GTA 6: rádios, apresentadores e músicas confirmadas
Confira os artistas que apresentam as rádios e as faixas já divulgadas em diferentes estilos
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2.874 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
*Resident Evil Revelations 2*
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Podem me julgar a vontade, este aqui é meu Resident Evil Favorito, não só por conta da campanha que é muito boa, também pelo melhor modo secundário já criado para algum Resident Evil, chamado "Modo Raid". Infelizmente esse jogo teve e ainda tem um problema sério, a "Divisão por episódios", perdi a conta de quantas vezes finalizei o primeiro episódio no Xbox e ficava por isso mesmo, porque não tinha os outros episódios. Hoje isso já não é tanto problemático porque você pode apenas comprar a versão completa na steam (não sei como funciona nos consoles), então digo e repito que essa ideia de dividir um jogo por pedaços é horrorosa, esse game seria muito mais aclamado e valorizado se não fosse essa ideia idiota.
RE Revelations 2 realmente traz a experiência survial horror que todo Resident Evil deveria ter, desta vez começamos acompanhando Claire Redfield e Moira Burton após serem sequestradas e levadas a um lugar misterioso, cabe as duas lutarem pela sobrevivência e tentarem descobrir que lugar é aquele e como sair de lá, pouco mais pra frente também acompanhamos o pai de Moira, Barry Burton, que está indo tentar resgatar sua filha. Pode se dizer que Revelations 2 possui três "protagonistas", Barry também possui a companhia de uma garotinha misteriosa que ele encontrou logo ao chegar na ilha. A História se desenvolve muito bem e tem um forte poder de causar curiosidade no jogador, os personagens são memoráveis e possuem o carisma necessário.
Recomendo bastante jogar a campanha em Coop, pois a experiência de jogar RE Revelations 2 com um amigo é totalmente diferente dos outros jogos da franquia, vou explicar melhor... Em Revelations 2 a Clair possui armas de fogo, já a moira se recusa a usar armas de fogo e se garante apenas com um pé de cabra (serve como arma branca e como ferramenta para abrir portas e baús) e uma lanterna (serve para cegar inimigos e encontrar ítens escondidos), o mesmo serve para os momentos com o Barry, enquanto ele carrega seu arsenal de armas de fogo, a garotinha identifica inimigos, itens e pode atirar tijolos, então durante uma campanha Coop, um jogar se encarrega de eliminar os inimigos e o outro age como "suporte". Você realmente se sente jogando um Survial Horror, você precisa explorar bem o local para encontar suprimentos (munições, itens curativos e até modificações para armamentos) e uma escapatória.
O Modo Raid desse jogo, supera qualquer tentativa de modo secundário ou modo "online" de resident evil criado até hoje. Então como funciona? Vou tentar simplificar, você vai em uma espécie de lobby onde pode escolher um personagem para jogar as Raids (pode escolher personagens de outros jogos da franquia, até mesmo o Leon e o Wesker se você tiver a DLC)
As Raids consistem em eliminar uma certa quantidade de inimigos (algumas tem tempo, a maioria não), até aí parece muito simples, então o que é que faz o modo Raid ser tão legal? Cada Raid te dá alguns baús com novos armamentos e novos "Mods" de armamentos, além é claro, do XP que aumenta o nível do seu personagem, tudo isso da a possibilidade de você criar as mais variadas builds e armas diferentes, você se sente em um RPG. No lobby do modo Raid também tem uma loja para comprar e vender armas e mods, uma parte para encontrar e convidar jogadores, e espaços de personalização (muito mais conteúdo quando possui todas as DLC'S, por isso recomendo comprar a versão completa do game). O Modo Raid também trás mapas de outros jogos da franquia (até mesmo do Resident Bomba 6) e possui uma boa variedade de inimigos, levando em conta que alguns vem buffados com elementos de fogo, raio, gelo e etc..
Então pra mim, este é um dos melhores e meu Resident Evil favorito, Ótima história, boa trilha sonora, Bons personagens, entrega um bom survial horror e é Claro... Modo Raid tão bom que jogo até hoje (obrigado Joza, por ter me apresentado essa delícia de jogo).
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| 9.7 |
Joguei Moving Out 2 com a galera e sai com um sorriso bobo — é caos controlado na medida certa. A física continua hilária, cada mudança vira uma coreografia desajeitada entre empurrar móveis, arremessar geladeiras e tentar não destruir a casa inteira. Tem momentos que eu ri alto quando alguém decide lançar o sofá pela janela sem pensar duas vezes.
Os mapas são criativos, com desafios novos e uns gadgets bem doidos que deixam tudo mais variado. Visual cartunesco e trilha com batida leve ajudam demais a manter o clima de festa. Às vezes a câmera atrapalha em espaços apertados e dá umas broncas no controle de quem não coordena bem o time, o que gera umas frustrações rápidas — mas nada que estrague a diversão. Depois de muitas partidas dá pra sentir um pouco de repetição, mas ainda é ótimo para jogar com amigos.
No fim das contas é aquele multiplayer casual que entrega risadas garantidas e partidas memoráveis; não é perfeito, mas faz exatamente o que promete: bagunçar e divertir. Nota pra mim: 4.0
Cara, Super Mario Odyssey é uma daquelas experiências que te deixa com sorriso bobo no rosto. A mecânica do Cappy muda tudo: possuir inimigos e objetos abre soluções criativas pra plataformas e puzzles, e eu sempre ficava curioso pra ver o que o próximo reino ia trazer. A exploração é solta e recompensadora — pegar luas escondidas vira um vício gostoso.
Os mundos são variados e cheios de personalidade, a trilha sonora gruda na cabeça e os visuais têm charme tanto nas partes mais cartunescas quanto nas mais detalhadas. Só senti às vezes umas luas meio repetitivas ou pequenas sessões onde a câmera se enrola, mas nada que quebre a diversão.
No fim das contas é um jogo que acerta demais em brincar com o senso de descoberta e com controles que respondem bem. Me diverti do começo ao fim e ainda volto pra caçar umas luas que deixei pra trás.
Quem aprovou essa loucura.
Não me entendam mal, mecanicamente RE6 é até competente, mas tematicamente é uma aberração comparado com qualquer outro RE numerado.
Meu jogo favorito, Me fez feliz por muito tempo da minha vida com apenas 10 reais eu tive mais de 600 horas de jogatina
Oblivion Remastered foi um dos segredos mais mal guardados da indústria nos últimos anos. Mesmo com tantos vazamentos e rumores, eu mantinha um pé atrás. Sempre fico preocupado quando um clássico vai receber um remake ou remaster, porque tem aquele receio de que o jogo perca sua alma original em troca de gráficos mais bonitos. E quando vazaram as primeiras imagens, uma semana antes do anúncio oficial, fiquei encarando por vários minutos sem saber direito o que sentir. Era real. Meu jogo favorito de todos os tempos estava sendo refeito do zero. Eu achei que nunca veria isso acontecer — ou que, se acontecesse, iriam estragar tudo.
Mas ver o anúncio oficial da Bethesda me acalmou bastante. Mesmo sendo uma recriação do zero, eles estavam chamando de remaster e deixando claro que queriam manter o estilo e o charme do original. Se conseguiram ou não, só o tempo vai dizer, mas já representa uma mudança interessante na forma como a gente discute remakes hoje em dia.
A Virtuous recriou Cyrodiil com muito cuidado e o resultado é aquele sentimento viciante de “novo, mas familiar”. O nível de detalhe impressiona. Uma imagem do portão dos esgotos imperiais no último vazamento me marcou bastante. As ruínas Ayleid agora têm padrões nas paredes, e não são mais só blocos brancos. Armas e armaduras também receberam atenção especial. A Espada Longa de Prata, a Armadura Sombria... tudo tem muito mais presença agora. Até a armadura Daedrica, que eu nunca gostei muito, ficou estilosa. O jogo está visualmente muito bonito, como se espera hoje em dia, mas o que realmente me chamou atenção foi a iluminação. As masmorras no começo foram um espetáculo à parte por causa disso. Só que, como sempre, o impacto visual acaba se tornando secundário depois de algumas dezenas de horas. O que realmente importa está além disso.
O que mais me conquistou foram as mudanças mecânicas. A parte de combate e o sistema de evolução de habilidades foram muito bem ajustados, ficando num meio-termo interessante entre o Oblivion original e Skyrim. O combate ganhou peso, os golpes têm impacto real, e os inimigos reagem de forma convincente. A barra de fadiga agora serve pra algo, e bloquear sem energia resulta num stagger garantido. Como fã de furtividade, foi ótimo ver que usar adagas faz sentido agora — o dano em ataques furtivos é bem mais alto. Não explorei muito o combate desarmado nessa jogada, mas adorei ver que virou uma versão melhorada do que Morrowind tentou fazer. Quero muito testar um personagem focado só em isso depois.
O sistema de progressão também ficou excelente. Agora, ao invés de depender de min-maxing absurdo como no original, você ganha 12 pontos por nível e distribui como quiser, com limites por atributo. Isso, pra mim, foi a melhor mudança de todas. Deixou o jogo mais livre e divertido sem punir quem só quer jogar do jeito que prefere.
Algumas habilidades foram reformuladas de forma interessante. As de Armas agora têm efeitos adicionais em níveis mais altos, e a habilidade de Comércio finalmente ficou usável e recompensadora. Pela primeira vez em milhares de horas de Oblivion, consegui ter um personagem com 100 em Mercantilismo, e sem precisar forçar a barra. Os comerciantes também têm mais ouro e inventários variados, o que torna a interação com eles mais interessante, mesmo que não mude drasticamente o jogo. Outras mudanças mecânicas também ajudam muito o remaster a se destacar em relação ao original. Teria sido legal se as escolas de magia recebessem habilidades novas também, mas pelo menos Destruição e Restauração agora evoluem em um ritmo aceitável.
Joguei toda minha campanha na dificuldade Adept e achei o equilíbrio bem melhor. As lutas no começo tinham desafio real, e quando cheguei nos níveis mais altos, os inimigos não viravam mais esponjas de dano como antes. Ainda não sou fã do sistema de recompensas escaladas por nível, mas já conheço o jogo o bastante pra saber o que pegar cedo e o que deixar pra depois.
No quesito sonoro, eles acertaram em cheio. Manteram as vozes originais e a trilha sonora, que são a alma do Oblivion pra mim. Adicionaram algumas novas dublagens que casam muito bem com o resto, e ouvir o tema principal na cena final da história foi um toque especial. A trilha clássica é insubstituível, e fico feliz que tenham respeitado isso.
Os personagens também estão mais bonitos — especialmente as raças não-humanas. Argonianos e Khajiit agora parecem mesmo seres reptilianos ou felinos, não só humanos com uma máscara. Elfos têm um visual mais alienígena, como deveriam. Os Redguards também estão muito bem feitos. E agora tem barba decente! Claro, alguns humanos ainda estão presos no vale da estranheza visual, mas nada que comprometa. E ainda podemos criar monstros bizarros no criador de personagens, como manda a tradição.
No fim das contas, ainda é Oblivion. Ainda é o jogo que eu amo, com suas qualidades e defeitos. Não senti que nada foi "estragado", e a pergunta final é: esse remaster substitui o original pra mim? A resposta curta é sim. As melhorias mecânicas são tão boas que com certeza vou voltar a essa versão mais de uma vez. Mas a resposta longa é não. Ainda prefiro as cores vibrantes e a vibe única do original. A combinação perfeita pra mim seria uma mistura dos visuais do original com os ajustes de gameplay do remaster.
Também tem a questão técnica. Jogo o original no Series S com 60fps e sem loading. O remaster, rodando na Unreal Engine 5, ainda sofre um pouco no modo Performance no PS5. Mas mesmo assim, acho que o remaster vai ser a porta de entrada ideal pra muita gente descobrir ou redescobrir Oblivion. E o melhor: eles não estragaram tudo. As duas versões podem existir juntas, e eu fico feliz por poder aproveitar ambas.
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