Star Wars: Galactic Racer — melhores pilotos e ranking
Compare habilidades e fraquezas dos pilotos nas corridas multijogador
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2.665 guias de 89 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
53 guias
152 guias
150 guias
35 guias
70 guias
921 reviews escritas por 139 jogadores.
Sou fã de fallout desde o 2. Fiquei ainda mais fã quando joguei o 3 no ps3. Universo imersivo, variade legal de inimigos, muita coisa para se fazer. Porém ao tentar jogar o 4, que logo no começo me mostrou uma melhoria em todos os aspectos ao antecessor, de tempos em tempos o jogo fechava do nada. Eu tinha que iniciar o jogo novamente e descobrir qual foi o ultimo save que ele ia carregar, o que na maioria das vezes era frustante, pois eu ja tinha jogado 30-40min a mais desde aquele save.
Eu ficava me forçando a lembrar de salvar toda vez que ia fazer algo importante, fosse entrar numa dungeon, iniciar uma nova missão ou organizar todo o meu assentamento. O problema mesmo era quando eu esquecia de fazer isso e era pudino com o crash do jogo.
Joguei na versão de xbox series s. Estava gostando do jogo, mas esses problemas acabaram me fazendo largar.
Com Zomboid eu descobri que não sei como lidar com apocalipse zumbi, e nem falta de energia.
Definitivamente foi um jogo para encerrar meu 2025. Ainda estou atrás do 100%, mas a história, os personagens, o cenário e principalmente a trilha sonora foram coisas que eu a muito tempo sentia falta no mercado atual de jogos. Definitivamente é uma experiência que seu eu pudesse eu compatilharia com todo mundo.
* Raft *
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Não tenho dúvida alguma de que RAFT foi um dos melhores jogos que já joguei com amigos na minha vida, esse jogo entrega muito mais do que promete e vale cada centavo. Tivemos que definir um horário limite pra parar de jogar, caso contrário ficaríamos perdendo noites e mais noites de sono, completamente viciados na jangada
Quando joguei a primeira vez a história do game ainda estava incompleta, indo Apenas até a cidade dentro da cúpula de vidro... Hoje o game está bem mais preenchido de conteúdo e tem sua campanha principal completa
- Gráficos lindos (cartoonizados)
- História boa e MUITO bem encaixada na exploração
- tem bons puzzles
- Coop funciona muito bem
- Grande diversidade de ilhas, animais eté Npc's
A fome e a sede do game são um SACO, você da 3 passos e o boneco só falta arrastar no chão pedindo comida e água
Beleia aparece de vez em nunca, horas de game e eu só consegui ver uma de relance
A sensação de navegar com os amigos utilizando o trabalho em equipe, achar uma nova ilha e tentar desvendar seus segredos.... Realmente é incrível, com toda certeza Raft me marcou muito
Compra logo essa delícia e né agradece depois ;)
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| 9.9 |
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.
Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.
Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.
O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).
O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.
A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.
Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
O jogo mais imersivo que ja joguei e mais me divertiu uma historia sensacional,
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
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