Xbox Game Pass: oito jogos deixam o catálogo em 31 de outubro
Veja quais títulos saem, entre eles LEGO Star Wars, Lara Croft e clássicos da Double Fine
Novo por aqui? Organize sua coleção, acompanhe os lançamentos e leia guias em português. Conheça a GamerGeek
Veja quais títulos saem, entre eles LEGO Star Wars, Lara Croft e clássicos da Double Fine
3.068 guias de 101 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
75 guias
152 guias
150 guias
44 guias
110 guias




923 reviews escritas por 140 jogadores.
Nota 6.
O gráfico pra época era muito bom. Os cenários, roupas e estilo geral do jogo é do caralho. Inovou várias coisas no gênero, que até outros jogos copiaram. A lore é irada e tem algumas cenas na história levemente interessantes. A trilha sonora é do balacobaco, de verdade.
Só que de defeitos tem:
A jogabilidade é muito simples, mal tem combo. As fases são super simples e curtas, parecendo muito jogo de fliperama. Os bosses se repetem muito. A história do plot em si e diálogos são toscos tipo filme B. O jogo é muito desbalanceado, ora um boss é ridiculamente fácil e ora é difícil que só o cão, e os itens e upgrade que tu compram se usados na combinação certa, podem quebrar o jogo kkkk Tem um item literal que mata todos os inimigos ao teu redor que não faz sentido existir, me sinto até trapaceando usando ele.
No fim das contas, os defeitos são mais específicos do que as qualidades que são mais gerais, como gráficos, trilha sonora e inovação no gênero. Só que é inegável que o jogo deu uma envelhecida forte.
A imersão e o level design são muito bem feitos, porém eu como novato na franquia não me senti muito a vontade com alguns detalhes na história, mesmo que seja essencial jogar os outros jogos, esse aqui por ser isolado, podia ter um tratamento melhor. Também não curto o fato do nosso personagem ser mudo, ter uma voz teria dado uma personalidade pro boneco. Não curti os lances do coletáveis para ter a experiência real das missões secundárias, poderiam ter feito de outra forma ou ter deixado os coletáveis mesmo sendo poucos, mais óbvios para o player pegar.
Contra todas as expectativas, a Bloober conseguiu transformar Silent Hill 2 para a nova geração em um dos melhores remakes de videogame já feitos. O jogo reimagina e aprimora todos os aspectos que antes exigiam certa tolerância para serem apreciados, tornando-se agora a versão definitiva desse clássico do horror japonês.
Legalzinho.
Deu pra matar a saudade. Porém não vale nem fudendo os 230 que cobram nele, considerando a duração e simplicidade.
É um jogo vibes, pra tu jogar ali pra desestressar e passar 20 minutinhos, nada muito além disso. As fases são legais, o jogo tá bonito, a jogabilidade fluída. A trilha tá impecável, tendo até música do choris no meio.
Nota 7.
Não vou mentir, foi meio decepcionante.
Até tem seus momentos surpreendentes, sinceros e legais. Mas ao mesmo tempo tem uns fillers, diálogos fracos aqui e ali e tbm personagens novos esquecíveis.
O capítulo final é abaixo, sem clima nenhum.
De positivo tem o gráfico q melhorou em comparação a 2° temporada, mesmo com bugs.
Enfim, uma temporada semi decente e o que mais me empolga é saber que a Temporada Final foca na Clem!
Clementine deve ser Top 10 personagens mais bem escritas dos videogames.
Para contextualizar finalizei esse jogo pouco depois de jogar o primeiro jogo da franquia, e apesar de ter as DLC's do primeiro eu não joguei elas ainda.
Introdução rápida: Agora, falando sobre o The Evil Within 2 apenas, eu fui sem muitas expectativas, esperando um jogo bem semelhante ao primeiro jogo, e fui completamente surpreendido, com uma dublagem muito boa, gráficos que me surpreenderam e a jogabilidade super atualizada.
Gameplay: O jogo eleva o nível de suvivor horror, e para aqueles que gostam tem uma boa semelhança com The Last of Us 1, coleta de recursos, crafting de armas e kits médicos, gerenciamento de recursos, a mecânica de tiro do jogo é muito bem aplicada e da para sentir o peso de cada arma e suas usabilidades. Um bom upgrade na jogabilidade é o stealth muito bem aplicado e funcional, o jogo permite livre escolha de como o jogador prefere avançar.
Cenários: Falando de ambientação o jogo não é cansativo, o cenário é bem variado e instiga a exploração pelo mapa, e mesmo quando a história nos faz revisitar ambiente, ele aplica mudanças relevantes que me fizeram quere explorar novamente para saber o que mudou.
História: A história é boa, e recomendo jogar o jogo anterior simplesmente pela nostalgia e referências que melhoram a experiência.
A narrativa é completa e não senti nenhum furo de roteiro, mas muita emoção, e conexão com os personagens, é uma história que me deixou sem piscar em vários momentos, e vale comentar as missões opcionais, que não são jogadas como objetivos sem pé nem cabeça, se quiser optar por concluí-las terá um ganho na narrativa.
Por fim eu recomendo a todos que gostam de um desafio, uma boa história, com certeza entra na lista de um dos melhores jogos que já joguei.
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
Este site utiliza cookies, conforme explicado em nossa Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com as condições.