Cyberpunk 2077: 8 jogos para quem quer ir além de Night City
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2.911 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
*Bioshock infinite* é o meu favorito da trilogia, o game é muito bem feito porém muda muito em relação aos jogos anteriores. O game tem personagens bem carismáticos inclusive a Elizabeth, que além de ser uma ótima personagem na história é muito útil na gameplay. Uma das poucas coisas que não gosto no jogo é que só podemos guardar 2 armas por vez, temos que ficar procurando armas pelo mapa ou matando inimigos se quisermos trocar, já nos outros jogos tínhamos todas e era bem mais divertido, agora temos uma maior variedade de poderes e isso é um ponto bem positivo :)
Enfim... O game é incrível, enfrentei apenas um bug que fiquei preso nos obstáculos do cenário e tive que me matar com a RPG para sair de lá kkkkk, a trilha sonora do jogo continua impecável e se encaixa perfeitamente com o tema. [Nota 9.9]
Muito bom e nostálgico
Um dos melhores jogos de futebol de todos os tempos, com uma mecânica atemporal, simples e gostoso de jogar até hoje, inclusive com analógico.
Uma melhoria absurda do primeiro jogo.
Todos os aspectos foram melhorados exponencialmente.
O gráfico tá mais arredondado, com mais cores. A animação mais fluída, incluindo a jogabilidade nos combates e escaladas. Tem muito mais ação nesse e cenas incríveis variadas. A história é melhor tbm, nada que ganhe um Oscar, mas dá pra ver que os personagens são mais bem estabelecidos. Tem o dobro de armas nesse e cenários de todos os tipos, sendo inventivo no seu level design.
Os únicos mini defeitos são que o combate se repete muito pro final, com os inimigos virando esponja de bala, uma coisa ou outra datada anos 2000, os vilões são fraquinhos... Só.
Dá pra dizer que é uma obra-prima do gênero. Me surpreendeu demais.
Slay the Spire me fisgou desde o primeiro combate. A mistura de construção de deck com escolhas de caminho no mapa e relics imprevisíveis deixa cada partida única — às vezes você monta uma sinergia absurda, outras vezes é só improviso mesmo. O combate é simples de aprender, mas rende decisões táticas interessantes, especialmente contra chefes e encontros que forçam você a repensar sua estratégia na hora.
Os personagens têm identidades próprias e as cartas/vantagens vão abrindo possibilidades muito boas conforme você vai desbloqueando itens e runas. A progressão por ascensões dá um senso de objetivo a longo prazo, e o jogo recompensa quem aprende a lidar com risco e RNG. Só achei que, em algumas runs, a aleatoriedade pode engolir a sua estratégia e deixar uma sensação de frustração quando um bom combo nunca aparece.
Visualmente é simples, a trilha sonora casa bem com o ritmo e tudo funciona com fluidez. Se você curte roguelike com foco em decisões e construção de deck, é uma experiência viciante.
Me diverti muito com esse jogo.
Nota 8. Admiro a liberdade de uso de poderes e stealth. Os gráficos são decentes, mas o q chama a atenção mesmo é o estilo artístico e o level design caprichado. A história é meio qualquer coisa, tendo umas batidas previsíveis e uma repetitividade.
É isso, achei legalzin, só que não é a minha vibe. Vou demorar muito pra jogar o 2 dele...
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