Fire Emblem: Fortune’s Weave: passe terá três ondas de DLC
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3.007 guias de 97 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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922 reviews escritas por 140 jogadores.
Vamos falar a verdade. Esse jogo não é tudo isso, jogo sem personalidade expansão do antecessor. mapa muito estranho. Esse zelda só veio para enganar os crianças barbadas que gostam da franquia.
A vibe que este jogo passa de DLC é algo que me assusta muito, mas diferente dos que muitos pensam, pra mim esse jogo é o famoso “passa de ano” ao invés de um “completo lixo” como é nomeado por muitos. Gameplay é satisfatória, gosto dos personagens e o looping de gameplay apesar de repetir o do 2 Remake, ainda é muito gostoso de jogar!
Joguei Celeste e foi daquelas experiências que ficam na memória justamente por juntar jogabilidade pura com uma atmosfera sincera. O pixel art é simples, mas os cenários e a direção de arte conseguem transmitir uma sensação de frio e isolamento que casa muito bem com a história da Madeline. A trilha sonora da Lena Raine me pegou várias vezes — às vezes parava só pra ouvir antes de recomeçar uma fase difícil.
Jogão
Far Cry 3 é aqueles jogos aclamados que eu fico com o pé atrás do tipo “será que é?”
Resposta curta: é!
Joguei o 4, 5, New Dawn e 6. E foi só no 3 que é anterior a todos os citados onde encontrei a melhor história e o melhor protagonista da saga e também não só o melhor vilão da franquia como um dos mais icônicos dos videogames. A gameplay por ser um jogo de 2013 foi superada, mas segue muito boa. O estilo de mundo aberto me deixou surpreso por ser bem direto, vc pega o objetivo vai lá e faz e pronto, nos outros vc tem objetivos secundários, terciários… que acaba cansando muito rapidamente. A trilha sonora é boa, os visuais são bem vividos e coloridos, a IA dos inimigos é ok, furtividade é ok.
Enfim, se tornou meu Far Cry favorito no quesito história e personagens, em gameplay apesar de não tão distante dos outros, fica um passo atrás, mas é um jogasso!
Nota 8,75.
Cenas de ação pica, Lara sobrevivente raiz, ambientação impecável, exploração fluída.
Só a história é fraquinha e sem nenhum personagem secundário marcante.
Valeu demais ter zerado e foi um dos jogos que mais curti ter jogado esse ano.
Dead Island 2 me pegou mais pela pancadaria do que pela história, e sinceramente isso já era o que eu queria. O combate é o ponto alto fácil, porque bater em zumbi aqui tem impacto de verdade, com desmembramento absurdo e uma sensação bem gostosa de ver tudo explodindo em pedaços. Fica repetitivo em alguns momentos, mas o jogo sabe ser divertido no básico e segura bem por causa disso.
O problema é que fora isso ele não tenta ir muito longe. A campanha é ok, os personagens variam entre engraçados e esquecíveis, e a estrutura das missões às vezes parece meio arrastada. Mesmo assim, o cenário de Los Angeles tem personalidade e a produção é caprichada, então eu acabei curtindo mais do que esperava. Não é um jogo que impressiona pela profundidade, mas quando ele acerta na violência e no ritmo, funciona muito bem.
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