Gears of War faz 20 anos: o lançamento que marcou o Xbox 360
A estreia combinou combate em cobertura e cooperativo, ajudando a definir o Xbox 360
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A estreia combinou combate em cobertura e cooperativo, ajudando a definir o Xbox 360
1.257 jogos de 475 estúdios do Brasil: 164 a caminho e 210 com demo para jogar agora.
Brew & Dash
10 nov
The Red Cathedral
11 nov
Nightmare Conquest
20 nov
The Cabbage Effect
2026
Sigils of Nightfall
4º trimestre de 2026
Sanitarium Enhanced
2026
3.494 guias de 110 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
75 guias
114 guias
152 guias
150 guias
78 guias




928 reviews escritas por 143 jogadores.
Um dos melhores jogos que já joguei e um dos melhores de toda a série.
Cara, NieR: Automata me pegou desde os primeiros minutos — o combate é rápido, fluido e surpreendentemente versátil, misturando hack-and-slash com picos de bullet-hell que me deixaram empolgado em várias lutas. Pulei entre estilos de jogo, upgrades e chips com vontade, e os chefes têm momentos realmente épicos; dá aquela sensação de aprender e melhorar a cada encontro.
A história é o que mais me derrubou: começa meio misteriosa e vai ficando cada vez mais pesada e triste, com reviravoltas que me pegaram de surpresa. Os personagens têm química forte e a trilha sonora é simplesmente sensacional — em vários momentos fiquei com o nó na garganta. Tecnicamente o jogo tem um visual bonito e uma ambientação pós-apocalíptica que funciona muito bem, mas alguns sidequests acabam sendo repetitivos e em certos trechos senti um pouco de backtracking desnecessário.
No fim das contas, é uma experiência que vale muito a pena se você curte ação com narrativa densa e vontade de explorar múltiplos finais. Me deixou animado e também meio abalado em partes — justo o tipo de jogo que eu queria jogar.
Jogo surpreendeu mais do que eu esperava. A mistura de FPS com ritmo funciona bem, atirar no tempo da música muda tudo. A sensação é de estar num concerto caótico onde cada tiro conta. A trilha sonora é o que segura o jogo, faixas pesadas e variações com vocalistas convidados que deixam os combates absurdamente satisfatórios quando você acerta a batida.
Contudo não é perfeito. Mapas e inimigos acabam se repetindo demais, e depois de algumas horas a novidade perde um pouco o fôlego.
No geral, é uma ideia original muito bem realizada, mas que podia ser um pouco maior e mais diversa. Curti bastante, principalmente se você curte metal e quer algo direto e intenso, sem enrolação.
quantic dream acertou MUITO nesse jogo. história perfeita, personagens muito muito muito bons, atuação, gameplay. vale muito a pena a experiência
A vibe que este jogo passa de DLC é algo que me assusta muito, mas diferente dos que muitos pensam, pra mim esse jogo é o famoso “passa de ano” ao invés de um “completo lixo” como é nomeado por muitos. Gameplay é satisfatória, gosto dos personagens e o looping de gameplay apesar de repetir o do 2 Remake, ainda é muito gostoso de jogar!
*Moonscars*
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Lembro que realmente me tornei um fã de jogos metroidvania quando joguei Hollow Knight (que logo entrou para a lista dos meus favoritos). Só que, infelizmente, este ano acabei me distanciando um pouco do gênero. Até que vi Moonscars em promoção na Nuuvem e pensei... por que não? Com fortes inspirações em Blasphemous, o jogo traz uma ambientação sombria, gameplay bem feita e uma narrativa extremamente confusa.
O jogador controla Grey Irma, uma guerreira que busca respostas sobre sua existência e propósito. O jogo se passa em um mundo sombrio e decadente, onde seres chamados "Esculpidos" foram criados por um misterioso artesão conhecido como o Sculpteur. Grey Irma inicia uma jornada para confrontar o Sculpteur e descobrir a verdade por trás de sua criação. Ao longo do caminho, ela enfrenta hordas de inimigos, versões distorcidas de si mesma e revela fragmentos de uma história marcada por traições, sacrifícios e sofrimento. A história do jogo vai sendo revelada aos poucos conforme o jogador avança nas diversas áreas do jogo, mas exige uma forte atenção, pois a grande maioria de seus textos é enigmática. Precisei recorrer aos famosos vídeos no YouTube para entender direito a história do jogo.
Moonscars combina elementos de souls-like com metroidvania, oferecendo combate preciso e recompensador, só não é tão desafiador assim. O combate é focado em ataques corpo a corpo, esquivas e parries, com uma curva de aprendizado para dominar as mecânicas. Porém, quando você pega o timing do parry, o jogo fica mil vezes mais fácil... sem falar que os chefes e o cenário poderiam ser mais desafiadores e punitivos. Na minha opinião, o jogo não chega nem perto da dificuldade de Hollow Knight, nem mesmo do primeiro Blasphemous. O progresso do jogador é centrado em habilidades, feitiços e melhorias adquiridas ao longo do jogo. Embora o jogo não tenha uma árvore de habilidades convencional, ele oferece sistemas de aprimoramento que permitem customizar o estilo de jogo. Grey Irma utiliza uma combinação de habilidades básicas e especiais, que podem ser aprimoradas ou desbloqueadas conforme o jogo avança, além de estar equipada com uma espada que serve como a principal ferramenta de combate. O jogo conta bastante com a administração de Ichor, que funciona como uma espécie de mana para feitiços e algumas habilidades especiais. Pode ser regenerado ao atacar inimigos.
Ao morrer, você deixa uma cópia sombria que pode ser enfrentada e derrotada para recuperar recursos. Essa mecânica incentiva o jogador a aprender com seus erros e planejar melhor os próximos passos. No fim das contas, o jogo oferece uma profundidade significativa ao equilibrar combate corpo a corpo, feitiços versáteis e escolhas táticas, permitindo ao jogador moldar Grey Irma de acordo com suas preferências.
O game traz um estilo gráfico em pixel art, com grande foco no uso de tons escuros e iluminação detalhada que criam uma atmosfera sombria e melancólica. A ambientação consegue transmitir uma sensação constante de que aquele mundo já está perdido na escuridão e não há salvação. A trilha sonora ajuda a reforçar o clima de tensão e mistério. Os efeitos sonoros são muito bons, especialmente durante os combates.
Moonscars é sim um ótimo metroidvania e deve agradar fãs de jogos consagrados no gênero, trazendo uma ótima gameplay, um mapa bem feito (não cheguei a ficar perdido em nenhum momento), arte bem bonita e enredo enigmático. Poderia ser mais desafiador e ter batalhas contra chefes mais punitivas e diversificadas. Seu preço cheio de R$ 59,99 é salgado, tendo em vista que o jogo não dura nem 20 horas (mesmo fazendo o 100%). Melhor aguardar promoções (paguei 30 pila na Nuuvem).
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8.7
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