 jogadores.
outro remake muito bem feito, apesar de algumas partes serem muito chatas e que faz voce ficar preso no game, vale a pena jogar pela história e pelos personagens.
Divertidozinho, lindo visualmente, fluído na movimentação, muito linear, nemesis fraco e no geral um jogo nota 7
FELIZ HALLOWEEN!!!
#ClubeDoJogo
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.
Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.
Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.
O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).
O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.
A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.
Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
* Borderlands 2 *
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O que dizer sobre essa Delícia?
Aqui estou eu viciado novamente nesse jogo, já tinha jogado igual um maluco no XB360 e agora na steam. Jogo fantástico e lotado de conteúdo, além da maravilhosa campanha principal, temos diversas missões secundárias divertidas e nada repetitivas
uma das melhores qualidades desse game é o seu Arsenal gigantesco e variado, diversos tipos de armas com os mais diversos elementos, chega a ser satisfatório testar cada arma e cada granada que dropa na sua frente. Falando em qualidades, o jogo tem 4 personagens ( podendo chegar até 6 com Dlc's) cada um com sua própria árvore de Habilidades e estilo de gameplay, todos estes detalhes (arsenal, personagens e árvore de upgrade) dão a possibilidade do jogador criar sua própria build de acordo ao seu gosto
O jogo é muito bem humorado e tem uma boa história, repleta de ação, aventura, personagens muito carismáticos e com bastante participação tanto na gameplay quanto na história ( Até os inimigos aleatórios são engraçados ). Simplesmente um DIAMANTE dos games, diversas missões secundárias que parecem missões principais de tão divertidas e bem feitas
Alguns detalhes chatos (pra algumas pessoas) como a posição da câmera, vortex chato que aparece quando você morre, não coletar Iridium só chegando perto e outros, podem ser corrigidos com mods, recomendo MUITO o vídeo do Filipe Ramos pois ele deixou tudo perfeitamente organizado, é só assistir o vídeo e seguir o passo a passo
- https://youtu.be/LyKZ-2_-yR4 -
Pra quem cometeu o erro de começar pelo Borderlands 3, pode sentir falta de alguns detalhes tipo a movimentação (não tem Slide)
Tenho medo de como vai ficar minha vida agora que tenho a oportunidade de jogar o terceiro, dormir pra que? Dormir não dá arma lendária
Clap Trap.... todo mundo te odeia mas eu te amo.
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| 10 |
Nota 7,5.
Gráficos bonitinhos, belas cores, baixa dificuldade, simples gameplay, excelentes funcionalidades do controle e direto ao ponto.
Tem várias referências forçadas, principalmente a aparelhos aleatórios da Sony. O padrão de gameplay não é desafiador nem nada, só sendo de desligar a mente e seguir em frente.
Pra proposta é um jogo/tech demo muito bom(a). Meu primeiro jogo zerado de PS5 (!) por recomendação do meu amigo/amante Marcelo.
* Milk inside a bag of milk inside a bag of milk*
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Este jogo surpreendente é uma visual novel de "terror psicológico", Acompanhamos uma protagonista sem nome que visita um mercado para comprar um saco de leite, mas é atormentada pelos seus traumas e problemas psicológicos. A história do game trás assuntos profundos e dolorosos de uma forma muito bem desenvolvida, quem sofre diariamente com problemas parecidos sabe o quanto é difícil fazer até a tarefa mais simples, como comprar um saco de leite em um mercado. O game consegue em pouco tempo, retratar bem a situação desagradável na mente da protagonista e transmitir ao "Jogador" o desconforto da situação
O jogo tem um visual retrô e é marcado pelo forte uso da cor vermelha com efeitos psicodélicos. Vale a pena dar uma chance ao jogo, levando em consideração sua profundidade, além do mais custa apenas R$ 3,49.
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| 8.8 |
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