10 roguelites para quem gostou de Hades
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475 jogos de 135 estúdios do Brasil: 69 a caminho e 92 com demo para jogar agora.
3.325 guias de 106 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
103 guias
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926 reviews escritas por 141 jogadores.
Baita jogão, zerado no Wii.
Positivos: Gráficos e visuais envelheceram bem. Tem muita variação de poderes, armas e visores térmicos. Tem muitas áreas variadas. Os chefões são interessantes. A duração do jogo é boa, nem curta, nem longa. A trilha sonora é boa demais. Os controles no Wii são muito precisos, você até esquece que tá jogando de tão suave.
Negativos: Alguns inimigos chatos. O backtracking do meio pro final do jogo fica irritante até. A coleta das relíquias antes do chefão final é uma encheção de linguiça. Mudar de armas no meio do combate é enrolado.
Então, Metroid Prime é um excelente jogo. Mas é do tipo que precisa de dedicação, pq se você fica um dia sem jogar, quando você volta pro jogo, você se perde total no que era pra fazer.
Jogo Belíssimo visualmente. Far Cry Primal tem missões BEM repetitivas e não tem uma história lá de incrível, porém a sensação atmosférica ao jogar esse jogo é única, Belíssimo demais, Gameplay fluí bem e mecânicas divertidas como a de domar animais. No geral divertido.
Um bom jogo, um péssimo Assassins Creed.
História esquecível, missões secundárias esquecíveis, mas jogabilidade muito boa e divertida.
As batalhas contra bosses são divertidas e diferentes, representando a mitologia grega.
O jogo tem 2 DLCs. "O Legado da Lamina Oculta", apesar de ter uma vibe mais Assassins, é esquecível mas divertida. "O Destino de Atlantida" é focada na mitologia e é onde o jogo brilha, mas se rende à ficção.
Foi atualizado e roda a 60FPS nos Series e no PS5
Um ótimo RPG. Vale a pena pegar numa promoção, onde a versão completa fica em volta dos 70 reais.
Nota: 8/10
Nota DLC (1): 6/10
Nota DLC (2): 8.5/10
Jogado no Xbox One S e no Xbox Series S.
Muito divertido. O jogo e encantador, joguei no PS1 com um TV de tubo e pqp que jogo bonito muito bacana e simples, vale a pena jogar.
A melhor franquia de jogos de super herói já feita. O início da franquia. Esse jogo não envelheceu ruim e não perde nem um pouco, se comparado aos demais da franquia.
Nota: 9.5/10
Jogado num Xbox Series S.
Joguei Breath of the Wild com aquela expectativa meio nostálgica de quem cresceu com Ocarina e A Link to the Past, e o jogo não só honra a essência da série como a reinventa. A sensação de descoberta é intensa: subir uma montanha só pra ver o mapa se abrindo lá embaixo é um prazer que lembrava os bons momentos de exploração dos clássicos, só que ampliado ao infinito.
O mundo reage de forma tão orgânica — física, clima, combustão de ervas com flechas — que dá vontade de testar tudo. As shrines são pequenos laboratórios de ideias, e as batalhas contra as Divine Beasts dão escala sem perder a simplicidade do combate. A trilha sonora é contida, mais ambiente do que tema épico, e funciona bem para manter a atmosfera contemplativa; senti falta às vezes daqueles temas marcantes de Zelda, mas a sutileza combinou com a proposta.
As reclamações existem: a durabilidade das armas é frustrante em vários momentos e as vilas ficam meio vazias, o que empobrece um pouco a narrativa humana. Mesmo assim, a liberdade e o cuidado com o mundo me conquistaram — é um jogo que me fez querer voltar só pra explorar cantos que deixei pra depois.
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