Call of Duty: Modern Warfare 4 — edição Cofre vale a pena?
Entenda o que vem na Edição Cofre e quais extras podem justificar o preço maior
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2.848 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
*Devil May Cry HD Collection*
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Está provavelmente vai ser uma das maiores análises que já escrevi, obviamente porque está coleção conta com os 3 primeiros jogos desta franquia que amo muito e me trás uma nostalgia absurda, então irei dividir está análise entre os 3 jogos. Zerei os 3 a primeira vez no PS2 e afirmo que foram experiências inesquecíveis, até porque meu interesse em Devil May Cry veio após ver meu pai jogando
Devil May Cry ↓
A história de DMC é muito confusa por conta de sua cronologia absurdamente bagunçada, que não envolve apenas os jogos, também inclui mangás e anime, falando apenas dos jogos... A cronologia é DMC 3, DMC 1 e depois o DMC 2. Então sim, tecnicamente este primeiro jogo é na verdade o segundo jogo em ordem cronológica kkkkkk. Fazendo um mega ultra resumo, Iniciando este primeiro jogo somos apresentados a um dos protagonistas mais fodões dos games, seu nome é Dante, ele é filho de um Demônio (que já morreu) chamado Esparta, O nome "Devil May Cry" vem do escritório de Dante, onde ele oferece serviços de Caçador de Demônios. Dante é praticamente imortal pelo fato de ser meio humano e meio Demônio, também tem diversas habilidades sobrenaturais que o auxiliam no combate contra seus inimigos
A campanha de Devil May Cry dura entre 5 a 8 horas dependendo de sua dificuldade, a gameplay é a pura fonte do Hack and slash, Dante possui armas brancas e armas de fogo, realiza diversos combos e pode ativar uma habilidade especial temporária chamada Devil trigger. O jogo é de 2001, então já vai tendo em mente que TUDO é datado no jogo, Sua gameplay é a mais lenta, seus gráficos os mais quadrados, sua câmera é mal posicionada e assim por diante... Mesmo assim, Devil May Cry foi um jogo revolucionário e inspirou diversos títulos de peso. A ambientação do jogo é muito bem feita e bastante inspirada em Castlevania, a trilha sonora do jogo é F0DA sem tirar nem por, os puzzles são legais, as batalhas contra chefes são bem feitas pra época, o jogo oferece uma grande variedade de inimigos, a história apesar de confusa é boa, protagonista incrível e marcante. É isso poh, jogo incrível, revolucionário e me marcou muito
Devil May Cry 2 ↓
Acredito que toda franquia tem seus autos e baixos, e é aqui que DMC abaixa MUITO. Devil May Cry 2 é sem dúvidas o pior jogo da franquia, com o pior enredo, pior jogabilidade, piores batalhas contra chefes e piores cenários. Cronologicamente este deveria ser o 3° jogo, novamente estamos na pele de Dante, que conhece uma caçadora de Demônios chamada Lucia e sem nenhum raio de motivo aparente, resolve se envolver em seus objetivos.
O jogo oferece duas campanhas, uma do Dante e uma da Lúcia, as duas campanhas são fracas e não trazem nada de especial. A gameplay é basicamente a mesma do primeiro jogo, muitos golpes e habilidades foram piorados e outros até foram simplesmente excluídos, o Arsenal do jogo diminuiu, se você achar o arsenal do Dante pequeno, o da Lúcia é ainda menor.
Os gráficos do jogo melhoraram porém sua ambientação ficou mais escura, a câmera é MUITO bugada, a dificuldade é ridiculamente fácil e a trilha sonora é ausente em diversos trechos. Então DMC 2 é injogavel? Não, é sempre divertido sair fatiando demônios, o que estou tentando dizer é que de todos os DMC, este aqui infelizmente é o pior. Além de sua qualidade questionável, DMC 2 não me deixava dar Alt+Tab, qualquer tentativa o jogo crashava :/
Devil May Cry 3 ↓
Este aqui eu já chamo de obra prima, não só porque é meu favorito, também o considero o melhor da franquia (ainda não joguei o 5). Todos os elementos dos dois primeiros jogos foram MUITO melhorados e novas mecânicas foram adicionadas.
Devil May Cry 3 tem um dos inícios mais frenéticos e marcantes de toda a saga, novamente estamos na pele do f0deroso Dante, que já começa fatiando os demônios que estão invadindo seu escritório e ao sair de lá percebe que a cidade está em ruinas, uma torre gigantesca surge e Dante vê seu irmão Vergil no topo dela. Dante tem o melhor desenvolvimento entre todos os jogos, aqui você realmente consegue ver um cara sarcástico e que não leva nada nem ninguém a sério, se tornando um homem mas responsável (sem perder sua incrível personalidade)
Assim como escrevi lá em cima, tudo melhorou, Gameplay, gráficos, personagens, ambientação, batalhas contra chefes, enredo e até mesmo o próprio Dante. A gameplay ficou absurdamente mais fluida e divertida, o game não tem mais aquela câmera horripilante, os combos agora são combos MESMO e em grande diversidade, o Arsenal aumentou muito, a dificuldade aumentou muito, a troca de armamentos durante a gameplay está bem mais fácil, a trilha sonora que já era muito boa... Ficou INCRÍVEL
O jogo adicionou uma nova mecânica de estilos, cada estilo muda a forma principal de combate do Dante, fazendo ele focar em defesa, outro fazendo focar no combate com armas de fogo e assim por diante, durante a campanha podemos desbloquear outros dois estilos
E assim eu finalizo a análise sobre está maravilhosa coleção de uma franquia que marcou muito minha infância, me lembro de brincar imaginando que eu era o Dante kkkkk
Devil May Cry sempre terá um espaço exclusivo no meu coração e não tem como eu não dar nota máxima pra essa saga, mesmo o 2 tendo despencado em Relação aos demais
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| 10 |
*The witcher 2*
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Faz tempo que estou enrolando pra escrever a análise desta maravilha de jogo, todo mundo que eu conheço conheceu essa trilogia por conta do sucesso gigantesco de The witcher 3, e nem todo mundo se aventura nos outros 2 jogos, agora posso afirmar que the Witcher 2 é sim um jogo incrível e merece ser jogado antes do 3
Obviamente, controlamos novamente o F0dastico Geralt de Rivia, que foi contratado para participar da guarda pessoal de um Rei e durante esse seu "trabalho", problemas acontecem e geram uma trilha pro Geralt seguir. O enredo do game é muito bem detalhado e profundo, os personagens são muito marcantes e bem carismáticos, o universo que foi construído para a trilogia The witcher dês do primeiro jogo, é simplesmente gigantesco e maravilhoso. Temos 4 finais diferentes (4 que mudam muito, 16 se for contar os que mudam apenas detalhes)
Só pra dar uma explicação, atualmente tenho 100 horas de the witcher 3 e não sofri metade do que sofri em The witcher 2 no quesito Dificuldade. Se você começou pelo 3, de início vai perceber que a jogabilidade é realmente mais lenta, mais da pra se acostumar perfeitamente em algumas horas, pra quem ainda não jogou o terceiro jogo, vou resumir o combate: Geralt pode realizar ataques fortes, ataques fracos, Bloquear ataques, utilizar sinais (poderes de bruxo), utilizar arremessaveis e esquivar. Algo que pode causar encômodo nos novos jogadores, é a falta do cavalo, mesmo se tratando de um mapa praticamente semi aberto, ter que percorrer todos os trajetos a pé, as vezes enche o saco
The witcher 2 é um baita RPG, Geralt tem sua árvore de upgrades, os diálogos com Npc's são bem completos e tem diversas opções, as lutas contra chefes são realmente muito boas e a ambientação do jogo é F A N T A S T I C A. Os gráficos do jogo são surpreendentemente bons pra um game de 2011 e a trilha sonora é impecável
Mesmo parecendo que eu escrevi muita coisa, não abordei nem 60% do jogo nesta minha análise, resolvi "resumir" tudo e deixar que tirem suas próprias conclusões jogando, o game tá custando R$ 59,99 em seu preço cheio, mas sempre tem ótimas promoções (as vezes até um pacote completo incluindo os 3 jogos). É isso, pode jogar essa obra prima sem medo, recomendo aproveitar cada momento do jogo e prestar atenção em cada diálogo
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| 10 |
*Cult of the Lamb*
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Esse jogo foi uma ótima surpresa em 2024. Eu não esperava encontrar tanta quantidade de conteúdo e mecânicas variadas. No entanto, embora o jogo tenha muitos pontos positivos, algumas coisas não são tão bem elaboradas quanto poderiam. Ele combina elementos de roguelike, gerenciamento de recursos e construção de base em uma experiência única, com uma estética fofa e macabra (sim, nunca pensei que essas duas palavras pudessem ser usadas na mesma frase).
O jogador controla um cordeiro condenado, que é sacrificado por quatro antigos deuses conhecidos como os Bispos do Antigo Credo. Esses Bispos governam o mundo e tentam impedir o retorno de uma entidade divina chamada "Aquele Que Espera". Após ser sacrificado, o cordeiro é ressuscitado por essa entidade aprisionada, que deseja vingança contra os Bispos. Em troca de sua vida, o cordeiro precisa fundar um culto, reunir seguidores e derrotar os quatro Bispos para libertá-lo. O jogo gira em torno de três objetivos principais:
- Converter e cuidar de seguidores.
- Expandir e evoluir sua base, e consequentemente, seu culto.
- Entrar em diversas áreas de combate no estilo "Hades" para derrotar os Bispos.
A narrativa mistura sarcasmo, ironia e temas religiosos, criando um enredo interessante e único
A parte de combate lembra bastante Hades, mas em uma versão bem mais simples. O jogo oferece ação frenética em masmorras geradas proceduralmente, mas essa parte poderia ser muito melhor. Depois de algumas horas, o combate começa a parecer repetitivo, e a variedade de armas e poderes não é tão grande, o que reduz a diversidade de gameplay. Além disso, algumas áreas podem se tornar monótonas, especialmente em runs mais longas. Outro ponto é que o jogo é fácil demais para um roguelike, apresentando desafios reais apenas no último ato.
A melhor parte do jogo, que gosto de chamar de "a cereja do bolo", é o gerenciamento do culto. O jogador pode evoluir sua vila, personalizá-la e desbloquear novas habilidades para o protagonista. Durante as explorações nas áreas de combate, você frequentemente encontra NPCs sendo sacrificados. Cabe a você decidir se vai salvá-los e acolhê-los em seu culto. Cada seguidor vem com vantagens e desvantagens aleatórias:
- Vantagens: Rezam mais rápido, trabalham melhor, são imunes a doenças, têm facilidade para subir de nível e etc.
- Desvantagens: Podem ser preguiçosos, céticos, ter medo da morte, aversão ao canibalismo e etc.
O jogador precisa gerenciar bem os desejos, a alimentação e as exigências dos seguidores, pois, caso contrário, eles podem se rebelar, organizar protestos, afetar a fé do culto ou até mesmo abandoná-lo. O jogo conta com diversos rituais para manter os seguidores na linha, aumentar a produtividade ou até mesmo sacrifícios para garantir a paz. É aqui que o jogo brilha com seu tom bizarro e divertido, pois até mesmo prender seguidores rebeldes ou sacrificá-los faz parte da mecânica
Existe um bug irritante na parte de upgrades de inspiração divina: o jogo cai para 5 FPS, e, até hoje, isso não foi corrigido.
Cult of the Lamb é uma experiência bizarra e criativa, que se destaca por sua originalidade e pela fusão de elementos de diferentes gêneros. Apesar de seus problemas e de algumas mecânicas que poderiam ser mais polidas, o jogo pode agradar tanto fãs de roguelike quanto aqueles que gostam de jogos de gerenciamento. Se você curte humor sombrio e mecânicas diversificadas, vale a pena conferir Cult of the Lamb. Seu preço de R$ 64,95 não é nem caro nem barato, mas a melhor opção é aguardar promoções.
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8.2
*Turok 2: Seeds of Evil*
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A nostalgia proporcionada aqui é absurda, conheci Turok 2 vendo meu primo jogar em um PC que mais parecia um aspirador de pó... Me lembro de perguntar a ele: "Por que a menina que salvamos não foge, ela simplesmente some?" Eu, sem entender as limitações da época, kkkkk. Só sei que era um dos jogos mais maneiros que eu já vi. FPS com alienígenas e dinossauros? Muito fod*.
Se passando após os eventos do primeiro jogo, novamente estamos na pele de Turok, e o jogo começa com ele sendo chamado por Adon, uma guardiã dos poderes antigos, para enfrentar uma nova ameaça: The Primagen, um antigo ser preso no núcleo de energia do Lost Land. A libertação do Primagen representaria a destruição tanto do Lost Land quanto da Terra. Para deter o Primagen, Turok precisa destruir uma série de dispositivos chamados Energy Totems, que mantêm o vilão preso. Durante sua jornada, ele enfrenta diversas criaturas, como dinossauros geneticamente modificados, insetos gigantes e inimigos conhecidos como Dinosoids. Além disso, ele explora áreas como cidades submersas, ruínas alienígenas e florestas densas, enfrentando chefes poderosos em cada etapa.
Turok 2: Seeds of Evil combina exploração em ambientes vastos, combate intenso e elementos de plataforma, apresentando mapas grandes com áreas cheias de segredos e caminhos alternativos. Os jogadores precisam encontrar chaves para desbloquear novas áreas e progredir. Cada nível inclui uma série de objetivos, como resgatar prisioneiros, destruir colmeias ou desativar sistemas de defesa.
O game possui um vasto arsenal de armas únicas e brutais, incluindo a Cerebral Bore e o Firestorm Cannon, que irão te auxiliar no combate contra uma variedade de inimigos, desde dinossauros até alienígenas e soldados mutantes, cada um com seu nível de ameaça.
Jogaço da p*rra, apenas isso. Um clássico que me rendeu boas lembranças e proporcionou uma boa experiência ao rejogá-lo. Recomendo aguardar uma promoção, pois é um jogo datado de 1998 e pode não ser uma experiência tão boa para novos jogadores que não terão aquela nostalgia de jogar Turok 2.
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8.8
Excelente jogo de plataforma
* Bayonetta *
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Resolvi dar uma chance ao jogo pois sou um amante de hack and slash, apaixonado pela franquia Devil May cry que por sua vez tem muitas semelhanças com Bayonetta. Pra quem é realmente fã do gênero, Bayonetta pode agradar bastante pois o game é cheio de ação do início ao fim
O jogo conta com uma grande variedade de combos e armas, também possui diversas finalizações criativas. Infelizmente os pontos negativos estão presentes na história confusa e bagunçada, e na câmera bugada que o jogo possui, vale ressaltar que diversas vezes durante a gameplay brotou tanta coisa na tela que eu não entendia nada... era uma mistura de poderes, numeros, inimigos, palavras, cenários caindo ou explodindo, golpes e poderes da protagonista que me deixavam até tonto / Arte e trilha sonora dispensam comentários, FODA é a palavra que melhor se encaixa
Protagonista muito carismática e exala FODELANCIA, com sua mania de ficar seduzindo pra qualquer coisa em qualquer momento
Bayonetta é um baita HAS, porém pede uma baita paciência com seus problemas.
O game em promoção fica muito barato e vale muito a pena.
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| 8.5 |
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