Cyberpunk 2077: 8 jogos para quem quer ir além de Night City
Encontre jogos com conspirações, implantes, escolhas difíceis e sociedades opressivas
Encontre jogos com conspirações, implantes, escolhas difíceis e sociedades opressivas
2.911 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
73 guias
152 guias
150 guias
53 guias
35 guias
921 reviews escritas por 139 jogadores.
Esse é diversão ilimitada.
Joguei Subway Surfers algumas vezes e é aquele jogo de celular que dá prazer instantâneo: visual colorido, trilha energética e controles absurdamente simples que funcionam bem. Dá pra entrar por dois minutos ou esticar por mais tempo sem nenhum atrito técnico — é fluido e recompensador nas primeiras corridas.
O problema é que, passado o primeiro brilho, tudo fica meio repetitivo. As rotas, power-ups e objetivos giram sempre nas mesmas ideias e a sensação de progresso vira um pouco de grind entre caixas e eventos. As atualizações do “World Tour” ajudam a variar, mas é mais mudança de cenário do que novidade real de gameplay, o que me deixou sem surpresa depois de algumas horas.
A monetização aparece um pouco demais se você quiser tudo rápido, mas não é impossível jogar sem gastar. No fim das contas, curti pela pegada casual e pela execução polida, mas quem busca inovação ou algo com mais profundidade pode se frustrar. Foi divertido, só não esperava nada revolucionário.
*Dying Light*
----------------------------------------------------
Na minha opinião, a melhor definição para Dying Light é "Dead Island melhorado 100 vezes", pois o game contém todos os elementos de Dead Island (só que melhores) e adiciona uma ótima mecânica de Parkour, uma história muito superior, personagens marcantes, ótima Dublagem PT/BR e uma gameplay dinâmica, frenética e fluída. Joguei Dead Island e Dead Island Riptide, até curto os dois jogos e mesmo assim afirmo que Dying Light é superior em tudo
Estamos na pele de Kyle Crane, um agente Americano que é contratado por uma instituição chamada "GRE", Crane é enviado para a cidade de Harran que foi tomada por uma epidemia viral que transformou a maioria de seus habitantes em Zumbis. Crane tem o objetivo de encontrar um homem chamado Kadir “Rais” Sulaiman, pois o mesmo possui documentos importantes para a GRE. O jogo possui uma história muito bem desenvolvida, personagens marcantes, missões bem feitas e um bom desenvolvimento de personagem
A gameplay é como eu costumo dizer em algumas situações "a cereja do bolo", uma das melhores mecânicas de Parkour que já vi em um jogo, chega a lembrar bastante Mirror's Edge porém com suas particularidades. Arsenal gigantesco contando com diversas armas brancas, armas de fogo e arremessáveis, cada uma com atributos aleatórios e podem ser adquiridas através de exploração, conclusão de missões e negociações com Npc's pelo mapa. O jogo oferece uma grande árvore de upgrades divididas em Agilidade, Força, Sobrevivência entre outras (a DLC adiciona mais) o XP também é adquirido de forma separada, ao realizar escaladas e movimentos de parkour ganhamos do XP para a árvore de Agilidade, ao finalizar inimigos ganhamos XP para a árvore de Força e assim por diante. Algo que você fica sabendo das pessoas que jogaram o jogo é sobre a Noite, a noite em Dying Light é realmente algo aterrorizante... Muito por conta dos "Voláteis", uma espécie de zumbis mutantes com muita velocidade e muita força que irão te caçar a todo custo e só aparecem durante a noite, tornando a experiência de exploração muito mais complicada
A ambientação do jogo é ótima, o mapa é bem grande e possui diversas áreas diferentes umas das outras, a área inicial do jogo é uma parte mais pobre da cidade, ao decorrer da campanha também veremos áreas nobres e até mesmo praias... Tudo isso unido aos lindos gráficos que o jogo tem a oferecer. O game possui uma ótima trilha sonora, boa variedade de inimigos, vasto arsenal, gameplay maravilhosa, ótima dublagem, história muito boa e um mapa repleto de missões secundárias e eventos aleatórios. Eu não presenciei nenhum bug nem queda de quadros e o jogo craschou apenas uma única vez, com tudo, até vale o preço da Enhanced Edition, porém vale muito mais esperar uma boa promoção
*O Coop do Jogo funciona muito bem*
*Dlc's serão analisadas separadamente*
---------------------------------------------------
| 10 |
Nota 8,75.
Gráficos bonitos pra um portátil. Cores bonitas. Controles fluídos. Variedade justa de armas. História com bons personagens e diálogos divertidos pra caramba. O mapa do GTA IV em miniatura funciona muito bem. O negócio de revender drogas é um bom mini game. Falando em minigame, o jogo é lotado deles e pra mim são a coisa mais única e criativa do jogo.
Só não curti que é muito difícil não bater em tudo com os carros, pela dirigibilidade ser escorregadia e as ruas muito estreitas. Os carros explodem muito facilmente tbm. O plot do jogo não é lá dos mais criativos, sendo bem previsível nas reviravoltas. O Fps as vezes cai um pouco no NDS nativo.
GTA Chinatown Wars é provavelmente o melhor GTA já feito pra portátil, até mesmo superando LCS e VCS, muito por ter sido feito pensado nas funcionalidades da plataforma e tirando proveito de diversas mecânicas únicas.
Nota 6.
O gráfico pra época era muito bom. Os cenários, roupas e estilo geral do jogo é do caralho. Inovou várias coisas no gênero, que até outros jogos copiaram. A lore é irada e tem algumas cenas na história levemente interessantes. A trilha sonora é do balacobaco, de verdade.
Só que de defeitos tem:
A jogabilidade é muito simples, mal tem combo. As fases são super simples e curtas, parecendo muito jogo de fliperama. Os bosses se repetem muito. A história do plot em si e diálogos são toscos tipo filme B. O jogo é muito desbalanceado, ora um boss é ridiculamente fácil e ora é difícil que só o cão, e os itens e upgrade que tu compram se usados na combinação certa, podem quebrar o jogo kkkk Tem um item literal que mata todos os inimigos ao teu redor que não faz sentido existir, me sinto até trapaceando usando ele.
No fim das contas, os defeitos são mais específicos do que as qualidades que são mais gerais, como gráficos, trilha sonora e inovação no gênero. Só que é inegável que o jogo deu uma envelhecida forte.
Joguei Roboquest achando que ia ser mais um roguelite genérico, mas a sensação de movimento e o tiroteio rápido me pegaram. É divertido pular, escorregar e sair atirando em enxames de inimigos enquanto as armas têm peso e cada encontro vira um pequeno quebra-cabeça de posicionamento. Visual neon e trilha eletrônica combinam bem com o ritmo frenético.
Depois de algumas runs ficou claro que o loop pode cansar: a aleatoriedade ajuda na diversão, mas também gera picos de dificuldade meio injustos e progressão que às vezes parece morosa. Ainda assim, quando o jogo encaixa (arma boa, build que funciona), é das experiências mais prazerosas para partidas rápidas. Eu recomendo se você curte shooters ágeis.
Eu me diverti bastante, mas queria mais variedade a longo prazo.
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
Este site utiliza cookies, conforme explicado em nossa Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com as condições.