Grand Theft Auto VI: suor vai variar com o esforço dos personagens
Jason e Lucia suarão mais ao dançar com vigor em uma boate
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Jason e Lucia suarão mais ao dançar com vigor em uma boate
2.975 guias de 95 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
74 guias
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
Fui jogar achando que o hype era alto demais pra ser verdade, mas mesmo com algumas críticas, a verdade é que o jogo me conquistou. (Sem spoilers – pode ler tranquilo antes de comprar.)
Vamos aos destaques positivos primeiro, que felizmente são a maior parte da experiência:
A trilha sonora é simplesmente espetacular.
É uma composição rica, criativa, que transita entre diferentes estilos com elegância. Os vocais da Alice Dupont-Pecier são lindos e emocionantes, trazendo vida e profundidade à ambientação do jogo. E a participação do Victor Borba (conhecido por DMC5) também ficou sensacional.
A história é envolvente e cheia de reviravoltas.
Logo no final do primeiro ato, um plot twist me pegou completamente desprevenido — foi aí que percebi que Expedition 33 queria fazer algo diferente. Em vez de seguir os clichês que a gente já espera dos RPGs, o jogo opta por um enredo mais ousado e misterioso, sem entregar todas as respostas de imediato. Quando tudo se encaixa no final, a sensação de recompensa é enorme.
Os personagens são bem construídos e únicos.
Nada de vilão caricato ou herói sem profundidade aqui. O destaque vai para as personagens femininas, que têm camadas e desenvolvimento que raramente vemos em RPGs. Todo mundo nesse universo tem suas cicatrizes, mas o jogo lida com isso de maneira sincera, sem cair no drama exagerado.
O combate é excelente e exige habilidade.
A inspiração em Lost Odyssey é clara, principalmente nos elementos de batalha por turnos com interações em tempo real. O sistema de defesa com "parry" e esquiva traz um dinamismo raro nesse tipo de jogo, e recompensa quem joga bem. Cada personagem tem um estilo bem definido, e há muitas possibilidades de customização.
Agora, algumas críticas para equilibrar:
O design de níveis às vezes atrapalha.
Embora as lamparinas que indicam o caminho sejam criativas, faltou um mapa em várias áreas. A câmera também se reposiciona toda vez após um combate, o que deixa tudo ainda mais confuso em locais parecidos. A justificativa no lore não me convenceu – se há diários espalhados por expedições antigas, por que não mapas?
Viajar pode ser cansativo.
O sistema de fast travel demora demais pra ser liberado. Em vários momentos, precisei correr por vários minutos só pra voltar a um ponto anterior. Também não dá pra usar o fast travel direto no mapa do mundo, nem voltar a ele com facilidade até bem tarde na campanha. E pra fazer upgrade nos equipamentos, é necessário acampar – o que exige que você volte manualmente ao ponto de entrada da área.
O final do Ato 2 é corrido demais.
Uma quantidade enorme de informação é despejada de uma vez só, o que deixa difícil acompanhar tudo. Seria ótimo se houvesse um recurso no menu para revisar os eventos e informações da história, como vemos em alguns outros RPGs, tipo Final Fantasy XVI.
Esses pontos negativos não estragam o jogo, mas pequenas melhorias de qualidade de vida — quem sabe em um patch ou edição atualizada — poderiam deixá-lo ainda mais próximo da perfeição.
Resumo da ópera? Expedition 33 é um baita RPG. Tem tudo pra influenciar tanto futuros títulos quanto aqueles antigos aos quais voltamos com carinho. Visualmente impressionante, com jogabilidade afiada e uma trilha sonora marcante, é incrível saber que tudo isso foi feito por uma equipe de apenas 30 pessoas, com um preço mais acessível que o normal.
Se ele vai ser lembrado por anos ou sumir com o tempo, só saberemos depois. Mas pra quem curte RPGs com personalidade, eu recomendo fortemente dar uma chance.
Devil may cry 5 foi meu primeiro contado com a serie, que procurando fundo se tornou minha franquia favorita não só da capcom, mas de meus melhores gostos
A historia por mais que se passe em um dia, é legal o desenrolar dela, sendo algo "maduro" pro padroes da serie
(Spoiler: Como V, a parte humana de vergil se questionado sobre o que fez, que toda essa buscar por poder era util, coisa que vergil fez por praticamente toda serie, reconhecendo suas atitudes)
A jogabilidade com nero e sua devil breakers é muito sastifatoria usada da maneira correta
E o dante tem uns dos melhores desings de hack in slash em toda essa categoria, golpes que um novato pode jogar, e combos que um veterano pode mandar haver
Esse jogo por mais que tenha seus erros como: cenarios mais simples, linheares, sem muita alma, ou o fato que mais me pesa, eles terem um mutliplayer e não aproveitarem
Seria incrivel um devil may cry realmente co-op, os combos ou ate um versus
Mas mesmo com esses erros, devil may cry 5 foi um jogo que mudou a minha vida, foi maravilhoso joga-lo em live com as pessoas que eu amo, fiquei feliz em mostrar a minha namorada e serie, e comprei todos os jogos no natal re-trassado
Obrigado, devil may cry
Nota 8,5.
Os gráficos são charmosos, a gameplay variada (pra um jogo de Lego), a trilha dos filmes tá aqui, o plot é legalzinho e jogando em Coop é melhor ainda.
Só tem uns probleminhas. Tem poucos trajes pro Batman e Robin. O telejornal que passa no meio das missões é desnecessário que só. A batalha final dá uma enrolada foda. E o jogo é curtinho.
Enfim, um Lego que me surpreendeu e se tornou bem melhor que o antecessor. Mais variado e bonito.
Um Tomb Raider que se propõe a fazer algo novo e cumpre com esse objetivo
Obra de arte.
Excelente jogo, mas que acabei me arrastando pra acabar.
Positivos: gráficos (pra época), jogabilidade, ambientação, linear só q com escolha de tarefas, armas, gore.
Negativos: sistema de save é um lixo mal planejado, chefões do jogo se repetem muito e são fracos, o jogo fica repetitivo, pro final vc fica lotado de item de cura e munição e a história é legal 5% do tempo, no resto é irrelevante e só serve pra te marcar objetivo pra fazer.
Enfim, é bem bacana, porém não caiu tanto no meu gosto. Agora q joguei, prefiro mais o 2.
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