Kena: Scars of Kosmora é adiado para 2027
A Ember Lab usará o tempo extra para aprimorar a aventura, que terá escala maior
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2.559 guias de 83 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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920 reviews escritas por 139 jogadores.
Um jogo completamente absurdo. Gameplay muito foda, trilha sonora de arrepiar e uma história digna das maiores telas do cinema. Experiência sensacional, ainda mais sabendo que foi feito por uma equipe de apenas 30 pessoas e 1 cachorro.
Ah! Meu Breath of Fire favorito e apesar de ter terminado o I, II e IV curiosamente não cheguei a finalizar esse. Contudo esse jogo só me traz boas lembranças...
Nunca fui um fã de GTA. Finalizei a história agora em 2024 e considero um jogo muito bom, mas que poderia ter entregado um pouco mais no roteiro e fechamento dos arcos de cada personagem. Apesar de eu não gostar do modo online pra ficar explorando cada esquina da cidade, o mundo aberto e a representação de Los Santos é surreal de bom!! Ainda acho a obra prima da Rockstar RDR2, mas GTA 5 tem o seu valor pra história dos jogos.
*Gotham Knights*
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Tenho muito o que dizer sobre este jogo e quero aproveitar enquanto ainda está tudo fresco em minha memoria. Ponto as cartas na mesa, se você finalizou a trilogia Arkham da Rocksteady (e até o Arkham Origins), eu já te aviso que este jogo aqui é extremamente inferior em TUDO… História, combate, exploração, ambientação e polimento. Mesmo assim não chega a ser esse jogo “Horrível” que tanto dizem por aí. Gotham Knights é um jogo definitivamente medíocre demais para custar R$ 299,00 (preço absurdo para um game de qualidade tão inferior a suas inspirações)
Então do que se trata esse jogo? Imagina um Batman Arkhan totalmente “RPGzado” e sem o Batman. O jogo é ambientado em uma versão de Gotham City onde Batman está morto. A trama segue os quatro principais vigilantes membros da Bat Família: Batgirl (Barbara Gordon), Asa Noturna (D1ck Grayson), Robin (Tim Drake) e um dos meus personagens favoritos, Capuz Vermelho (Jason Todd). Eles se reúnem para proteger a cidade após a morte do Batman, enfrentando alguns vilões conhecidos e novas ameaças.
“A história do jogo é ruim?” Não necessariamente, é muito interessante ver a dinâmica dos personagens quando interagem entre si e com outras figuras conhecidas nas diversas histórias do Batman. Mas infelizmente diversas cenas, conclusões de missões e até mesmo os principais plots do jogo são muito fracos e previsíveis, fazendo com que o enredo se torne razo e até mesmo desinteressante em diversos momentos
Para falar a verdade o que me fez dar uma chance a esse jogo, foi a presença do meu amado capuz vermelho (inclusive acho que é o melhor personagem do jogo)
A gameplay possui muitos altos e baixos, então vamos começar pelo combate: Lembra do sistema de combate presente nos Arkham? Esqueça. Cada um dos quatro personagens possuem estilos de combate diferentes uns dos outros, proporcionando uma diversidade interessante. Combinando golpes rápidos com habilidades específicas de cada um. Lembra o que eu disse sobre a “RPGzação” do jogo? Agora tudo se trata do quão upado seu personagem está e qual o nível de seus equipamentos, pois você vai ganhando Xp em cada objetivo para evoluir seu personagem e enfrentar inimigos com níveis cada vez mais altos (a exata mesma Vibe dos novos Assassin’s Creed)
Sobre à exploração do mundo aberto, aqui não existe a mecânica de planar, apenas um gancho para se mover de prédio em prédio, uma moto tão lenta que logo se torna obsoleta, e uma pequena aeronave que disponibiliza viagens rápidas após você analisar alguns drones em determinadas regiões. As aventuras são divididas de forma curiosa, no jogo existe algo chamado “Patrulhas” que são momentos nos quais você sai da sua base (campanário) com seu personagem e vai atuar como vigilante em Gotham durante a noite, o que libera o mundo aberto e diversos objetivos pra você realizar na ordem desejada… e aí vem um dos principais problemas do jogo, os milhares de “crimes” que surgem em cada patrulha, que são algumas missões secundárias que no início você pensa até que são diversificadas, até você estar na noite 35 impedindo os mesmos crimes repetitivos em locais extremamente parecidos. Para que esse jogo não se tornasse tão repetitivo após algumas horas, deveria ter uma duração bem menor.
Agora explicando sobre o “Campanário”, lá é sua base onde você sempre volta após finalizar todos os objetivos da patrulha, onde faz upgrades no seu personagem, assiste cutscenes, participa de treinos e progride na história.
O jogo possui problemas sérios de falta de polimento em suas animações, IA fraca dos inimigos, repetitividade de cenários, quedas de frames, bugs de colisão com estruturas e os outros problemas que já citei (história rasa, objetivos repetitivos). Mesmo assim confesso que me diverti, a maioria dos personagens estão bem caracterizados quando comprados com os quadrinhos, algumas missões principais são legais, a progressão de personagem é legal e temos diversos trajes pra os vigilantes (podendo mudar cor e alguns detalhes)
Comprei de 30 reais no Eneba, comprar por R$ 299? Sem chance, forçando muito da pra pagar uns 50 reais. Não é esse Mostro de 7 cabeças todo, mas não passa de um jogo medíocre que pode ou não te render algumas horas de diversão (no meu caso, rendeu sim). Se você é mais um fã de Batman Arkham e está pensando que esse jogo pode ser parecido… sinto muito, não é.
*detalhe irrelevante*
Alguém sabe me explicar por que todas as caixas de água do jogo tem morcegos em cima? Sei que é um fato bem inútil mas acabei percebendo isso em enquanto explorava o mapa, todas as caixas de água do jogo tem um gif de morcegos sobrevoando em cima delas kkkkk
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| 6.8 |
Simplismente um dos melhores jogos do Sonic, mesmo sendo meio curto, ainda sim tem conteúdo tanto para fãs de Sonic e pessoas que estão começando a aventura pelos jogos do ouriço azul, tendo fases, músicas, boss battles etc que são ótimas e divertidas.
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.
Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.
Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.
O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).
O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.
A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.
Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
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