SILENT HILL: Konami planeja novas levas de jogos após Townfall
Entenda o que a Konami avalia para continuar a franquia, ainda sem anunciar novos jogos
Entenda o que a Konami avalia para continuar a franquia, ainda sem anunciar novos jogos
2.907 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
73 guias
152 guias
150 guias
53 guias
35 guias
921 reviews escritas por 139 jogadores.
*Dead Space 2*
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É aquele tipo de jogo que, durante a gameplay, você pensa: “Esse aqui é da época em que faziam jogos bons.” Dead Space 2 é uma obra-prima do gênero survival horror. Meu primeiro contato com ele foi no Xbox 360, e me lembro de como foi uma experiência que, apesar de amedrontadora, era extremamente satisfatória e viciante.
Novamente, controlamos Isaac Clarke, um engenheiro espacial que sobreviveu a um verdadeiro inferno no primeiro jogo. A narrativa se passa três anos após os eventos do original, ambientada em uma colônia localizada em uma estação espacial que orbita Saturno. Isaac desperta em um hospital psiquiátrico, sofrendo de traumas psicológicos e alucinações provocadas pelos eventos do jogo anterior. Logo, a colônia é tomada por um surto de Necromorfos, e Isaac se vê novamente lutando por sua vida.
O jogo apresenta uma física excelente, que desempenha um papel crucial tanto no combate quanto na imersão geral, elevando a sensação de realismo e intensificando o horror. O combate ainda se baseia em desmembrar os Necromorfos para derrotá-los, e a física reage de maneira realista aos cortes realizados com o arsenal, que inclui armas como a Plasma Cutter e a Ripper.
Em alguns momentos, o jogo expande as mecânicas de gravidade zero, permitindo que Isaac use os propulsores de sua armadura para se mover livremente em ambientes sem gravidade. O Kinesis Module possibilita manipular objetos, arremessando-os com força contra inimigos ou utilizando-os para resolver quebra-cabeças.
Existem lojas espalhadas pelo mapa que permitem ao jogador adquirir armas, armaduras e itens essenciais. Elas utilizam créditos coletados ao longo do jogo, encontrados em cadáveres, baús ou obtidos ao vender itens desnecessários.
A variedade de inimigos é um dos pontos fortes do jogo, tornando a experiência diversificada e cada vez mais desafiadora. Cada tipo de inimigo tem comportamentos e características únicas, exigindo estratégias específicas para enfrentá-los. Cada encontro é único, com design e mecânicas que testam as habilidades do jogador e o gerenciamento de recursos.
Como mencionei, Dead Space 2 me lembra de uma época em que os jogos eram feitos com muito carinho. Toda a ambientação e a construção de atmosfera são simplesmente impecáveis. Cada cenário é bem trabalhado e se conecta perfeitamente com a proposta do jogo. Trata-se, sem dúvida, de uma obra-prima do gênero Survival Horror e um dos meus jogos favoritos. Ele conta com bons gráficos para a época, uma física à frente do seu tempo e um enredo bem desenvolvido (além de todos os outros elogios que teci ao longo da análise).
Infelizmente, o preço cheio de R$ 59,00 pode não compensar, já que a campanha dura, no máximo, 15 horas, dependendo do nível de dificuldade escolhido pelo jogador. Além disso, o jogo não tem conquistas na Steam, mas oferece cartas colecionáveis como recompensa.
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| 10 |
Shadow Warrior 2
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Para mim, esta sequencia é bem superior ao primeiro jogo em termos de gameplay, embora seja mais bagunçado no conteúdo e na lore. O jogo traz uma fusão interessante de combate corpo a corpo e FPS, com um foco especial em personalização e exploração. Além disso, oferece uma campanha bem-humorada e recheada de momentos "galhofa".
Estamos novamente na pele do espadachim Lo Wang, que é praticamente o Deadpool de tão tagarela. Ele se encontra em uma nova luta contra forças sobrenaturais e interesses corporativos corruptos. Vale mencionar que esta sequência se passa cinco anos após os eventos do primeiro jogo. O protagonista mantém seu humor ácido e é tratado como um "mal necessário", já que, apesar de ser insuportável, é o único capaz de realizar os trabalhos impossíveis.
A jogabilidade de Shadow Warrior 2 foi completamente "RPGzada", trazendo uma quantidade enorme de habilidades, builds, armas e upgrades, além de diversas missões secundárias e desafios espalhados pela safe zone. Diferente de seu antecessor, o jogo apresenta mapas amplos e não totalmente lineares, incentivando a exploração. O arsenal está gigantesco, com mais de 70 armas divididas em diferentes categorias. Essas incluem armas de fogo, armas brancas e até ferramentas mais exóticas. Cada arma pode ser personalizada com modificadores para se adequar ao estilo de jogo de cada jogador. Elas podem ser encontradas como loot de inimigos, recompensas por missões ou em baús espalhados pelos mapas.
Em média, leva de 10 a 15 horas para completar a história principal, dependendo do nível de habilidade do jogador e do ritmo com que ele avança nas missões. Para quem prefere explorar tudo, completar missões secundárias e coletar armas e equipamentos, o tempo de jogo pode variar entre 20 e 30 horas.
Para mim, é mais divertido e melhor que o primeiro. O combate é rápido, dinâmico e cheio de opções. O humor é bem executado, os cenários são bem feitos, e o arsenal é gigantesco, com muitas opções de modificação. Procurando algo com uma história profunda e séria? Fuja disso aqui, kkkkk! (a variedade de inimigos também é incrível, embora Lo Wang ache que todos os demônios são iguais)
Não recomendo pagar o preço cheio de R$ 88,99. Apesar da boa quantidade de conteúdo, é um jogo de 2016 e pode desagradar por conta de algumas missões repetitivas. No fim das contas, Shadow Warrior 2 é um excelente "Doom-like", que supera o primeiro jogo em conteúdo e jogabilidade. Ele entra em ótimas promoções ao longo do ano e, com certeza, vale a pena dar uma chance caso você tenha curtido o primeiro.
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9.1
Nota 6.
New Super Mid Bros.
O que difere esse de qualquer Mario 2D por aí você se pergunta. A resposta é "nada".
A gráfico é bonitinho, a jogabilidade é responsiva, as músicas legalzinhas.
As fases são genéricas que só, o sistema de save é impreciso, tem poucos mundos e boa parte deles são opcionais. Os Power-Ups são extremamente básicos. E o novo de ficar gigante nem sempre presta, em várias fases ele é todo quebrado e bugado.
Enfim, um jogo okzinho de Mario que dá pra passar o tempo, nada realmente de especial. Pena a sequência dele pro 3DS ser mais do mesmo.
*Dead Rising 3*
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Voltando para a minha experiência nesta franquia, esta foi a vez do terceiro jogo, que mais uma vez mudou de protagonista e trouxe uma nova perspectiva para a série... já que este é o primeiro Dead Rising que não se passa em um shopping e possui um mundo aberto em uma cidade tomada pela infestação zumbi. Esse jogo me divertiu bastante, apesar de ter seus pontos baixos no decorrer da campanha.
A história se passa na cidade fictícia de Los Perdidos, na Califórnia, durante uma epidemia zumbi. Desta vez, o jogador controla Nick Ramos, um jovem mecânico com um talento especial para improvisação, que precisa encontrar uma maneira de escapar da cidade antes que o governo execute um ataque aéreo que eliminará a infecção e os sobreviventes junto. A narrativa de Dead Rising é aquilo, né? Mistura momentos sérios com muita galhofa, e isso continua muito bom neste terceiro... O problema aqui é o Nick, até agora o protagonista com menos "personalidade" de toda a série. Nick não sabe se quer ser um cara medroso, corajoso, suicida, cauteloso... ele simplesmente assume diversas personalidades totalmente diferentes durante a campanha, o que causa uma salada de frutas e atrapalha totalmente o desenvolvimento do mesmo. Tal fator faz com que os plots da história envolvendo o personagem não sejam tão impactantes quanto deveriam ser. Por outro lado, a história conta com bons personagens secundários e psicopatas que, na minha opinião, são até mais marcantes que os do segundo jogo.
A gameplay se mantém fiel aos jogos da série na maioria de suas mecânicas. O jogo utiliza o fato de Nick ser um mecânico para introduzir a criação de diversas armas e veículos loucos, mecânica que já existia no segundo game, porém foi expandida nesta sequência. O jogo também aumentou consideravelmente a quantidade de zumbis na tela, é zumbi para um caralh* kkkkk.
Então, nas minhas considerações finais, digo que Dead Rising 3 é sim digno de ser uma sequência da série, apesar de apresentar um protagonista fraco e algumas missões chatas. Traz boas novidades que tornam o jogo divertido e momentos muito bem-humorados. Vale a pena se você curte o estilo Dead Rising. O que não vale é esse preço cheio de mais de 80 pila... Melhor aguardar uma promoção bacana.
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7.5
Nota 8. Admiro a liberdade de uso de poderes e stealth. Os gráficos são decentes, mas o q chama a atenção mesmo é o estilo artístico e o level design caprichado. A história é meio qualquer coisa, tendo umas batidas previsíveis e uma repetitividade.
É isso, achei legalzin, só que não é a minha vibe. Vou demorar muito pra jogar o 2 dele...
Muito bom(Campanha)
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