The Elder Scrolls VI: Sentinel é o nome oficial do próximo RPG
Teaser reforça pistas sobre Hammerfell, mas não revela data nem plataformas
Novo por aqui? Organize sua coleção, acompanhe os lançamentos e leia guias em português. Conheça a GamerGeek
Teaser reforça pistas sobre Hammerfell, mas não revela data nem plataformas
1.242 jogos de 466 estúdios do Brasil: 165 a caminho e 209 com demo para jogar agora.
ExoFlora: First Seeds
09 nov
Brew & Dash
10 nov
The Red Cathedral
11 nov
Nightmare Conquest
20 nov
The Cabbage Effect
2026
Sigils of Nightfall
4º trimestre de 2026
3.397 guias de 108 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
66 guias
103 guias
78 guias
152 guias
47 guias
927 reviews escritas por 142 jogadores.
Joguei Roboquest achando que ia ser mais um roguelite genérico, mas a sensação de movimento e o tiroteio rápido me pegaram. É divertido pular, escorregar e sair atirando em enxames de inimigos enquanto as armas têm peso e cada encontro vira um pequeno quebra-cabeça de posicionamento. Visual neon e trilha eletrônica combinam bem com o ritmo frenético.
Depois de algumas runs ficou claro que o loop pode cansar: a aleatoriedade ajuda na diversão, mas também gera picos de dificuldade meio injustos e progressão que às vezes parece morosa. Ainda assim, quando o jogo encaixa (arma boa, build que funciona), é das experiências mais prazerosas para partidas rápidas. Eu recomendo se você curte shooters ágeis.
Eu me diverti bastante, mas queria mais variedade a longo prazo.
JOGO MUITO BOM.
Simplismente incrível, a jogabilidade com as armas e os poderes acertaram bastante, isso sem falar dos ótimos gráficos, da história bacana e da boa ambientação. Joguem assim que puderem. Necessito do Quantum Break 2.
Até o mento tá sendo muito divertido, ainda falta um bucado pra virar competição com Smash por exemplo, mais por ser grátis igual brawlhalla porém com gráficos melhores, a chance de ter uma comunidade grande aqui no Brasil é enorme, só o futuro pra dizer no que todo esse potencial se tornou
*Castlevania: Lords of Shadow 2*
----------------------------------------------------
DEMOROU MAS SAIU
Dês do XB360 que eu tou enrolando esse game, na época eu até tentei, só que o game não tinha tradução Pt Br e eu simplesmente não sabia 1% de inglês, resultado: chegou um momento que eu não passava nem a pau e acabei desistindo. Faz um tempinho que comprei ele no Pc e comecei tentando jogar pelo teclado, aí vi que infelizmente o porte de teclado e mouse desse jogo é HORRÍVEL, as teclas nem mudam os símbolos, você tem que ficar entrando no menu do jogo o tempo todo até gravar qual tecla substitui tal botão (e as vezes nem funcionam). Enfim, decidi voltar a jogar o game apenas quando conseguisse comprar um controle, e este dia chegou.
Sim, eu sou fã de Castlevania dês de Symphony of the Night, e na maioria das vezes que vejo os fãs falarem de Lords of Shadow, é falando mal. Eu achei que é um baita de um JOGAÇO e curti demais, até porque também sou um amante de Hack and Slash, e esse jogo pega muitas referências de jogos que amo (Devil May Cry, God of War e outros)
A história é muito boa, controlamos o Drácula, para ser mais específico... Gabriel Belmont transformado em Drácula. Só achei alguns momentos bem confusos, pois o game utiliza MUITOS flashbacks para contar sua história, e não é só cutscenes, tem gameplay no tempo real e tem gameplay nos flashbacks, então você se atrapalha muito fácil
A gameplay é F 0 D A, além dos seus poderes de Drácula (chicote de sangue, curar ao morder inimigos, atirar fragmentos de sangue, dash e muito mais.) Você também possui a espada do vazio (espada com poderes de gelo) e as garras do caos (estão mais pra manoplas, possuem poderes de fogo). A única coisa que não me agradou durante a gameplay foi as missões em stealth, o poderoso e temido Drácula tendo que andar abaixado e até mesmo virar ratinho pra ninguém ver ele, fora que são meio bugadas
O jogo oferece um mundo semi aberto com algumas áreas exploraveis, durante a exploração o jogador pode encontrar ítens que evoluem algum atributo do personagem ou itens colecionáveis, como por exemplo algumas artes do jogo. Sabe um ponto em que Lords of shadow 2 acertou bastante? As batalhas contra chefes, uma mais incrível que a outra, e a qualidade vai evoluindo bastante de uma batalha pra outra de forma bem perceptível, nas primeiras batalhas você fica "legal, bacana" e nas últimas e penúltimas você tá "ETAC4RAIOqjsiwjo" (ok, talvez você não fique assim, mas foi assim que eu fiquei)
*DLC Revelations analisada separadamente*
O game começa muito bom, continua muito bom e termina muito bom, pocas Idea (disse eu após fazer um enorme texto). Trilha sonora é incrível, só achei que alguns momentos (poucos) não combinou tanto com a proposta do jogo, História muito boa (confusa em certos momentos), gameplay incrível, personagens que despensam comentários,os gráficos infelizmente são datados. Não recomendo pagar R$ 73,00 por esse jogo de 2014, vale a pena esperar boas promoções.
----------------------------------------------------
| 8.8 |
Jogar Deathloop foi aquela mistura de conforto e empolgação. Dá pra sentir a mão da Arkane em cada esquina: level design pensado pra emergir soluções criativas, inimigos que reagem de maneiras interessantes e aquela sensação de ‘ah, posso fazer diferente’ que lembrou muito Dishonored. A ambientação 60s, a estética meio noir com cores saturadas e a trilha sonora grudam na cabeça — a música faz metade do trabalho de deixar tudo tenso e divertido.
O loop em si é o coração do jogo e funciona bem: descobrir rotas, combinar armas e habilidades, e voltar no dia com uma estratégia nova é viciante. Juliana como antagonista (e jogador invasor às vezes) deixa as sessões bem imprevisíveis; tive momentos de frustração, claro, quando a repetição pesou ou quando o progresso pareceu muito preso a runs específicas. A narrativa é curiosa e os personagens têm carisma, mesmo que algumas respostas fiquem meio espalhadas até avançar bastante.
No geral me diverti muito — é ambicioso, tem personalidade e respeita muito as raízes dos immersive sims, só peca em hora pelo grind e por certa opacidade de sistemas e objetivos. Se você gosta de atmosfera, som ótimo e liberdade de abordagem, vale cada hora.
Against the Storm mistura construção de cidade com aquela pressão constante de roguelite, então cada partida tem um peso diferente e você nunca sente que está só repetindo rotina. O clima chuvoso, a trilha discreta e a forma como tudo parece sempre meio apertado combinam muito com a proposta. Dá pra sentir que o jogo sabe exatamente o que quer ser, e isso já conta muito pra mim.
O que mais gostei foi como ele respeita a ideia de estratégia sem ficar frio demais. Sempre tem alguma decisão chata no bom sentido, tipo escolher o que sacrificar, quem priorizar ou quando aceitar que aquela colônia já cumpriu seu papel. Às vezes a dificuldade aperta bastante e isso pode cansar um pouco, mas faz sentido dentro do jogo. No fim, é aquele tipo de experiência que prende mais pela tensão e pela atmosfera do que por grandiosidade, e eu achei isso bem forte.
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
Este site utiliza cookies, conforme explicado em nossa Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com as condições.