Ghost of Yōtei: Sucker Punch corta 26 vagas após Complete Edition
Estúdio atribui cortes às condições do mercado e à revisão do próximo projeto
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Estúdio atribui cortes às condições do mercado e à revisão do próximo projeto
3.178 guias de 104 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
91 guias
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925 reviews escritas por 140 jogadores.
Para contextualizar finalizei esse jogo pouco depois de jogar o primeiro jogo da franquia, e apesar de ter as DLC's do primeiro eu não joguei elas ainda.
Introdução rápida: Agora, falando sobre o The Evil Within 2 apenas, eu fui sem muitas expectativas, esperando um jogo bem semelhante ao primeiro jogo, e fui completamente surpreendido, com uma dublagem muito boa, gráficos que me surpreenderam e a jogabilidade super atualizada.
Gameplay: O jogo eleva o nível de suvivor horror, e para aqueles que gostam tem uma boa semelhança com The Last of Us 1, coleta de recursos, crafting de armas e kits médicos, gerenciamento de recursos, a mecânica de tiro do jogo é muito bem aplicada e da para sentir o peso de cada arma e suas usabilidades. Um bom upgrade na jogabilidade é o stealth muito bem aplicado e funcional, o jogo permite livre escolha de como o jogador prefere avançar.
Cenários: Falando de ambientação o jogo não é cansativo, o cenário é bem variado e instiga a exploração pelo mapa, e mesmo quando a história nos faz revisitar ambiente, ele aplica mudanças relevantes que me fizeram quere explorar novamente para saber o que mudou.
História: A história é boa, e recomendo jogar o jogo anterior simplesmente pela nostalgia e referências que melhoram a experiência.
A narrativa é completa e não senti nenhum furo de roteiro, mas muita emoção, e conexão com os personagens, é uma história que me deixou sem piscar em vários momentos, e vale comentar as missões opcionais, que não são jogadas como objetivos sem pé nem cabeça, se quiser optar por concluí-las terá um ganho na narrativa.
Por fim eu recomendo a todos que gostam de um desafio, uma boa história, com certeza entra na lista de um dos melhores jogos que já joguei.
Tão bom quanto o primeiro.
As qualidades são as mesmas, só q levemente aprimoradas.
A mira ta um pouco melhor, tem diferentes tipos de teia, puzzles mais diversificados, o gráfico nas cutscenes tá mais redondo e trabalhado os modelos.
O negativo são os mesmos do primeiro. Resumidamente a câmera e o combate são ruinzinhos. O jogo tbm é bem curtinho.
Enfim, uma continuação que é melhor que o antecessor. Tendo uma Boss Fight incrível com o Electro no final.
Clássico
Primeiro jogo de fato que me fez gostar do NES. Foi o jogo que me abriu as portas para a finalização. Porque eu abandonava os jogos por achar que não havia final.
Uma otima dublagem, Grande rejogabilidade e história muito humorada
Sempre ouvi que Stick of Truth era bom, mas só peguei porque estava barato e descobri que foi feito pela Obsidian. Pode parecer estranho dizer isso, mas Stick of Truth é uma experiência de South Park super imersiva. Os criadores originais participaram do projeto e eles conseguiram fazer o jogo parecer e funcionar exatamente como o desenho. É literalmente como jogar um episódio da série, a ponto de eu mal perceber onde termina a cutscene e começa o gameplay. Dá pra explorar toda a cidade, interagir com os personagens clássicos, fazer side quests engraçadas e encontrar colecionáveis. E mesmo sem acompanhar o desenho há muitos anos, fiquei surpreso com a quantidade de piadas que ainda consegui entender — o jogo celebra bastante a história da série. E claro, não economiza naquele humor grotesco e nas críticas sociais que sempre foram a marca registrada da coisa toda. Algumas partes até foram censuradas na versão europeia, mas eles tiraram sarro disso também, colocando uma tela engraçada explicando o que foi cortado. Achei ótimo que o jogo é um RPG em um cenário moderno, onde as crianças usam espadas de brinquedo e tacos de beisebol, mesmo com toda a loucura típica de South Park. Comparar com Earthbound talvez seja exagero, mas o tipo de charme é parecido pra mim.
Falando do jogo em si, é um RPG por turnos claramente inspirado nos RPGs do Mario. Tem aquele esquema de apertar o botão na hora certa pra dar mais dano ou defender melhor, com ataques especiais que exigem sequências curtas de comandos. E pra minha surpresa, é bem divertido e até tem um bom nível de estratégia, principalmente se você quiser vencer sem passar sufoco. Tem bastante foco em empilhar buffs e debuffs, entender quais inimigos priorizar e como lidar com cada tipo. Como sua vida e mana se recuperam completamente depois de cada batalha, o jogo realmente espera que você aprenda a bloquear direito. Inclusive, posso dizer oficialmente que um dos chefes mais difíceis que já enfrentei em um jogo foi… o Al Gore. Já o ManBearPig foi tranquilo. O jogo também faz questão de se datar, com piadas sobre zumbis nazistas (lembra dessa moda?), o personagem sendo o Dragonborn do Skyrim, e seu nível de poder baseado em quantos amigos você tem no Facebook. Um verdadeiro retrato de 2014.
Contra todas as expectativas, Stick of Truth foi uma baita surpresa e uma experiência super divertida que não se arrasta demais. Terminou e eu fiquei pensando que talvez eu devesse mesmo dar uma chance pros RPGs do Mario. Não sei ainda se vou jogar o Fractured But Whole, mas também não tenho motivo pra não tentar. Enfim, jogo bem legal, me diverti bastante.
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