Game of Thrones: Legends — Aerion ganha invocação em outubro
Evento reúne seis campeões lendários, incluindo Egg, Osha, Rhaenyra e Alicent
Evento reúne seis campeões lendários, incluindo Egg, Osha, Rhaenyra e Alicent
2.694 guias de 90 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
152 guias
53 guias
150 guias
18 guias
35 guias




921 reviews escritas por 139 jogadores.
Análise do Winning Eleven 2000 de PS1:
Legal pra época, só é bem basicão.
O modo de desarme é automático o que não ajuda e os passes são teleguiados o que mais atrapalha. Seleção Brasileira na época era jogar de cheat, são muito apelão kkkkk. Só o Roberto Carlos no ataque já quebrava qualquer equilíbrio de partida.
Zerei a Master Liga com o Vasco com Roberto Carlos, Ronaldo e Batistuta no time, e olha que tentei não apelar. Master Liga essa que só tem o Campeonato, não tem Copa do Brasil ou Libertadores.
É isso, jogo bem bacanudo.
*Bulletstorm*
---------------------------------------------
Cara que delícia de jogo ! Faz tempo que eu não jogava uma campanha de FPS tão divertida e criativa quanto essa. De início ele já me ganhou pela movimentação dinâmica e gráficos que lembram meus amados Borderlands, além de seus personagens super carismáticos e diálogos totalmente bem humorados
O jogo tem uma estética bem futurista e sua história é ambientada no século 26, em um universo dominado por governos e potências que visam o domínio espacial. Estamos na pele de Grayson Hunt, um ex-mercenário da unidade militar de elite conhecida como Dead Echo, que se revolta contra seu comandante, o traiçoeiro General Sarrano, ao descobrir que estava sendo usado para eliminar alvos inocentes. Grayson e seu grupo tornam-se piratas espaciais, vivendo à margem da lei. A trama começa quando Grayson, em busca de vingança, ataca a nave de Sarrano, mas o confronto deixa ambas as naves danificadas, forçando um pouso de emergência no planeta Stygia. O local está devastado, habitado por mutantes, gangues violentas e flora mortal.
O jogo possui um sistema de Skillshots, que incentiva o jogador a eliminar inimigos de diversas formas. Em vez de apenas atirar, o jogador é recompensado por usar o cenário, armas e habilidades para criar mortes brutais, como arremessar inimigos em espinhos, explodi-los em grupo ou até eletrocuta-los em redes elétricas. A movimentação do jogo é bastante fluida, podemos correr, chutar e usar o Energy Leash, um chicote elétrico que pode puxar inimigos ou interagir com o ambiente. Todas essas mecânicas contribuem para que o combate seja dinâmico em 100% do tempo de gameplay.
Algo a se elogiar de pé junto, é a qualidade de toda a ambientação desse jogo que vai misturando elementos futuristas com paisagens devastadas. Apesar de o jogo ser linear, os níveis oferecem diversidade visual e oportunidades para explorar diferentes formas de interação com o cenário. Nota 1000 para a equipe artística que desenvolveu os cenários desse jogo. Tudo isso unido a uma ótima trilha sonora que respeita os momentos de ação do jogo
Bulletstorm traz uma experiência incrivelmente divertida até para quem não curte tanto assim as campanhas de jogos FPS. Traz uma história interessante, personagens carismáticos, diversas cenas de ação incríveis, ambientação impecável, ótimo tempo de campanha, gameplay extremamente divertida e satisfatória, além de diálogos muito bem humorados. Recomendo DEMAIS, merecia um maior reconhecimento e uma sequência… mais um caso de um jogo totalmente injustiçado e esquecido. Seu preço cheio de R$ 75,49 é realmente um pouco salgado quando levando em consideração que é um game de 2011 (apesar dessa versão Full Clip ter sido lançada em 2017). Melhor aguardar uma promoção, pois o jogo fica bem barato.
*se quiser brincar no multiplayer, recomendo juntar uma galera pois o modo está morto em relação a quantidade de player ativos*
---------------------------------------------
| 10 |
Esse é diversão ilimitada.
jogo bem divertido, bobinho e não tem tanta historia assim, mas é bom pra passar o tempo
The Last Case of Benedict Fox tem uma identidade visual bem forte, e isso foi o que mais me prendeu de cara. Esse clima meio Lovecraft com investigação sobrenatural funciona melhor do que eu esperava, e a ambientação realmente passa aquela sensação de lugar estranho e inquietante. Dá vontade de explorar só pra ver o que tem na próxima sala, mesmo quando o jogo não está sendo tão gentil com você.
Ao mesmo tempo, ele escorrega em algumas coisas que incomodam bastante. O combate e a movimentação não são os mais confortáveis, e em vários momentos eu senti que o jogo queria parecer mais preciso do que realmente é. A progressão também tem aquela cara de metroidvania meio travada, em que você fica indo e voltando até achar o caminho certo, e isso pode cansar.
Mesmo assim, curti a proposta. Não acho um jogo redondo, mas ele tem personalidade de sobra e tenta fazer algo diferente, o que pra mim pesa bastante. Não é daqueles indies seguros e genéricos, ele pelo menos arrisca uma atmosfera própria e isso já ajuda muito.
Um dos melhores jogos de corrida do Super Nintendo!
Marque o que está jogando, o que já zerou e o que quer jogar. Acompanhe os lançamentos das suas plataformas e monte listas para compartilhar.
Este site utiliza cookies, conforme explicado em nossa Política de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com as condições.