Bully completa 20 anos: lançamento, polêmicas e legado
Entenda como a recepção, as versões posteriores e as polêmicas moldaram sua reputação
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Entenda como a recepção, as versões posteriores e as polêmicas moldaram sua reputação
3.014 guias de 98 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
75 guias
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922 reviews escritas por 140 jogadores.
Crysis 2 Remastered
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Um fato sobre essa série que, na minha opinião, é digno de elogios, é a coragem de sustentar uma narrativa mesmo que isso signifique mudar drasticamente seu estilo de ambientação. Já que abandonam totalmente o estilo do primeiro jogo, que era inspirado em "Far Cry", e partem para uma cidade sendo devastada pela invasão alienígena, seguindo os acontecimentos do primeiro jogo (e no terceiro jogo ainda evoluem muito mais essa questão).
Pra contextualizar: uma epidemia alienígena conhecida como "Manhattan Virus" está dizimando a população de Nova York, enquanto criaturas alienígenas chamadas chegam para conquistar a Terra. A cidade se transforma em um campo de batalha entre os militares, alienígenas e uma corporação chamada CELL, que quer controlar a tecnologia alienígena (sim, além dos aliens, ainda tem fdp atrapalhando). Desta vez estamos na pele de Alcatraz, um fuzileiro naval que é salvo pelo soldado Prophet (personagem secundário do primeiro jogo). Prophet está infectado e decide se suicidar, entregando seu Nanosuit a Alcatraz. Por sua vez, Alcatraz assume de vez o legado de Prophet, com o Nanosuit reconhecendo sua identidade como "Prophet", e parte para continuar a luta contra a invasão alienígena em escala global.
A gameplay teve boas mudanças em relação ao primeiro jogo, focando em uma experiência mais "corredor". Enquanto o primeiro jogo se destacava por oferecer um ambiente semiaberto em uma ilha tropical, com ampla liberdade de abordagem e exploração, Crysis 2 traz uma experiência mais linear, com seu cenário ambientado nas ruas de Nova York. Essa mudança de cenário trouxe um foco maior em combates urbanos, com tiroteios em ambientes fechados e verticais, substituindo a selva por ruas e prédios. O Nanosuit também foi simplificado. No primeiro jogo, o jogador precisava ativar manualmente cada função (como força, velocidade, armadura ou camuflagem) em tempo real, o que oferecia mais controle, mas exigia uma curva de aprendizado maior. Já em Crysis 2, o traje funciona de forma mais intuitiva e automática. O jogo trouxe uma interface mais caprichada, com os elementos aparecendo direto na visão do capacete do personagem, deixando tudo mais imersivo. A inteligência dos inimigos foi ajustada pra funcionar melhor nos cenários urbanos, e as batalhas ficaram mais cinematográficas. Crysis 2 se assemelha muito mais a jogos como COD e BF que o primeiro jogo.
O arsenal tem desde rifles de assalto mais equilibrados até armas pesadas como metralhadoras e lança-foguetes. Também traz escopetas, pistolas e rifles de precisão. Temos uma nova mecânica de customizar as armas em tempo real, trocar mira, silenciador ou outros acessórios no meio da ação, sem precisar pausar ou abrir menu. Isso deixa o tiroteio mais dinâmico e te permite adaptar a arma dependendo da situação.
Nem tudo são flores nesta versão Remastered, pois, diferente do primeiro jogo, este aqui me trouxe gigantescos delays de renderização e cutscenes HORRENDAS... qualquer configuração que eu tentava mudar nos gráficos tirava a textura de TUDO, e era a maior demora para voltar. Os bugs nessa parte gráfica estão deploráveis nesta versão pra PC. Então, apesar de seu preço cheio de R$ 56,99 não ser tão salgado assim, não vale a pena por conta desses bugs gráficos insuportáveis. Crysis 2 traz uma história muito boa, uma ambientação IMPECÁVEL, boa trilha sonora, gráficos bonitos (apesar dos bugs) e uma gameplay que, apesar de ser encaixada em uma experiência linear, funcionou muito bem.
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7.6
*THE KING OF FIGHTERS 2002 UNLIMITED MATCH*
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Jogava The King of Fighters no PS2 com minha irmã mais velha (não lembro exatamente qual), por muito tempo foi meu jogo de luta favorito, dês de então sempre quis jogar novamente e após muitas pesquisas descobri que está é a melhor e mais completa versão pra Pc. Para a minha felicidade, esta realmente é uma versão muito completa e contém todos os personagens que eu jogava na época, foi tanto hype que comprei um controle pensando nesse game
Infelizmente o modo online é muito bugado e não funciona direito, tentei inúmeras vezes entrar em partidas e não consegui, pesquisando um pouco, acabei descobrindo que existe todo um sistema da comunidade ativa do game, com o objetivo de manter o modo online vivo... não é pra mim, pois comprei o jogo muito mais pela nostalgia que o mesmo me trás. Mesmo com o modo online não funcionando bem, recomendo muito o game pra quem curte TKOF ou jogos de luta no geral, pois tem uma grande variedade de personagens, com inúmeros combos e gameplays diferenciadas. Que jogo bom, Que jogo bom, que jogo bom !
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| 9.0 |
Cara, Hades me pegou de jeito. O combate é ágil, com cada arma tendo personalidade própria e as bênçãos dos deuses virando a partida de forma divertida e imprevisível. Dá uma sensação ótima de aprendizado: você sente que tá melhorando a cada tentativa, mesmo quando quando apanha.
A história é surpreendentemente bem encaixada no loop roguelike. Não esperava isso. Os diálogos entre as tentativas são o que mais me prendeu. Os personagens têm carisma e as pequenas cenas entre encontros ajudam a transformar a repetição em curiosidade, querendo ver o que vai acontecer a seguir. A trilha sonora e a dublagem (Em inglês) são incríveis — ajudam demais a mergulhar no clima.
Se tiver uma ressalva, é que a repetição de locais e inimigos pode cansar se você for daqueles que prefere variedade absoluta, mas o sistema de progressão e as múltiplas opções de builds seguram muito bem. No geral, é um jogo que me divertiu demais e me deixou sempre querendo “só mais uma tentativa”.
supermassive games acertou muito lançando until dawn.
O jogo pega tudo de melhor do seu antecessor e melhora. O jogo começa mostrando as consequências diretas do primeiro jogo, como os personagem lidam com isso a sua maneira, o que traz uma profundidade maior aos personagens. As areas onde você precisa passar despercebido são maiores, chegando a te dar 2 ou 3 possibilidades de caminhos diferentes. O arsenal dos personagens também aumentou, o que faz com que o jogador tenha mais liberdade criativa para passar pelos guardas, seja de forma furtiva ou tantando eliminá-los.
Um ponto negativo que me incomodou até o final do jogo são as batalhas. Os inimigos são claramente mais fortes do que os protagonistas o que me deu uma sensação de desvantagem, me fazendo procurar outras formas de passar por eles sem enfrentá-los, o problema é que em algumas partes da campanha você é obrigado a enfrentar alguns inimigos ao mesmo tempo, e como os controles do jogo são mais durões, o combate acaba ficando mais difícil do que deveria, me frustando algumas vezes.
Os puzzles são legais, bem pensados, principalmente aqueles que envolvem os ratos.
A ambientação ta incrível! Assim que abri o jogo fiquei encantado como ele é bonito.
A história é bem maior do que a primeira e te prende do começo ao fim.
Se você gostou do primeiro ou quer uma experiencia bem parecia com Helblade, A Plague Tale: Requiem é pra você.
Joguei no Xbox Series S
Curti demais a história, os personagens e gameplay, recomendo muito!
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