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Survival Machine

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Avaliações

Capa do jogo Call of the Sea

Call of the Sea

Avatar de LucasA LucasA
(4.5)
Call of the Sea me prendeu por causa da atmosfera e da narrativa íntima. O visual colorido da ilha e a trilha sonora criam um clima curioso e meio nostálgico que combina bem com a ambientação dos anos 1930. A protagonista tem motivações pessoais que funcionam como fio condutor e me deixaram interessado em descobrir o que havia de verdade por trás das anotações e cartas espalhadas pelo mapa.

Os quebra-cabeças são o centro do jogo: muitos são inteligentes e integrados ao ambiente, o que deu uma sensação boa de descoberta. Ainda assim, alguns se repetem na mecânica e outros ficam um pouco no limiar entre “desafio” e “achismo”, o que me frustrou ocasionalmente. Não tem combate nem tensão constante, então a experiência é bem mais contemplativa — ótimo se você curte narrativas e exploração, talvez menos para quem quer ação.

No fim gostei bastante, principalmente pelo jeito como a história se fecha e pelas escolhas de estilo do jogo. É curto e deixa vontade de ter mais, mas para quem busca uma aventura narrativa com personalidade, vale a pena.
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1 Like
Capa do jogo Assassin's Creed IV: Black Flag

Assassin's Creed IV: Black Flag

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(5.0)
*Assassin’s Creed® IV Black Flag*
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Me dói ter que começar esta análise reclamando, pois Black Flag foi e ainda é uma das melhores experiências que tive com um jogo na minha vida... Mas essa porr* é muito quebrada no PC, cara. Já começamos pela porcaria do launcher Ubisoft Connect, que tem dias que simplesmente fala que os serviços estão fora do ar e É ISSO, você simplesmente perde o direito de jogar o jogo que você PAGOU. Sinceramente, Ubisoft, isso é uma das maiores canalhices feitas com o consumidor que eu já vi na minha vida... Eita empresinha que tenta a todo custo estragar a experiência de seus jogos, inclusive os antigos (os únicos que prestam, porque hoje em dia a Ubisoft só lança porcaria mal feita e genérica). A experiência de jogar Black Flag no console é infinitamente superior a jogá-lo no PC. Enquanto eu mal tive bugs no Xbox 360, aqui no PC eram vários e vários crashes, bugs de cenário, inimigos bugando, NPCs bugando, navio bugando, itens do cenário invisíveis e meu personagem bugando no cenário... Parecia que eu estava jogando o Unity no lançamento.

Assim que eu ganhei o meu 360, Assassin’s Creed® IV Black Flag foi literalmente o primeiro jogo que eu tive acesso no console. Era uma sensação que não consigo descrever em palavras: toda aquela ambientação, aquele combate, aquele oceano... Nunca eu tinha visto nada parecido (eu já tinha jogado a saga Ezio no PS3). Quanto mais eu jogava e explorava, mais me surpreendia com a qualidade absurda que esse jogo tinha, tanto em sua ambientação quanto em sua narrativa.

Controlamos Edward Kenway, um carismático e ambicioso pirata que, após se envolver em um conflito entre Assassinos e Templários, busca fortuna enquanto tenta entender o impacto de suas ações. Edward começa como um pirata comum em busca de riquezas e acaba recebendo uma das melhores construções de personagem de toda a franquia. Ele se infiltra no conflito ao matar um Assassino e assumir sua identidade. Ao longo da história, Edward interage com figuras históricas icônicas, como Barba Negra, Charles Vane e Anne Bonny, enquanto navega pelo Caribe e enfrenta seus desafios pessoais. A parte chata do jogo se encontra no "presente". Controlamos um funcionário anônimo da Abstergo Entertainment, que está pesquisando as memórias de Edward para um projeto multimídia (basicamente, você fica andando com um tablet na mão e recebendo ordens de qualquer boneco mal modelado que aparecer na sua frente ou no seu comunicador). A história do jogo é repleta de cenas memoráveis, personagens carismáticos e marcantes, momentos de alta tensão e grandes feitos que definem bastante coisa nos enredos dos jogos posteriores.

O Caribe é um dos mundos mais expansivos e diversificados da série. Ele vai desde ilhas tropicais e cidades portuárias até fortalezas militares e vastos oceanos. Tem alto nível de qualidade em seu combate naval e terrestre, proporcionando uma sensação de liberdade raramente vista em jogos de mundo aberto e muito menos em um Assassin’s Creed. O sistema de combate naval é uma das maiores inovações do jogo. O nosso navio se chama "O Gralha", e seu controle é totalmente intuitivo e dinâmico, permitindo que os jogadores entrem em batalhas intensas com outros navios, saquem embarcações inimigas e explorem os mares. Afinal de contas, você é a porr* de um pirata! O parkour e o combate corpo a corpo seguem o padrão da franquia, só que mais polido. O único defeito desse jogo é a sua quantidade excessiva de missões que te obrigam a seguir alvos sem ser visto, com o objetivo de descobrir localizações, ouvir diálogos secretos e eliminar alguns alvos no local correto. Black Flag oferece uma vasta quantidade de conteúdo e objetivos, como caça de animais, exploração de naufrágios, busca por tesouros enterrados e missões de assassinato. Isso torna o jogo altamente vivo, rejogável e adequado tanto para quem gosta de seguir a história principal quanto para exploradores (deveria ter conquistas na Steam em vez de apenas a Ubisoft ser uma decepção mundial).

O jogo conta com sistemas de personalização que incluem armas, trajes, equipamentos e melhorias para o navio. Isso encoraja o jogador a explorar e saquear para acumular recursos.

A mecânica de mergulho é uma das atividades secundárias mais imersivas e inovadoras do jogo. Disponível após a obtenção de uma Bela Dama (submarino rudimentar), permite ao jogador explorar os fundos do oceano em busca de tesouros, recursos e segredos submersos. Os jogadores podem nadar em diferentes áreas submersas, como naufrágios, cavernas submarinas e recifes de coral. Cada local submerso é muito bem ambientado e repleto de detalhes, como peixes, algas e destroços de navios. Além de oferecer perigos como ataques de predadores marinhos, correntes submarinas e a limitação de oxigênio (que exige planejamento cuidadoso e encontrar bolsões de ar). A caça de animais marinhos também é uma ótima atividade secundária que permite ao jogador capturar criaturas como tubarões e baleias. Os arpões são consumíveis e podem ser melhorados para aumentar sua eficácia. Quanto mais potentes, mais fácil será capturar as criaturas maiores. Algumas criaturas, como os tubarões-tigre ou as orcas, podem atacar diretamente o bote, exigindo reflexos rápidos para desviar ou resistir ao impacto.

Black Flag definitivamente é o meu Assassin’s Creed favorito e uma experiência extremamente marcante, apesar de fugir muito da proposta original da franquia e arriscar com um personagem totalmente diferente. Simplesmente uma obra-prima. Do jeito que a Ubisoft está hoje em dia, possivelmente nunca mais vai criar algo que chegue aos pés de Black Flag e continuará sendo uma empresa que vive na sombra de seus antigos jogos. Essa Gold Edition inclui tanto o jogo base quanto pacotes extras, expandindo a jogabilidade e a história com novas missões, itens e personalizações. Mas não é motivo suficiente para cobrarem R$ 119,99 em um jogo de 2013, mesmo ele sendo o melhor jogo da franquia, na minha opinião. Essa atitude de retirar o jogo base da loja e forçar essa Gold Edition como a única possível compra do jogo na Steam é mais uma das milhares de decisões canalhas dessa empresa.
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4.0 para este porte no pc
100000 para o jogo em si
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1 Like
Capa do jogo Dead Space 3

Dead Space 3

Avatar de Marcos010169 Marcos010169
(3.5)
Nota 7,3.
Melhor do que dão crédito, embora tenha algumas partes que dou toda razão aos haters. O gráfico pra época é bacana, a jogabilidade é basicamente a mesma desde o primeiro jogo com quase que imperceptíveis melhorias, a ação é bem cinematográfica, a expressão facial melhorou muito... Assim, tem umas partes mais pro meio do jogo que vira Gears of War. E pro final tbm tem uma parte em uns túneis que é repetitivo pra caramba e que me deu uma enjoada.
O que me incomodou muito no jogo foi a chuva de inimigos, a maior parte do jogo tu dá dois passos e cai inimigo do teto e da ventilação. Isso deixa tudo igual e cansativo.
A história é a mais fraca da trilogia, querendo ser James Bond e com uns personagens novos esquecíveis.
Enfim, eu curti e me diverti até chegar umas partes q eu tava meio de saco cheio. Só que ao zerar reconheço que é um jogo bom sim.
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1 Like
Capa do jogo Klonoa: Door to Phantomile

Klonoa: Door to Phantomile

Avatar de willzinrj willzinrj
(5.0)
Muito divertido. O jogo e encantador, joguei no PS1 com um TV de tubo e pqp que jogo bonito muito bacana e simples, vale a pena jogar.
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1 Like
Capa do jogo Saints Row IV: Re-Elected

Saints Row IV: Re-Elected

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(2.5)
* Saints Row IV *
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"Zerei a versão da steam antes do lançamento da "Re elected"

Tenho uma relação curiosa com saints IV, a primeira vez que vi uma gameplay do mesmo no YouTube fiquei simplesmente encantado, parecia um jogo de super heróis com todos aqueles super poderes. Esperei chegar meu aniversário e pedi o jogo de presente, e por ironia do destino não ganhei o IV e sim o the third, e simplesmente me apaixonei pelo jogo. Quando finalmente joguei o IV a minha decepção foi absurda, toda a essência do The third foi deixada de lado e só ficou a zoeira sem limites

A coleção e costumização de veículos se tornou praticamente inútil e sem sentido, pois com os poderes você chega em qualquer lugar em um piscar de olhos, melhorias e costumizações de armas também se tornaram praticamente inúteis também levando em consideração os super poderes. Então toda a diversão de pegar um veículo no mapa pra modificar foi simplesmente esmagada, ao menos a costumização do personagem melhorou bastante

É óbvio que "enredo" não é o ponto forte de nenhum saints, más de todos (tirando o LIXO que saiu agora que qualquer porcaria é melhor que aquilo e eu me recuso a chamar aquilo de saints row) este é o mais sem graça. O jogo insiste em alienígenas e batalhas espaciais, fazendo muitas piadas e referências com mass efect

Pra quem curte muita zoeira sem limites e se sentir um super heroi com super força, super velocidade, super isso e super aquilo.... Pode curtir o jogo, no meu caso como amante do The third, fiquei muito entediado e sentindo falta de muita coisa, e olha que sou apaixonado por todos os inFAMOUS
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| 5.4 |
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1 Like
Capa do jogo Sifu

Sifu

Avatar de alan_gamer alan_gamer
(4.0)
Sifu é um soco na cara — no bom sentido. O combate é brutalmente satisfatório: cada bloqueio, esquiva e contra-ataque tem peso e resposta imediata. Me peguei comemorando combos perfeitos e xingando quando um erro bobo me custou a vida. A mecânica de envelhecimento é genial, dá um significado real a morrer e faz cada escolha importar de verdade.

A curva de dificuldade é dura, mas justa; você aprende por tentativa e erro e a sensação de evolução é constante. Os cenários e inimigos repetem padrões, então depois de muitas runs a fórmula aparece, mas ainda assim é viciante tentar a próxima estratégia para vencer um chefe. Só senti às vezes câmeras apertadas em espaços pequenos e alguns picos de dificuldade que parecem meio injustos.

A história é simples, quase um pano de fundo, mas isso não atrapalha o foco no combate. A estética e a trilha combinam com a pegada de artes marciais e deixam cada luta mais imersiva. No fim das contas, é um jogo que exige paciência e recompensa quem persevera.
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1 Like
Capa do jogo Moonscars

Moonscars

Avatar de JackkyFrostt JackkyFrostt
(4.0)
*Moonscars*
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Lembro que realmente me tornei um fã de jogos metroidvania quando joguei Hollow Knight (que logo entrou para a lista dos meus favoritos). Só que, infelizmente, este ano acabei me distanciando um pouco do gênero. Até que vi Moonscars em promoção na Nuuvem e pensei... por que não? Com fortes inspirações em Blasphemous, o jogo traz uma ambientação sombria, gameplay bem feita e uma narrativa extremamente confusa.

O jogador controla Grey Irma, uma guerreira que busca respostas sobre sua existência e propósito. O jogo se passa em um mundo sombrio e decadente, onde seres chamados "Esculpidos" foram criados por um misterioso artesão conhecido como o Sculpteur. Grey Irma inicia uma jornada para confrontar o Sculpteur e descobrir a verdade por trás de sua criação. Ao longo do caminho, ela enfrenta hordas de inimigos, versões distorcidas de si mesma e revela fragmentos de uma história marcada por traições, sacrifícios e sofrimento. A história do jogo vai sendo revelada aos poucos conforme o jogador avança nas diversas áreas do jogo, mas exige uma forte atenção, pois a grande maioria de seus textos é enigmática. Precisei recorrer aos famosos vídeos no YouTube para entender direito a história do jogo.

Moonscars combina elementos de souls-like com metroidvania, oferecendo combate preciso e recompensador, só não é tão desafiador assim. O combate é focado em ataques corpo a corpo, esquivas e parries, com uma curva de aprendizado para dominar as mecânicas. Porém, quando você pega o timing do parry, o jogo fica mil vezes mais fácil... sem falar que os chefes e o cenário poderiam ser mais desafiadores e punitivos. Na minha opinião, o jogo não chega nem perto da dificuldade de Hollow Knight, nem mesmo do primeiro Blasphemous. O progresso do jogador é centrado em habilidades, feitiços e melhorias adquiridas ao longo do jogo. Embora o jogo não tenha uma árvore de habilidades convencional, ele oferece sistemas de aprimoramento que permitem customizar o estilo de jogo. Grey Irma utiliza uma combinação de habilidades básicas e especiais, que podem ser aprimoradas ou desbloqueadas conforme o jogo avança, além de estar equipada com uma espada que serve como a principal ferramenta de combate. O jogo conta bastante com a administração de Ichor, que funciona como uma espécie de mana para feitiços e algumas habilidades especiais. Pode ser regenerado ao atacar inimigos.

Ao morrer, você deixa uma cópia sombria que pode ser enfrentada e derrotada para recuperar recursos. Essa mecânica incentiva o jogador a aprender com seus erros e planejar melhor os próximos passos. No fim das contas, o jogo oferece uma profundidade significativa ao equilibrar combate corpo a corpo, feitiços versáteis e escolhas táticas, permitindo ao jogador moldar Grey Irma de acordo com suas preferências.

O game traz um estilo gráfico em pixel art, com grande foco no uso de tons escuros e iluminação detalhada que criam uma atmosfera sombria e melancólica. A ambientação consegue transmitir uma sensação constante de que aquele mundo já está perdido na escuridão e não há salvação. A trilha sonora ajuda a reforçar o clima de tensão e mistério. Os efeitos sonoros são muito bons, especialmente durante os combates.

Moonscars é sim um ótimo metroidvania e deve agradar fãs de jogos consagrados no gênero, trazendo uma ótima gameplay, um mapa bem feito (não cheguei a ficar perdido em nenhum momento), arte bem bonita e enredo enigmático. Poderia ser mais desafiador e ter batalhas contra chefes mais punitivas e diversificadas. Seu preço cheio de R$ 59,99 é salgado, tendo em vista que o jogo não dura nem 20 horas (mesmo fazendo o 100%). Melhor aguardar promoções (paguei 30 pila na Nuuvem).
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8.7
Ler Review
1 Like
Capa do jogo Minecraft

Minecraft

Avatar de GORILAburro GORILAburro
(5.0)
Clássico
Ler Review
1 Like
Sobre
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