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Avaliações

Capa do jogo Astro's Playroom

Astro's Playroom

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(3.5)
Nota 7,5.
Gráficos bonitinhos, belas cores, baixa dificuldade, simples gameplay, excelentes funcionalidades do controle e direto ao ponto.
Tem várias referências forçadas, principalmente a aparelhos aleatórios da Sony. O padrão de gameplay não é desafiador nem nada, só sendo de desligar a mente e seguir em frente.
Pra proposta é um jogo/tech demo muito bom(a). Meu primeiro jogo zerado de PS5 (!) por recomendação do meu amigo/amante Marcelo.
Ler Review
2 Likes
Capa do jogo The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered

The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered

Avatar de alan_gamer alan_gamer
(4.5)
Oblivion Remastered foi um dos segredos mais mal guardados da indústria nos últimos anos. Mesmo com tantos vazamentos e rumores, eu mantinha um pé atrás. Sempre fico preocupado quando um clássico vai receber um remake ou remaster, porque tem aquele receio de que o jogo perca sua alma original em troca de gráficos mais bonitos. E quando vazaram as primeiras imagens, uma semana antes do anúncio oficial, fiquei encarando por vários minutos sem saber direito o que sentir. Era real. Meu jogo favorito de todos os tempos estava sendo refeito do zero. Eu achei que nunca veria isso acontecer — ou que, se acontecesse, iriam estragar tudo.

Mas ver o anúncio oficial da Bethesda me acalmou bastante. Mesmo sendo uma recriação do zero, eles estavam chamando de remaster e deixando claro que queriam manter o estilo e o charme do original. Se conseguiram ou não, só o tempo vai dizer, mas já representa uma mudança interessante na forma como a gente discute remakes hoje em dia.

A Virtuous recriou Cyrodiil com muito cuidado e o resultado é aquele sentimento viciante de “novo, mas familiar”. O nível de detalhe impressiona. Uma imagem do portão dos esgotos imperiais no último vazamento me marcou bastante. As ruínas Ayleid agora têm padrões nas paredes, e não são mais só blocos brancos. Armas e armaduras também receberam atenção especial. A Espada Longa de Prata, a Armadura Sombria... tudo tem muito mais presença agora. Até a armadura Daedrica, que eu nunca gostei muito, ficou estilosa. O jogo está visualmente muito bonito, como se espera hoje em dia, mas o que realmente me chamou atenção foi a iluminação. As masmorras no começo foram um espetáculo à parte por causa disso. Só que, como sempre, o impacto visual acaba se tornando secundário depois de algumas dezenas de horas. O que realmente importa está além disso.

O que mais me conquistou foram as mudanças mecânicas. A parte de combate e o sistema de evolução de habilidades foram muito bem ajustados, ficando num meio-termo interessante entre o Oblivion original e Skyrim. O combate ganhou peso, os golpes têm impacto real, e os inimigos reagem de forma convincente. A barra de fadiga agora serve pra algo, e bloquear sem energia resulta num stagger garantido. Como fã de furtividade, foi ótimo ver que usar adagas faz sentido agora — o dano em ataques furtivos é bem mais alto. Não explorei muito o combate desarmado nessa jogada, mas adorei ver que virou uma versão melhorada do que Morrowind tentou fazer. Quero muito testar um personagem focado só em isso depois.

O sistema de progressão também ficou excelente. Agora, ao invés de depender de min-maxing absurdo como no original, você ganha 12 pontos por nível e distribui como quiser, com limites por atributo. Isso, pra mim, foi a melhor mudança de todas. Deixou o jogo mais livre e divertido sem punir quem só quer jogar do jeito que prefere.

Algumas habilidades foram reformuladas de forma interessante. As de Armas agora têm efeitos adicionais em níveis mais altos, e a habilidade de Comércio finalmente ficou usável e recompensadora. Pela primeira vez em milhares de horas de Oblivion, consegui ter um personagem com 100 em Mercantilismo, e sem precisar forçar a barra. Os comerciantes também têm mais ouro e inventários variados, o que torna a interação com eles mais interessante, mesmo que não mude drasticamente o jogo. Outras mudanças mecânicas também ajudam muito o remaster a se destacar em relação ao original. Teria sido legal se as escolas de magia recebessem habilidades novas também, mas pelo menos Destruição e Restauração agora evoluem em um ritmo aceitável.

Joguei toda minha campanha na dificuldade Adept e achei o equilíbrio bem melhor. As lutas no começo tinham desafio real, e quando cheguei nos níveis mais altos, os inimigos não viravam mais esponjas de dano como antes. Ainda não sou fã do sistema de recompensas escaladas por nível, mas já conheço o jogo o bastante pra saber o que pegar cedo e o que deixar pra depois.

No quesito sonoro, eles acertaram em cheio. Manteram as vozes originais e a trilha sonora, que são a alma do Oblivion pra mim. Adicionaram algumas novas dublagens que casam muito bem com o resto, e ouvir o tema principal na cena final da história foi um toque especial. A trilha clássica é insubstituível, e fico feliz que tenham respeitado isso.

Os personagens também estão mais bonitos — especialmente as raças não-humanas. Argonianos e Khajiit agora parecem mesmo seres reptilianos ou felinos, não só humanos com uma máscara. Elfos têm um visual mais alienígena, como deveriam. Os Redguards também estão muito bem feitos. E agora tem barba decente! Claro, alguns humanos ainda estão presos no vale da estranheza visual, mas nada que comprometa. E ainda podemos criar monstros bizarros no criador de personagens, como manda a tradição.

No fim das contas, ainda é Oblivion. Ainda é o jogo que eu amo, com suas qualidades e defeitos. Não senti que nada foi "estragado", e a pergunta final é: esse remaster substitui o original pra mim? A resposta curta é sim. As melhorias mecânicas são tão boas que com certeza vou voltar a essa versão mais de uma vez. Mas a resposta longa é não. Ainda prefiro as cores vibrantes e a vibe única do original. A combinação perfeita pra mim seria uma mistura dos visuais do original com os ajustes de gameplay do remaster.

Também tem a questão técnica. Jogo o original no Series S com 60fps e sem loading. O remaster, rodando na Unreal Engine 5, ainda sofre um pouco no modo Performance no PS5. Mas mesmo assim, acho que o remaster vai ser a porta de entrada ideal pra muita gente descobrir ou redescobrir Oblivion. E o melhor: eles não estragaram tudo. As duas versões podem existir juntas, e eu fico feliz por poder aproveitar ambas.
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1 Like
Capa do jogo Dragon Ball Z: Kakarot

Dragon Ball Z: Kakarot

Avatar de VictorRP VictorRP
(4.0)
PONTOS POSITIVOS:
- Ótima adaptação da história do anime;
- Jogabilidade divertida;
- Variedade de personagens;
- Customização de ataques.

PONTOS NEGATIVOS:
- Personagens bloqueados;
- Mecânicas inúteis.
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1 Like
Capa do jogo Roboquest

Roboquest

Avatar de BrunoCarv BrunoCarv
(4.0)
Joguei Roboquest achando que ia ser mais um roguelite genérico, mas a sensação de movimento e o tiroteio rápido me pegaram. É divertido pular, escorregar e sair atirando em enxames de inimigos enquanto as armas têm peso e cada encontro vira um pequeno quebra-cabeça de posicionamento. Visual neon e trilha eletrônica combinam bem com o ritmo frenético.

Depois de algumas runs ficou claro que o loop pode cansar: a aleatoriedade ajuda na diversão, mas também gera picos de dificuldade meio injustos e progressão que às vezes parece morosa. Ainda assim, quando o jogo encaixa (arma boa, build que funciona), é das experiências mais prazerosas para partidas rápidas. Eu recomendo se você curte shooters ágeis.

Eu me diverti bastante, mas queria mais variedade a longo prazo.
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1 Like
Capa do jogo Dragon’s Dogma II

Dragon’s Dogma II

Avatar de AsmodeusDoBem AsmodeusDoBem
(5.0)
Finalizei após 63 horas o Dragon's Dogma II, começando agora o Dragon's Dogma II 2 em busca do final verdadeiro.

Edit: o tal do final verdadeiro é muito épico.
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1 Like
Capa do jogo Brawlhalla

Brawlhalla

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(5.0)
*Brawlhalla*
------------------------------------------------------------
Sinceramente eu não sou o cara dos jogos de luta, nem nunca fui fã de smash bros, não
consigo explicar o porquê de brawlhalla ter me conquistado tanto e ter se tornado o game que mais tenho horas aqui na steam. Acredito que um dos pontos mais fortes nesse game é a falta de ´´toxidade´´,o máximo que recebi de ´´toxidade´´ nesse jogo durante 1k horas de gameplay, foi dancinhas e emojis KKKKKKK.
A comunidade de brawlhalla não é toxica e sim muito competitiva, assim como deve ser em um jogo de luta, se Você não aguenta dancinhas e emojis, então jogos competitivos não são sua praia. A comunidade do game aparenta ser pequena, porem não é, tem um grande cenário competitivo e muitos criadores de conteúdo no YouTube e twitch,
tanto Americanos quanto Brasileiros

O game tem uma abundância de personagens (até o momento 63), cada um com suas próprias habilidades e seu próprio kit de armas que nunca ´´se repetem´´ em outro personagem, por exemplo, se um personagem tiver arco e espada, nenhum outro
terá arco e espada e sim arco e outra arma ou espada e outra arma, nunca repetindo o mesmo kit.
Brawlhalla possui diversos modos de jogo, os principais são 1v1 e 2v2(Modo normal e ranked) e outros modos mais descontraídos como Capture the flag,Brawldown,Snowbrall (batalha de bolas de neve), Kung fut (futebol), modos de eliminação de hordas e muitos outros. O game possui um modo treinamento que além de possibilitar a prática, deixa fazer teste das skins, caso esteja com dúvida se compra ou não, pode simplesmente entrar no modo treino e testar a skin que desejar, também temos os replays, nos dando a opção de rever nossas partidas detalhadamente e quem sabe até gravar alguma play boa.
É importante falar sobre os diversos eventos presentes no jogo durante o ano, que disponibilizam de forma temporária, Skins, cores e modos de jogo para cada tipo de evento (Dia dos Namorados, Natal, Halloween, etc..)

Em relação as microtransações, tudo que você pode comprar são cosméticos, skins de personagens, skins de armas, emotes, animações, ícones de perfil, etc....
os preços eu acho bem justos, uma dica:
Dentro do jogo você consegue comprar 340 moedas mamute por 23,39 R$ entretanto o jogo vende alguns conteúdos adicionais que dão 300 Moedas mamute + uma skin de arma + um ícone por apenas 18,59 R$... o que já é o preço exato de um crossover.
Por falar em crossovers, brawhalla acertou EM CHEIO neles, skins de diversos personagens de animações, filmes e até series como The walking Dead. Claramente o jogo possui os famosos ´´Passes de batalha´´, que tem o preço um pouco mais salgado, porem entrega uma grande quantidade de cosméticos, sendo eles:

Nova Linha de skins para todas as armas do jogo
Nova cor para todos os personagens do jogo
Novos Emojis
Novos Emotes
Novos ícones
Nova moldura
Novo titulo
Novo Pódio (Com evoluções)
5 novas skins de personagens, duas delas sendo animadas (uma possuindo evoluções)
180 moedas mamute
XP do passe

Acredito que o jogo poderia atualizar os ´´clãs´´, pois só servem para ter um titulo, poderiam colocar recompensas para cada nível que o clã alcançar e um chat para conversar, melhores formas de interagir com os membros e possibilidade de mudar foto e nome do clã

Enfim, serei eternamente grato ao Brawlhalla por me tirar do maldito league of legends e se tornar meu principal jogo competitivo, se você curte jogos de luta no estilo smash bros, esse aqui é sem duvidas, o melhor.
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| 10 |
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Grand Theft Auto: Chinatown Wars

Grand Theft Auto: Chinatown Wars

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(4.0)
Nota 8,75.
Gráficos bonitos pra um portátil. Cores bonitas. Controles fluídos. Variedade justa de armas. História com bons personagens e diálogos divertidos pra caramba. O mapa do GTA IV em miniatura funciona muito bem. O negócio de revender drogas é um bom mini game. Falando em minigame, o jogo é lotado deles e pra mim são a coisa mais única e criativa do jogo.
Só não curti que é muito difícil não bater em tudo com os carros, pela dirigibilidade ser escorregadia e as ruas muito estreitas. Os carros explodem muito facilmente tbm. O plot do jogo não é lá dos mais criativos, sendo bem previsível nas reviravoltas. O Fps as vezes cai um pouco no NDS nativo.
GTA Chinatown Wars é provavelmente o melhor GTA já feito pra portátil, até mesmo superando LCS e VCS, muito por ter sido feito pensado nas funcionalidades da plataforma e tirando proveito de diversas mecânicas únicas.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Moonscars

Moonscars

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(4.0)
*Moonscars*
----------------------------------------------------
Lembro que realmente me tornei um fã de jogos metroidvania quando joguei Hollow Knight (que logo entrou para a lista dos meus favoritos). Só que, infelizmente, este ano acabei me distanciando um pouco do gênero. Até que vi Moonscars em promoção na Nuuvem e pensei... por que não? Com fortes inspirações em Blasphemous, o jogo traz uma ambientação sombria, gameplay bem feita e uma narrativa extremamente confusa.

O jogador controla Grey Irma, uma guerreira que busca respostas sobre sua existência e propósito. O jogo se passa em um mundo sombrio e decadente, onde seres chamados "Esculpidos" foram criados por um misterioso artesão conhecido como o Sculpteur. Grey Irma inicia uma jornada para confrontar o Sculpteur e descobrir a verdade por trás de sua criação. Ao longo do caminho, ela enfrenta hordas de inimigos, versões distorcidas de si mesma e revela fragmentos de uma história marcada por traições, sacrifícios e sofrimento. A história do jogo vai sendo revelada aos poucos conforme o jogador avança nas diversas áreas do jogo, mas exige uma forte atenção, pois a grande maioria de seus textos é enigmática. Precisei recorrer aos famosos vídeos no YouTube para entender direito a história do jogo.

Moonscars combina elementos de souls-like com metroidvania, oferecendo combate preciso e recompensador, só não é tão desafiador assim. O combate é focado em ataques corpo a corpo, esquivas e parries, com uma curva de aprendizado para dominar as mecânicas. Porém, quando você pega o timing do parry, o jogo fica mil vezes mais fácil... sem falar que os chefes e o cenário poderiam ser mais desafiadores e punitivos. Na minha opinião, o jogo não chega nem perto da dificuldade de Hollow Knight, nem mesmo do primeiro Blasphemous. O progresso do jogador é centrado em habilidades, feitiços e melhorias adquiridas ao longo do jogo. Embora o jogo não tenha uma árvore de habilidades convencional, ele oferece sistemas de aprimoramento que permitem customizar o estilo de jogo. Grey Irma utiliza uma combinação de habilidades básicas e especiais, que podem ser aprimoradas ou desbloqueadas conforme o jogo avança, além de estar equipada com uma espada que serve como a principal ferramenta de combate. O jogo conta bastante com a administração de Ichor, que funciona como uma espécie de mana para feitiços e algumas habilidades especiais. Pode ser regenerado ao atacar inimigos.

Ao morrer, você deixa uma cópia sombria que pode ser enfrentada e derrotada para recuperar recursos. Essa mecânica incentiva o jogador a aprender com seus erros e planejar melhor os próximos passos. No fim das contas, o jogo oferece uma profundidade significativa ao equilibrar combate corpo a corpo, feitiços versáteis e escolhas táticas, permitindo ao jogador moldar Grey Irma de acordo com suas preferências.

O game traz um estilo gráfico em pixel art, com grande foco no uso de tons escuros e iluminação detalhada que criam uma atmosfera sombria e melancólica. A ambientação consegue transmitir uma sensação constante de que aquele mundo já está perdido na escuridão e não há salvação. A trilha sonora ajuda a reforçar o clima de tensão e mistério. Os efeitos sonoros são muito bons, especialmente durante os combates.

Moonscars é sim um ótimo metroidvania e deve agradar fãs de jogos consagrados no gênero, trazendo uma ótima gameplay, um mapa bem feito (não cheguei a ficar perdido em nenhum momento), arte bem bonita e enredo enigmático. Poderia ser mais desafiador e ter batalhas contra chefes mais punitivas e diversificadas. Seu preço cheio de R$ 59,99 é salgado, tendo em vista que o jogo não dura nem 20 horas (mesmo fazendo o 100%). Melhor aguardar promoções (paguei 30 pila na Nuuvem).
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8.7
Ler Review
1 Like
Sobre
Contato: [email protected]

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