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Avaliações

Capa do jogo Far Cry 4

Far Cry 4

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(5.0)

*Far Cry 4*
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Sem dúvidas este é o meu Far Cry favorito, até hoje me lembro do hype que fiquei quando vi o trailer pela primeira vez, toda aquela apresentação do vilão ao som de "Should o Stay Or should i go". Mesmo o jogo seguindo a "receita do bolo" criada em FarCry 3, ele consegue se destacar e se diferenciar.

Desta vez acompanhamos Ajay Ghale, um jovem que está indo para uma cidade fictícia chamada Kyrat, com o objetivo de espalhar as cinzas de sua falecida mãe, o que Ajay não esperava, era que a cidade não está sobre o domínio de um império criado por seu tio e posteriormente vilão do jogo, Pagan Min. Logo Ajay é acaba descobrindo diversos segredos sobre o passado de sua família e consequentemente acaba se aliando ao "Caminho Dourado", um exército que atua como resistência ao império de Pagan min e é comandado por dois líderes, Amita e sabal, que vivem descutindo seus ideais e sobre o que é melhor para Kyrat. Sim, enquanto Far Cry 3 tinha um grande foco na "Sobrevivência", Far Cry 4 segue um caminho baseado em decisões, pois diversas vezes durante o jogo, você terá que descidir se apoia a Amita, Sabal ou se vai acreditar nas palavras de Pagan. Pagan min é um vilão totalmente diferente de Vaas (vilão de Far Cry 3), enquanto Vaas era um vilão agressivo, brutal, psicopata e imprevisível, Pagan é um vilão que não gosta de sujar suas mãos e atua através de seus subordinados, Pagan tenta manipular todos em Kyrat a todo momento, inclusive o próprio Ajay. A história de Far Cry 4 é bem diferente do 3, mesmo assim é ótima e rica em conteúdo.

Kyrat é simplesmente LINDA, enquanto Far Cry 3 tinha uma ambientação tropical em uma ilha paradisíaca (sim eu sei que tou citando muito o 3° jogo e vou continuar citando) Far Cry 4 tem uma ambientação repleta de Montanhas, neve, com muitas pinturas e decorações da cultura local. Em algumas missões, também assumimos o corpo de Kalinag, um herói de Kyrat que foi mandado para Shangri-La e tem a missão de deter um Demônio chamado Rakshasa (missões parecidas com algumas do Far Cry 3, que vinham através da citra)

Como é a gameplay? Simplesmente Far Cry 3 melhorado, novo arsenal, melhora significativa na customização das armas, maior quantidade de veículos, nova mecânica de escalada com arpão, possibilidade de atirar com pistolas dentro de veículos, piloto automático (não curti). O mapa volta com os clássicos postos avançados e torres de rádio, cada um com sua própria dificuldade, citei apenas algumas das novidades para não repetir tudo o que escrevi na análise de Far Cry 3

A fauna e flora do jogo também mudou drasticamente em relação a seu antecessor, o jogo também retorna com a mecânica de caça com o objetivo de criar e melhorar equipamentos e adicionado missões chamadas de "Kyrat fashion Week", missões que te levam a animais raros e bem mais agressivos. Sim, temos nossa árvore de habilidades que vão atualizando e melhorando nossa resistência, cura, velocidade de recarga e muitas outras habilidades, além disso também temos uma nova mecânica de "Karma", e como ela funciona? Alguns eventos aleatórios pelo mapa vão surgir com o nome de "eventos de Karma", cada vez que você ajudar aliados nesses eventos, você ganha um pouco mais de Karma e caso você ataque aliados ou pessoas inocentes, você perde karma. Cada nível de Karma que você aumentar, te dá recompensas, a barra de karma possui 8 níveis. Os eventos de Karma também ajudam MUITO a manter o mapa Vivo, mesmo após todos os objetivos terem sido concluídos.

Não tem como escrever sobre esse jogo sem fazer um baita texto e olha que eu resumi quase tudo, Far Cry 4 tem gráficos excelentes, ótima gameplay, história muito bem escrita, personagens muito carismáticos e memoráveis, abundância de conteúdo e objetivos, dublagem em Português sensacional, ambientação incrível e mapa vivo, Infelizmente assim como o 3° jogo, não tem conquistas na steam.

Durante a campanha eu presenciei alguns bugs, a maioria vindo de Npc's, mas nada que atrapalhou minha gameplay, essa deve ser a quinta vez que finalizo esse game (contando com a época que joguei no XB360). Vale 90 pila? Em um jogo de 2014? Não, vale muito mais esperar um boa promoção.
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| 10 |
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Lost in Random

Lost in Random

Avatar de RafaelMonteiro RafaelMonteiro
(4.0)
Joguei Lost in Random esperando um conto de fadas sombrio e acabei totalmente imerso na estética e na trilha sonora — tem aquele clima meio Tim Burton que me pegou logo no primeiro cenário. A direção de arte é o que mais brilha: cada vila parece uma página arrancada de um livro ilustrado, e a música ajuda a manter a sensação de estar numa história que caminha entre o macabro e o encantador.

O combate com dados e cartas é a ideia mais interessante do jogo: força a pensar antes de rolar e dá um tempero estratégico diferente do usual. Dá para sentir que é criativo, mas às vezes a repetição aparece e a aleatoriedade do dado frustra um pouco nas lutas mais longas. A narrativa é curta, mas tem momentos sinceros entre as personagens que me deixaram ligado até o final.

No geral gostei bastante — é daqueles jogos com personalidade própria que respeita as raízes dos contos sombrios sem soar copiativo. Não é perfeito (pacing e algumas lutas poderiam melhorar), mas vale pela atmosfera, pelo visual e pela trilha. Recomendo para quem curte experiência narrativa com um toque lúdico.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Clair Obscur: Expedition 33

Clair Obscur: Expedition 33

Avatar de icaro1408 icaro1408
(5.0)
Definitivamente foi um jogo para encerrar meu 2025. Ainda estou atrás do 100%, mas a história, os personagens, o cenário e principalmente a trilha sonora foram coisas que eu a muito tempo sentia falta no mercado atual de jogos. Definitivamente é uma experiência que seu eu pudesse eu compatilharia com todo mundo.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Forza Horizon 5

Forza Horizon 5

Avatar de ribeiro ribeiro
(5.0)
Se você não gostar deste jogo de corrida esqueça completamente o gênero.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Killzone

Killzone

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(3.5)
[Análise vale por Killzone Liberation de PSP, zerado no meu PS5]
Nota 7.
Não me orgulho de dizer, mas o save state cantou no boss final desse jogo, sendo o bagulho mais difícil que joguei nos últimos anos essa parte.
Assim, o jogo já é difícil, mas de um jeito injusto. Os inimigos muita vezes são imprevisíveis, vem pra cima mesmo, a mira do jogo às vezes atrapalha, tu tem q pegar kit médico pra recuperar vida e são poucos, tu toma nocaute de certos golpes e tiros e fica caído uns segundos, ficando suscetível a ataques. É bem frustrante, mas faz parte, com certeza fizeram isso pq o jogo é curtinho, pra render mais. E tbm pra valorizar as sides q tem, pra upgrade de arma e tals
Os checkpoints são, como diz, bem misericordiosos, pelo menos então é questão de tentativa e erro mesmo.
Agora sobre o jogo em si. Curti a visão de cima, deixou diferenciado pra um jogo de tiro. Os gráficos pro psp são charmosos. As armas são boas, pena q só pode carregar uma por vez. Gostei da variação de cenários, tem base militar, parte na neve, no Pântano, no deserto, cidade destruída pela guerra...
A história não é la essas coisas, servindo mais como pano de fundo, mas até que tem umas cutscenes legais aqui e ali.
Pro psp acho q seria um nota 8.
Mas jogando hoje não tem como dar essa nota, é um jogo muito simples e que usa da dificuldade pra gerar alguma dinâmica pq os objetivos da fases são bem genéricos.
Um 7 tá justo, valeu a pena ter rejogado e relembrado da época que jogava ele no meu PSP.
Ler Review
2 Likes
Capa do jogo The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered

The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered

Avatar de alan_gamer alan_gamer
(4.5)
Oblivion Remastered foi um dos segredos mais mal guardados da indústria nos últimos anos. Mesmo com tantos vazamentos e rumores, eu mantinha um pé atrás. Sempre fico preocupado quando um clássico vai receber um remake ou remaster, porque tem aquele receio de que o jogo perca sua alma original em troca de gráficos mais bonitos. E quando vazaram as primeiras imagens, uma semana antes do anúncio oficial, fiquei encarando por vários minutos sem saber direito o que sentir. Era real. Meu jogo favorito de todos os tempos estava sendo refeito do zero. Eu achei que nunca veria isso acontecer — ou que, se acontecesse, iriam estragar tudo.

Mas ver o anúncio oficial da Bethesda me acalmou bastante. Mesmo sendo uma recriação do zero, eles estavam chamando de remaster e deixando claro que queriam manter o estilo e o charme do original. Se conseguiram ou não, só o tempo vai dizer, mas já representa uma mudança interessante na forma como a gente discute remakes hoje em dia.

A Virtuous recriou Cyrodiil com muito cuidado e o resultado é aquele sentimento viciante de “novo, mas familiar”. O nível de detalhe impressiona. Uma imagem do portão dos esgotos imperiais no último vazamento me marcou bastante. As ruínas Ayleid agora têm padrões nas paredes, e não são mais só blocos brancos. Armas e armaduras também receberam atenção especial. A Espada Longa de Prata, a Armadura Sombria... tudo tem muito mais presença agora. Até a armadura Daedrica, que eu nunca gostei muito, ficou estilosa. O jogo está visualmente muito bonito, como se espera hoje em dia, mas o que realmente me chamou atenção foi a iluminação. As masmorras no começo foram um espetáculo à parte por causa disso. Só que, como sempre, o impacto visual acaba se tornando secundário depois de algumas dezenas de horas. O que realmente importa está além disso.

O que mais me conquistou foram as mudanças mecânicas. A parte de combate e o sistema de evolução de habilidades foram muito bem ajustados, ficando num meio-termo interessante entre o Oblivion original e Skyrim. O combate ganhou peso, os golpes têm impacto real, e os inimigos reagem de forma convincente. A barra de fadiga agora serve pra algo, e bloquear sem energia resulta num stagger garantido. Como fã de furtividade, foi ótimo ver que usar adagas faz sentido agora — o dano em ataques furtivos é bem mais alto. Não explorei muito o combate desarmado nessa jogada, mas adorei ver que virou uma versão melhorada do que Morrowind tentou fazer. Quero muito testar um personagem focado só em isso depois.

O sistema de progressão também ficou excelente. Agora, ao invés de depender de min-maxing absurdo como no original, você ganha 12 pontos por nível e distribui como quiser, com limites por atributo. Isso, pra mim, foi a melhor mudança de todas. Deixou o jogo mais livre e divertido sem punir quem só quer jogar do jeito que prefere.

Algumas habilidades foram reformuladas de forma interessante. As de Armas agora têm efeitos adicionais em níveis mais altos, e a habilidade de Comércio finalmente ficou usável e recompensadora. Pela primeira vez em milhares de horas de Oblivion, consegui ter um personagem com 100 em Mercantilismo, e sem precisar forçar a barra. Os comerciantes também têm mais ouro e inventários variados, o que torna a interação com eles mais interessante, mesmo que não mude drasticamente o jogo. Outras mudanças mecânicas também ajudam muito o remaster a se destacar em relação ao original. Teria sido legal se as escolas de magia recebessem habilidades novas também, mas pelo menos Destruição e Restauração agora evoluem em um ritmo aceitável.

Joguei toda minha campanha na dificuldade Adept e achei o equilíbrio bem melhor. As lutas no começo tinham desafio real, e quando cheguei nos níveis mais altos, os inimigos não viravam mais esponjas de dano como antes. Ainda não sou fã do sistema de recompensas escaladas por nível, mas já conheço o jogo o bastante pra saber o que pegar cedo e o que deixar pra depois.

No quesito sonoro, eles acertaram em cheio. Manteram as vozes originais e a trilha sonora, que são a alma do Oblivion pra mim. Adicionaram algumas novas dublagens que casam muito bem com o resto, e ouvir o tema principal na cena final da história foi um toque especial. A trilha clássica é insubstituível, e fico feliz que tenham respeitado isso.

Os personagens também estão mais bonitos — especialmente as raças não-humanas. Argonianos e Khajiit agora parecem mesmo seres reptilianos ou felinos, não só humanos com uma máscara. Elfos têm um visual mais alienígena, como deveriam. Os Redguards também estão muito bem feitos. E agora tem barba decente! Claro, alguns humanos ainda estão presos no vale da estranheza visual, mas nada que comprometa. E ainda podemos criar monstros bizarros no criador de personagens, como manda a tradição.

No fim das contas, ainda é Oblivion. Ainda é o jogo que eu amo, com suas qualidades e defeitos. Não senti que nada foi "estragado", e a pergunta final é: esse remaster substitui o original pra mim? A resposta curta é sim. As melhorias mecânicas são tão boas que com certeza vou voltar a essa versão mais de uma vez. Mas a resposta longa é não. Ainda prefiro as cores vibrantes e a vibe única do original. A combinação perfeita pra mim seria uma mistura dos visuais do original com os ajustes de gameplay do remaster.

Também tem a questão técnica. Jogo o original no Series S com 60fps e sem loading. O remaster, rodando na Unreal Engine 5, ainda sofre um pouco no modo Performance no PS5. Mas mesmo assim, acho que o remaster vai ser a porta de entrada ideal pra muita gente descobrir ou redescobrir Oblivion. E o melhor: eles não estragaram tudo. As duas versões podem existir juntas, e eu fico feliz por poder aproveitar ambas.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Marvel's Spider-Man

Marvel's Spider-Man

Avatar de MirakiDB MirakiDB
(4.0)
Esse Spider-Man é uma experiência BEEEEEM divertida e engraçada. O sistema de combate do jogo é uma coisa muito bem feita, assim como a locomoção com a teia, MUITO BOM.
Tem diversas partes que sinceramente não é muito boa como as partes de stealth da MJ, e a existência de missões repetitivas, porém o jogo é tão divertido com um sistema tão bem feito que vale a pena! História bem legal, vilões interessantes, uma experiência em geral divertidíssima.
Ler Review
1 Like
Capa do jogo The Witcher 2: Assassins of Kings

The Witcher 2: Assassins of Kings

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(5.0)

*The witcher 2*
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Faz tempo que estou enrolando pra escrever a análise desta maravilha de jogo, todo mundo que eu conheço conheceu essa trilogia por conta do sucesso gigantesco de The witcher 3, e nem todo mundo se aventura nos outros 2 jogos, agora posso afirmar que the Witcher 2 é sim um jogo incrível e merece ser jogado antes do 3

Obviamente, controlamos novamente o F0dastico Geralt de Rivia, que foi contratado para participar da guarda pessoal de um Rei e durante esse seu "trabalho", problemas acontecem e geram uma trilha pro Geralt seguir. O enredo do game é muito bem detalhado e profundo, os personagens são muito marcantes e bem carismáticos, o universo que foi construído para a trilogia The witcher dês do primeiro jogo, é simplesmente gigantesco e maravilhoso. Temos 4 finais diferentes (4 que mudam muito, 16 se for contar os que mudam apenas detalhes)

Só pra dar uma explicação, atualmente tenho 100 horas de the witcher 3 e não sofri metade do que sofri em The witcher 2 no quesito Dificuldade. Se você começou pelo 3, de início vai perceber que a jogabilidade é realmente mais lenta, mais da pra se acostumar perfeitamente em algumas horas, pra quem ainda não jogou o terceiro jogo, vou resumir o combate: Geralt pode realizar ataques fortes, ataques fracos, Bloquear ataques, utilizar sinais (poderes de bruxo), utilizar arremessaveis e esquivar. Algo que pode causar encômodo nos novos jogadores, é a falta do cavalo, mesmo se tratando de um mapa praticamente semi aberto, ter que percorrer todos os trajetos a pé, as vezes enche o saco

The witcher 2 é um baita RPG, Geralt tem sua árvore de upgrades, os diálogos com Npc's são bem completos e tem diversas opções, as lutas contra chefes são realmente muito boas e a ambientação do jogo é F A N T A S T I C A. Os gráficos do jogo são surpreendentemente bons pra um game de 2011 e a trilha sonora é impecável

Mesmo parecendo que eu escrevi muita coisa, não abordei nem 60% do jogo nesta minha análise, resolvi "resumir" tudo e deixar que tirem suas próprias conclusões jogando, o game tá custando R$ 59,99 em seu preço cheio, mas sempre tem ótimas promoções (as vezes até um pacote completo incluindo os 3 jogos). É isso, pode jogar essa obra prima sem medo, recomendo aproveitar cada momento do jogo e prestar atenção em cada diálogo
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| 10 |
Ler Review
1 Like
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