Game of Thrones: Legends — Aerion ganha invocação em outubro
Evento reúne seis campeões lendários, incluindo Egg, Osha, Rhaenyra e Alicent
Evento reúne seis campeões lendários, incluindo Egg, Osha, Rhaenyra e Alicent
2.713 guias de 90 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
25 guias
152 guias
150 guias
53 guias
35 guias




921 reviews escritas por 139 jogadores.
Uma evolução em todos os aspectos se comparado ao de 2018, conta a história que queria contar, com um ritmo melhor ao anterior, dá ao jogador estilos de gameplays diferentes a se seguir, aumentando levemente a complexidade dos equipamentos, porém nada complicado de verdade, emocionante do começo ao fim, e dinâmico no estilo de jogo. Os inimigos estão mais inteligentes e perigosos, os bosses são maiores, tanto em tamanho quanto em números, missões secundárias que mudam o seu redor, que complementam personagens e cativam o jogador, a platina é de certo modo tranquila e divertida de fazer, no meu caso demorei 45h para platinar, uma das grandes experiências que eu já tive com jogos.
Incrível!
Completo de referências e contam história da Hot Wheels (e do antigo desenho Hot Wheels: AcceleRacers)!
Vale os 80 reais, tranquilo.
Quem aprovou essa loucura.
Não me entendam mal, mecanicamente RE6 é até competente, mas tematicamente é uma aberração comparado com qualquer outro RE numerado.
Nota 9.
Grande variedade de gameplay, gráfico melhor que o do anterior, história mais dramática, melhor exploração da lore dos Locust, personagens mais explorados, design de mundo lindo, batalha de motosserra pela primeira vez na franquia.
Algumas coisas abaixo. A batalha final é qualquer coisa, o filtro acizentado incomoda às vezes, tem umas arenas mais pro final sofríveis de chuva de inimigos e o os companheiros tem a pior IA de toda a franquia simplesmente não te revivendo com você do lado.
Enfim, baita jogo, gostosinho de jogar e melhora absolutamente tudo do primeiro jogo.
Oblivion Remastered foi um dos segredos mais mal guardados da indústria nos últimos anos. Mesmo com tantos vazamentos e rumores, eu mantinha um pé atrás. Sempre fico preocupado quando um clássico vai receber um remake ou remaster, porque tem aquele receio de que o jogo perca sua alma original em troca de gráficos mais bonitos. E quando vazaram as primeiras imagens, uma semana antes do anúncio oficial, fiquei encarando por vários minutos sem saber direito o que sentir. Era real. Meu jogo favorito de todos os tempos estava sendo refeito do zero. Eu achei que nunca veria isso acontecer — ou que, se acontecesse, iriam estragar tudo.
Mas ver o anúncio oficial da Bethesda me acalmou bastante. Mesmo sendo uma recriação do zero, eles estavam chamando de remaster e deixando claro que queriam manter o estilo e o charme do original. Se conseguiram ou não, só o tempo vai dizer, mas já representa uma mudança interessante na forma como a gente discute remakes hoje em dia.
A Virtuous recriou Cyrodiil com muito cuidado e o resultado é aquele sentimento viciante de “novo, mas familiar”. O nível de detalhe impressiona. Uma imagem do portão dos esgotos imperiais no último vazamento me marcou bastante. As ruínas Ayleid agora têm padrões nas paredes, e não são mais só blocos brancos. Armas e armaduras também receberam atenção especial. A Espada Longa de Prata, a Armadura Sombria... tudo tem muito mais presença agora. Até a armadura Daedrica, que eu nunca gostei muito, ficou estilosa. O jogo está visualmente muito bonito, como se espera hoje em dia, mas o que realmente me chamou atenção foi a iluminação. As masmorras no começo foram um espetáculo à parte por causa disso. Só que, como sempre, o impacto visual acaba se tornando secundário depois de algumas dezenas de horas. O que realmente importa está além disso.
O que mais me conquistou foram as mudanças mecânicas. A parte de combate e o sistema de evolução de habilidades foram muito bem ajustados, ficando num meio-termo interessante entre o Oblivion original e Skyrim. O combate ganhou peso, os golpes têm impacto real, e os inimigos reagem de forma convincente. A barra de fadiga agora serve pra algo, e bloquear sem energia resulta num stagger garantido. Como fã de furtividade, foi ótimo ver que usar adagas faz sentido agora — o dano em ataques furtivos é bem mais alto. Não explorei muito o combate desarmado nessa jogada, mas adorei ver que virou uma versão melhorada do que Morrowind tentou fazer. Quero muito testar um personagem focado só em isso depois.
O sistema de progressão também ficou excelente. Agora, ao invés de depender de min-maxing absurdo como no original, você ganha 12 pontos por nível e distribui como quiser, com limites por atributo. Isso, pra mim, foi a melhor mudança de todas. Deixou o jogo mais livre e divertido sem punir quem só quer jogar do jeito que prefere.
Algumas habilidades foram reformuladas de forma interessante. As de Armas agora têm efeitos adicionais em níveis mais altos, e a habilidade de Comércio finalmente ficou usável e recompensadora. Pela primeira vez em milhares de horas de Oblivion, consegui ter um personagem com 100 em Mercantilismo, e sem precisar forçar a barra. Os comerciantes também têm mais ouro e inventários variados, o que torna a interação com eles mais interessante, mesmo que não mude drasticamente o jogo. Outras mudanças mecânicas também ajudam muito o remaster a se destacar em relação ao original. Teria sido legal se as escolas de magia recebessem habilidades novas também, mas pelo menos Destruição e Restauração agora evoluem em um ritmo aceitável.
Joguei toda minha campanha na dificuldade Adept e achei o equilíbrio bem melhor. As lutas no começo tinham desafio real, e quando cheguei nos níveis mais altos, os inimigos não viravam mais esponjas de dano como antes. Ainda não sou fã do sistema de recompensas escaladas por nível, mas já conheço o jogo o bastante pra saber o que pegar cedo e o que deixar pra depois.
No quesito sonoro, eles acertaram em cheio. Manteram as vozes originais e a trilha sonora, que são a alma do Oblivion pra mim. Adicionaram algumas novas dublagens que casam muito bem com o resto, e ouvir o tema principal na cena final da história foi um toque especial. A trilha clássica é insubstituível, e fico feliz que tenham respeitado isso.
Os personagens também estão mais bonitos — especialmente as raças não-humanas. Argonianos e Khajiit agora parecem mesmo seres reptilianos ou felinos, não só humanos com uma máscara. Elfos têm um visual mais alienígena, como deveriam. Os Redguards também estão muito bem feitos. E agora tem barba decente! Claro, alguns humanos ainda estão presos no vale da estranheza visual, mas nada que comprometa. E ainda podemos criar monstros bizarros no criador de personagens, como manda a tradição.
No fim das contas, ainda é Oblivion. Ainda é o jogo que eu amo, com suas qualidades e defeitos. Não senti que nada foi "estragado", e a pergunta final é: esse remaster substitui o original pra mim? A resposta curta é sim. As melhorias mecânicas são tão boas que com certeza vou voltar a essa versão mais de uma vez. Mas a resposta longa é não. Ainda prefiro as cores vibrantes e a vibe única do original. A combinação perfeita pra mim seria uma mistura dos visuais do original com os ajustes de gameplay do remaster.
Também tem a questão técnica. Jogo o original no Series S com 60fps e sem loading. O remaster, rodando na Unreal Engine 5, ainda sofre um pouco no modo Performance no PS5. Mas mesmo assim, acho que o remaster vai ser a porta de entrada ideal pra muita gente descobrir ou redescobrir Oblivion. E o melhor: eles não estragaram tudo. As duas versões podem existir juntas, e eu fico feliz por poder aproveitar ambas.
Podre.
A primeira metade é até ok, mas a segunda... É a pior coisa q zerei nesses últimos anos, horrível.
Personagens sem graça, dramalhão forçado, reviravoltas fracas, partes inteiras filler (doutor assassino e boate do mafioso).
Poucos positivos são a premissa que é excelente, interatividade que em momentos é bem tensa, vibe geral noir é até legal, a música é bacana e o motion capture pra época era inovador (mesmo que hoje já seja ultrapassado).
Agora mais defeitos: Furo, MUITO furo de roteiro, parece real que falta sessões inteiras no jogo entre as cenas. O jogo é muito sexista, com a personagem feminina sendo inútil e mal escrita. Têm muitos quick times que são aleatórios e desnecessários tem. O Jayden é um personagem muito vazio, sem personalidade, assim como todos os outros. O flashback do vilão é péssimo, unidimensional e não responde nada do pq ele faz o que faz no presente. Ele quer que o pai das crianças seja melhor que o dele? Fazendo o que? Sequestrando crianças? Zero sentido.
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
Este site utiliza cookies, conforme explicado em nossa Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com as condições.