Marvel's Wolverine: vendas passam de 2,4 milhões em 50 dias
Sony revela o primeiro dado oficial de vendas e destaca a recepção à ação e à narrativa
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Sony revela o primeiro dado oficial de vendas e destaca a recepção à ação e à narrativa
1.250 jogos de 470 estúdios do Brasil: 163 a caminho e 208 com demo para jogar agora.
Brew & Dash
10 nov
The Red Cathedral
11 nov
Nightmare Conquest
20 nov
The Cabbage Effect
2026
Sigils of Nightfall
4º trimestre de 2026
Sanitarium Enhanced
2026
3.454 guias de 109 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
67 guias
109 guias
78 guias
152 guias
150 guias




928 reviews escritas por 143 jogadores.
Nota 8.
Positivos: AMBIENTAÇÃO sensacional. Com carros, roupas, prédios, armas, trilha sonora... Tudo de acordo com a época, e de bom gosto. Até a estação climática muda em certo momento do jogo, os anos passam dos anos 40 pros 50 e assim os carros e trilha se atualizam. A história tem seus momentos bacanas e diálogos divertidos. A dirigibilidade mais pesada trás uma boa diferença pro estilo GTA.
Negativos: A gameplay não tem muita variação e tbm não é nada demais. O sistema de cover já tinha melhores em 2010 (Gears of War e Uncharted), a movimentação é meio travadona. A história, mesmo sendo legal, é lotada de clichês e referências que deixam a trama bem derivada. Tbm achei q teve personagens demais e desenvolvimento de menos, principalmente pro ato final q vc acaba não se importando muito com o desfecho.
Enfim, ótimo jogo no geral, bem direto ao ponto. Infelizmente é bem curto, não passa das 15 horas e não tem sidequests. Só que a narrativa cinematográfica te imerge facilmente nesse mundo.
Uma experiência cinematográfica e desafiadora no universo de Star Wars. Jogo incrível, ansioso pela sequência. 60FPS no Series/PS5.
Nota: 9.5/10
Jogado num Xbox One S e no Xbox Series S.
*Ryse: Son of Rome*
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Recebi esse jogo de presente ano retrasado e só agora resolvi tirar a poeira dele. Me lembro que foi um dos primeiros jogos exclusivos anunciados para XBOX ONE na época e pouco tempo depois foi totalmente esquecido e jogado no limbo. Uma gameplay divertida, ambientação incrível e uma atmosfera que te passa uma experiência muito bem feita, de ser um soldado em Roma
Controlamos Marius Titus, um soldado romano em busca de vingança pela morte de sua família. A trama se passa na Roma Antiga e começa com Marius servindo como centurião no exército romano. Durante uma invasão bárbara, ele retorna para casa apenas para encontrar sua família assassinada por invasores bárbaros. O enredo mistura eventos históricos com mitologia romana, também alternando entre cenas “desenhadas” e cenas do próprio jogo.
O jogo tem foco no combate corpo a corpo, com batalhas intensas e brutais. Marius utiliza uma espada e um escudo para enfrentar inimigos em uma série de lutas que apesar de scriptadas, são bem feitas. O sistema de combate é simples, baseando-se em combos e execuções em câmera lenta. As execuções são um ponto alto visualmente, mas o combate se torna meio repetitivo devido à falta de variação nas mecânicas. Também temos um sistema de evolução com árvore de habilidades que aumentam saúde, dano e eficiência
Sobre gráficos, trilha sonora e efeitos sonoros do jogo… sem palavras, é uma experiência magnífica
A campanha principal é curta, durando cerca de 6 a 8 horas. Isso pode ser uma desvantagem para jogadores que procuram uma experiência mais longa, o que pode ajudar nesse quesito é a busca pelo 100%
Ryse Son of Rome é um baita jogo, totalmente esquecido e injustiçado, possui qualidade de ambientação e enredo que supera muito “Triple A” meia boca que sai hoje em dia. Vale a pena dar uma chance, vale seu preço cheio de R$ 20,69 e ganha diversas promoções, chegando a custar entre 5 a 6 pila. Tive apenas um bug que um inimigo ficou preso no cenário, fora isso tive uma experiência livre de problemas.
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| 8.5 |
Fui jogar achando que o hype era alto demais pra ser verdade, mas mesmo com algumas críticas, a verdade é que o jogo me conquistou. (Sem spoilers – pode ler tranquilo antes de comprar.)
Vamos aos destaques positivos primeiro, que felizmente são a maior parte da experiência:
A trilha sonora é simplesmente espetacular.
É uma composição rica, criativa, que transita entre diferentes estilos com elegância. Os vocais da Alice Dupont-Pecier são lindos e emocionantes, trazendo vida e profundidade à ambientação do jogo. E a participação do Victor Borba (conhecido por DMC5) também ficou sensacional.
A história é envolvente e cheia de reviravoltas.
Logo no final do primeiro ato, um plot twist me pegou completamente desprevenido — foi aí que percebi que Expedition 33 queria fazer algo diferente. Em vez de seguir os clichês que a gente já espera dos RPGs, o jogo opta por um enredo mais ousado e misterioso, sem entregar todas as respostas de imediato. Quando tudo se encaixa no final, a sensação de recompensa é enorme.
Os personagens são bem construídos e únicos.
Nada de vilão caricato ou herói sem profundidade aqui. O destaque vai para as personagens femininas, que têm camadas e desenvolvimento que raramente vemos em RPGs. Todo mundo nesse universo tem suas cicatrizes, mas o jogo lida com isso de maneira sincera, sem cair no drama exagerado.
O combate é excelente e exige habilidade.
A inspiração em Lost Odyssey é clara, principalmente nos elementos de batalha por turnos com interações em tempo real. O sistema de defesa com "parry" e esquiva traz um dinamismo raro nesse tipo de jogo, e recompensa quem joga bem. Cada personagem tem um estilo bem definido, e há muitas possibilidades de customização.
Agora, algumas críticas para equilibrar:
O design de níveis às vezes atrapalha.
Embora as lamparinas que indicam o caminho sejam criativas, faltou um mapa em várias áreas. A câmera também se reposiciona toda vez após um combate, o que deixa tudo ainda mais confuso em locais parecidos. A justificativa no lore não me convenceu – se há diários espalhados por expedições antigas, por que não mapas?
Viajar pode ser cansativo.
O sistema de fast travel demora demais pra ser liberado. Em vários momentos, precisei correr por vários minutos só pra voltar a um ponto anterior. Também não dá pra usar o fast travel direto no mapa do mundo, nem voltar a ele com facilidade até bem tarde na campanha. E pra fazer upgrade nos equipamentos, é necessário acampar – o que exige que você volte manualmente ao ponto de entrada da área.
O final do Ato 2 é corrido demais.
Uma quantidade enorme de informação é despejada de uma vez só, o que deixa difícil acompanhar tudo. Seria ótimo se houvesse um recurso no menu para revisar os eventos e informações da história, como vemos em alguns outros RPGs, tipo Final Fantasy XVI.
Esses pontos negativos não estragam o jogo, mas pequenas melhorias de qualidade de vida — quem sabe em um patch ou edição atualizada — poderiam deixá-lo ainda mais próximo da perfeição.
Resumo da ópera? Expedition 33 é um baita RPG. Tem tudo pra influenciar tanto futuros títulos quanto aqueles antigos aos quais voltamos com carinho. Visualmente impressionante, com jogabilidade afiada e uma trilha sonora marcante, é incrível saber que tudo isso foi feito por uma equipe de apenas 30 pessoas, com um preço mais acessível que o normal.
Se ele vai ser lembrado por anos ou sumir com o tempo, só saberemos depois. Mas pra quem curte RPGs com personalidade, eu recomendo fortemente dar uma chance.
Jogo injustiçado. Um ótimo game!
Jogo bem dark mas muito inteligente, adorei
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