GTA 6: rádios, apresentadores e músicas confirmadas
Confira os artistas que apresentam as rádios e as faixas já divulgadas em diferentes estilos
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2.874 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
73 guias
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
Jogo periodicamente... É um belo metroidvania mas por falta de paciência eu largo fácil.
*Warhammer 40,000: Space Marine*
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Desparado, um dos melhores jogos que zerei em 2024. Com o lançamento de Space Marine 2, resolvi jogar o primeiro (já que o 2 custa um rim para comprar e outro rim para rodar)... E PUT* QUE O PARIU, QUE JOGO BOM DO CRALH!
Fazia tempo que eu não conseguia parar de jogar alguma coisa. Geralmente, jogo 1 ou 2 horas por dia de cada jogo que tenho instalado, mas Space Marine me viciou o suficiente para ficar horas brincando no online (que, surpreendentemente, ainda é bem ativo).
Controlamos um brutamontes chamado Capitão Titus, veterano dos Ultramarines, uma das legiões de elite dos Space Marines, em uma missão para proteger o Império da Humanidade contra ameaças devastadoras. O jogo se passa em Graia, um planeta que está sob ataque de uma gigantesca horda de Orks. Com a Guarda Imperial incapaz de conter a invasão, os Space Marines são enviados para restaurar a ordem e salvar o planeta. Acompanhado pelo Sargento Sidonus e o jovem Marine Leandros, Titus lidera a missão para eliminar os Orks e proteger os recursos de Graia.
Oferecendo uma jogabilidade focada em combate visceral, misturando combate corpo a corpo e tiroteios, o jogo captura a brutalidade e o poder dos Space Marines. Ele traz armas icônicas como o Chainsword, Thunder Hammer e Power Axe para esmagar hordas e mais hordas de inimigos. O arsenal de armas à distância é diversificado e inclui rifles bólter, plasma guns, metralhadoras pesadas e lançadores de granadas, cada um com características únicas.
Não há regeneração automática de saúde. Para recuperar HP, o jogador precisa realizar execuções em inimigos atordoados.
A simplicidade das mecânicas do jogo o torna tão gratificante, já que basicamente temos que andar para frente e dilacerar as mais diversas hordas de inimigos... porém, tal fator é feito com tanta "maestria" que me trouxe uma experiência incrivelmente divertida e marcante (além de me deixar muito ansioso para jogar sua nova sequência). Uma das poucas ocasiões em que joguei o online por gostar e não apenas para caçar conquistas.
O que mais eu poderia querer? Trilha sonora boa, história bem escrita, protagonista fod*, gameplay insana que mistura TPS com elementos hack and slash, ambientação bem feita e online divertido = Jogaço da porr*.
Sim, também fiquei com o pé atrás de pagar os 36 e pouco na promoção, com aquele medo de ser um jogo meia boca... mas digo que valeu cada centavo e até valia mais! Pode comprar que é sucesso. (Não vale R$ 104,00)
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10
Joguei The Gunk numa vibe tranquila e saí com uma impressão mista: o jogo acerta fácil no visual e na atmosfera — as cores, a fauna estranha e a sensação de descoberta me pegaram várias vezes. A mecânica do aspirador é simples, mas é satisfatória de usar; limpar a gosma e ver o mundo voltar a ter vida dá um bom retorno imediato.
O problema é que, por baixo dessa embalagem bonita, as coisas são bem lineares. Combate é básico, as missões e puzzles repetem fórmulas e falta profundidade nas mecânicas para sustentar mais tempo de jogo.
Achei a exploração divertida nos primeiros momentos, mas começou a ficar previsível antes do fim.
A história toca em temas ambientais de forma direta e tem uns momentos legais entre personagens, embora não vá muito além disso. A trilha sonora e a direção de arte seguram bem o conjunto. No geral, curti a experiência como um passeio curto e bem-feito, mas esperava algo com mais risco e identidade mecânica pra ficar realmente memorável.
Joguei Resident Evil 7 esperando algo diferente e acabei lembrando do que eu mais gosto na série: atmosfera pesada, sensação de perigo constante e aquele cuidado com ambientação que te deixa desconfortável mesmo quando nada está acontecendo. A virada para a primeira pessoa me pegou no começo, mas funcionou — traz um claustro e uma imersão que reforçam o horror do lugar, especialmente na casa dos Baker. Senti claramente respeito às raízes da franquia depois da era mais “de ação”.
A trilha sonora e o design de som são ótimos, muitas vezes o silêncio ou um rangido já bastam para me deixar tenso. Os puzzles e a exploração dão um sabor clássico, e a limitação de recursos faz cada encontro valer. Confesso que em alguns trechos o combate fica meio travado e há momentos de backtracking que cansam, mas nada que quebre totalmente a experiência. O modo VR, quando disponível, eleva tudo a outro nível — assustador na medida certa.
No fim das contas é um retorno esperto às raízes, com escolhas arriscadas que, para mim, deram certo. Recomendo pra quem sente falta do survival horror mais tenso da série; pode não ser perfeito, mas resgata o que tornou Resident Evil memorável.
*Infamous : Second Son *
Nota 9.5
Caralho eu nem sei dizer quanto tempo esperei pra jogar essa porra... Quando eu vi que estava em promoção comprei sem pensar duas vezes mesmo o PS4 não sendo meu kkkkkkk
O jogo é muito foda cara, eu já tinha visto tudo dele no YouTube porém jogar você mesmo é outro bagulho.
O protagonista Delsin é bastante carismático e é muito legal acompanhar a trajetória dele nos acontecimentos do jogo (tanto no modo Vilão quanto no Herói)
Os gráficos não são impressionantes porém é aceitável por ser um dos primeiros jogos lançados para o pS4 / Gameplay é Muito fodaaa com todos os poderes e Upgrades... É muito do caralho. O único defeito é o Parkour (sem os poderes) que é muito artificial (parece que o personagem tá grudando na parede e não escalando..) mais nada que prejudique e minha experiência no jogo / o Mundo aberto é muito dahora com todas as Bases da "D U P" porém poderia ter mais variedades de missões secundárias. O que falar das pixações ??? Caralho é muito divertido e satisfatório ficar grafitando a cidade
Nota 8. Admiro a liberdade de uso de poderes e stealth. Os gráficos são decentes, mas o q chama a atenção mesmo é o estilo artístico e o level design caprichado. A história é meio qualquer coisa, tendo umas batidas previsíveis e uma repetitividade.
É isso, achei legalzin, só que não é a minha vibe. Vou demorar muito pra jogar o 2 dele...
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