The Legend of Zelda: Ocarina of Time e a história até o 3D
Veja como exploração, combate e quebra-cabeças evoluíram dos primeiros jogos até Ocarina
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Veja como exploração, combate e quebra-cabeças evoluíram dos primeiros jogos até Ocarina
3.124 guias de 103 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
75 guias
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15 guias
925 reviews escritas por 140 jogadores.
impecável. o jogo inteiro é impecável. personagens, história, gameplay. finalizaria e jogaria de novo todos os dias se eu pudesse.
Muita corrida, muita falcatrua e se tiver na minha frente vai tomar casco na cabeça!
* HADES *
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Sem dúvida é um dos melhores, talvez o melhor roguelike que já joguei na minha vida, HADES acerta tanto que achei melhor listar suas qualidades :
- Gameplay extremamente fluida e viciante com um forte fator replay, na maioria das vezes eliminando chances de "rage quit" com diversos caminhos, builds, armas, inimigos e chefes
- Artes e animações impecáveis se encaixando quase que perfeitamente com a proposta e ambientação do jogo
- Dublagem excepcional para cada personagem
- História muito bem desenvolvida e aplicada na gameplay, despertando curiosidade no jogador e o incentivando a finalizar diversas vezes até chegar em sua conclusão
Indiscutivelmente, HADES é uma obra prima, um dos poucos jogos que realmente valem seu preço cheio. Não presenciei nenhum tipo de bug ou crash, o que era pra ser o mínimo e hoje em dia se tornou algo raro e admirável.
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| 10 |
A Way Out
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Se você está procurando um bom jogo cooperativo para jogar com um amigo, familiar, ou outra pessoa, A Way Out é uma excelente escolha e ainda traz a nostalgia das telas divididas.
O jogo tem um grande foco na narrativa, onde dois jogadores assumem os papéis de Leo e Vincent, prisioneiros que se unem para escapar da prisão e resolver questões pessoais ligadas às suas vidas fora dela. Leo e Vincent têm personalidades e abordagens distintas, o que influencia bastante o desenrolar da história. Ambos os personagens são carismáticos, e a campanha proporciona diversos momentos bem-humorados, tensos e até mesmo reviravoltas que podem agradar ou desagradar os jogadores.
A gameplay de A Way Out é projetada exclusivamente para o modo cooperativo, sendo impossível jogar sozinho. A mecânica do jogo gira em torno da colaboração entre dois jogadores, seja em tela dividida local ou online. A jogabilidade é profundamente conectada à história, e cada seção apresenta desafios que refletem os temas narrativos. Mesmo com mecânicas simples e desafios pouco complexos, o jogo brilha ao oferecer uma jornada única, feita para ser compartilhada.
A campanha tem duração de 6 a 7 horas e não justifica o preço cheio de R$ 89,00. No entanto, em promoção, vale muito a pena dar uma chance ao game.
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8.2
Nota 7.
Não vou mentir, foi meio decepcionante.
Até tem seus momentos surpreendentes, sinceros e legais. Mas ao mesmo tempo tem uns fillers, diálogos fracos aqui e ali e tbm personagens novos esquecíveis.
O capítulo final é abaixo, sem clima nenhum.
De positivo tem o gráfico q melhorou em comparação a 2° temporada, mesmo com bugs.
Enfim, uma temporada semi decente e o que mais me empolga é saber que a Temporada Final foca na Clem!
Clementine deve ser Top 10 personagens mais bem escritas dos videogames.
Slay the Spire me fisgou desde o primeiro combate. A mistura de construção de deck com escolhas de caminho no mapa e relics imprevisíveis deixa cada partida única — às vezes você monta uma sinergia absurda, outras vezes é só improviso mesmo. O combate é simples de aprender, mas rende decisões táticas interessantes, especialmente contra chefes e encontros que forçam você a repensar sua estratégia na hora.
Os personagens têm identidades próprias e as cartas/vantagens vão abrindo possibilidades muito boas conforme você vai desbloqueando itens e runas. A progressão por ascensões dá um senso de objetivo a longo prazo, e o jogo recompensa quem aprende a lidar com risco e RNG. Só achei que, em algumas runs, a aleatoriedade pode engolir a sua estratégia e deixar uma sensação de frustração quando um bom combo nunca aparece.
Visualmente é simples, a trilha sonora casa bem com o ritmo e tudo funciona com fluidez. Se você curte roguelike com foco em decisões e construção de deck, é uma experiência viciante.
Me diverti muito com esse jogo.
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