Gears of War faz 20 anos: o lançamento que marcou o Xbox 360
A estreia combinou combate em cobertura e cooperativo, ajudando a definir o Xbox 360
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A estreia combinou combate em cobertura e cooperativo, ajudando a definir o Xbox 360
1.257 jogos de 475 estúdios do Brasil: 164 a caminho e 208 com demo para jogar agora.
Brew & Dash
10 nov
The Red Cathedral
11 nov
Nightmare Conquest
20 nov
The Cabbage Effect
2026
Sigils of Nightfall
4º trimestre de 2026
Sanitarium Enhanced
2026
3.471 guias de 110 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
71 guias
113 guias
152 guias
78 guias
150 guias




928 reviews escritas por 143 jogadores.
Sendo uma sequencia perfeita em todos os aspectos, história com a lore expandida que torna esse universo bem mais interessante de se conhecer, gameplay no seu core ainda o mesmo apenas com mais tipo de coisas no mapa que afeta como você usa a portal gun para passar as fases, tendo um ótimo humor e uma incrível soundtrack com músicas que melhoram a ambientação do jogo. Se você gosta de puzzle games e gostou do 1, Portal 2 é perfeito pra você
Jogão. No começo achei estranha a mecânica rogue like, porém conforme fui jogando fui curtindo. E o jogo é muito bem feito.
Vale a pena conhecer.
A parte visual do jogo é bem bacana, mas o combate eu não curti e por isso abandonei o game.
O que eu gostei:
-A ideia do jogo: Temos que admitir que foi uma sacada inovadora quererem fazer um jogo de Lego com os personagens de Star Wars, incluindo elementos de quebra-cabeça e habilidades únicas para cada tipo de personagem. Cada personagem tem habilidades únicas dependendo se é um jedi, um sith, alguém com blaster, um dróide de protocolo, um dróide astromech...
-O legado que o jogo deixou: A ideia do jogo pode até ser meio simples (O que é perdoável levando em consideração que o público-alvo do jogo são crianças), mas temos que dar crédito a esse jogo porque foi a partir dele que os jogos de lego passaram a ter a forma que tem hoje, com jogos como Lego Star Wars: The Skywalker Saga (2022). Depois de Lego Star Wars I e II, os desenvolvedores usaram o jogo como base para desenvolver jogos parecidos como Lego Indiana Jones, Lego Batman, Lego Harry Potter, Lego Piratas do Caribe... Lego Star Wars I foi o primeiro deles, e por mais que não tenha sido o mais inovador, ele merece crédito por ter sido o primeiro.
O que eu não gostei:
-Fases e personagens faltando: O jogo tem alguns personagens que apareceram nos filmes, como Zam Wesell (Aquela caçadora de recompensas que tentou matar a Padmé no começo do Episódio II mas que acabou morta por Jango Fett) faltando e algumas fases como a sequência de perseguição de Anakin e Obi-Wan a Zam em Coruscant no começo do Episódio II ausentes.
-Erros na trilha sonora: Devido ao fato de que o jogo lançou antes de Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith (2005), muitas cenas das fases do Episódio III terminaram usando a trilha sonora de outros filmes de Star Wars.
-As interações são meio limitadas: Tá certo que eles corrigiram isso adicionando mais maneiras de interagir com o cenário das fases nos sucessores, mas esse jogo bem que podia ter mais elementos de interação.
Ainda assim, continua sendo um jogo legal e foi a partir dele que os jogos de lego puderam atingir um patamar diferente dos seus anteriores. É um bom jogo.
Nota 8. Admiro a liberdade de uso de poderes e stealth. Os gráficos são decentes, mas o q chama a atenção mesmo é o estilo artístico e o level design caprichado. A história é meio qualquer coisa, tendo umas batidas previsíveis e uma repetitividade.
É isso, achei legalzin, só que não é a minha vibe. Vou demorar muito pra jogar o 2 dele...
*GRIP: Combat Racing*
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Como já mencionei em algumas das minhas raras análises de jogos de corrida, este é um dos gêneros que menos me atraiu ao longo da minha vida. Porém, neste ano, resolvi dar uma chance a alguns títulos e acabei me surpreendendo positivamente com alguns deles, incluindo GRIP. O jogo apresenta uma física muito interessante e explora a gravidade de forma criativa durante a ação frenética em pistas desafiadoras.
Em GRIP, o jogador tem a capacidade de dirigir em qualquer superfície: chão, paredes ou até mesmo no teto, graças aos carros equipados com pneus gigantes. Essa mecânica traz dinamismo às corridas e exige raciocínio rápido para lidar com transições inesperadas. Além disso, o jogo oferece um arsenal de armas e habilidades especiais que permitem atacar adversários ou se defender, adicionando uma camada estratégica à experiência.
O game possui diversos cenários de corrida, como desertos, planetas e ambientes urbanos. Cada pista apresenta novos desafios, incluindo curvas fechadas e obstáculos perigosos. A trilha sonora é um destaque à parte, complementando perfeitamente o ritmo acelerado das corridas e ajudando a criar uma atmosfera imersiva e empolgante.
Recomendo MUITO jogar com amigos; a experiência fica ainda mais divertida, especialmente em tela dividida. Apesar de algumas falhas na IA dos inimigos, o jogo oferece uma experiência empolgante para quem busca algo arcade ou diferente no gênero de corrida. No entanto, não considero que ele valha o preço cheio de R$ 57,99. Porém, em promoções, o valor cai bastante e, nesse caso, vale muito a pena!
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7.7
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