Metaphor: ReFantazio: demo de prólogo chega ao Switch 2
A demo traz os quatro primeiros calabouços e permite transferir o progresso
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2.957 guias de 94 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
74 guias
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
Não é meu Mario Kart preferido mas jogo até hoje.
Nota 8,5.
Gráficos incríveis, jogabilidade mais fluída ainda e cenários lindíssimos.
Só a história é bem qualquer coisa, os diálogos caem um pouco pra "piadas marvel" em alguns momentos e os novos personagens não têm nem metade do carisma dos antigos
Enfim, muito gostoso de jogar e essa franquia de um mês pra cá entrou pra minha lista de franquias favoritas dos games. Eu não esperava gostar tanto, antes disso tudo eu só tinha zerado o primeiro lá na época da pandemia. Aí zero agr o 2, 3 e 4 num tempo recorde de tão viciado q fiquei.
*Alan Wake*
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Antes de tudo, gostaria de ressaltar que sou um player novo em Alan Wake, então não é uma análise de quem foi marcado pelo game na época. Infelizmente eu cometi o erro de ignorar o jogo na época em que eu tinha XB360 e só agora (após o lançamento de Alan Wake 2) resolvi jogar o game e aqui vai minha opinião/experiência
O jogo possui um enredo complicado de entender, Alan Wake é daqueles jogos que após a finalização, muitas vezes faz o player assistir vídeos de explicação de lore, então vou explicar apenas a ideia base: Alan é um escritor de sucesso que decide tirar férias no Noroeste do Pacífico com sua esposa Alice. Vale ressaltar que a decisão de tirar férias foi tomada por conta de um forte bloqueio criativo enfrentado por Alan.
Durante uma discussão do casal, forças sobrenaturais Raptam Alice e toda a trama do jogo gira entorno de Alan Wake tentando encontrar sua esposa, investigando e enfrentando as forças sobrenaturais obscuras.
Aí você me pergunta, o que tem de “complicado” nessa história? Acontece que o jogo alterna diversas vezes entre diversas realidades, o que confunde a cabeça do jogador em relação ao que é real na história e o que não é, fora que o jogo apresenta outra dimensão chamada “Dark Place”
Alan Wake surpreende sendo um jogo focado em narrativa em pleno 2010, e aposta em uma gameplay diferente de todos os jogos “Survival Horror” nos quais ele se inspira. A arma mais importante do jogo não é uma arma de fogo, muito menos uma arma branca, sua maior arma em Alan Wake é a luz ! E o
Jogo trabalha isso muito bem, pois a luz é tão importante na gameplay quanto no enredo, vou explicar: Os inimigos do jogo possuem um tipo de “escudo” que só pode ser quebrado quando entra em contato com a luz, então sua melhor amiga se chama lanterna, você utiliza a lanterna pra quebrar a proteção dos inimigos e enche eles de chumbo. O jogo possui um arsenal pequeno, porém suficiente para se adaptar a gameplay, alternando entre escopetas, rifles e pistolas.
Lembre-se de que está jogando a versão original (já tem o remake) de um jogo de 2010, obviamente ele é limitado em alguns quesitos:
1 - à movimentação do personagem é bem robótica e não tão fluida
2 - os gráficos são bem limitados, apesar da ótima ambientação que o game oferece
3 - a gameplay pode se tornar repetitiva em alguns casos
4 - a física do jogo pode ser boa pra época, hoje em dia é horrível se comparada com títulos atuais
Então se decidir jogar esta versão e não o remake(não sei o quais são as melhorias do
Remake), esteja ciente das limitações do game
Enredo incrível, jogo que marcou muitas pessoas (infelizmente não foi meu caso pois não joguei na época), trilha sonora muito boa, ambientação incrível, gameplay diferenciada e com direito até a medinho kkkkk
Jogaço, vale a pena dar uma chance antes de partir pra sequência, vale seu preço cheio e recebe ótimas promoções durante o ano (aconselho o pacote com o American Nightmare)
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| 9.2 |
É um pacote que reúne em um só jogo o Lego Star Wars: The Video Game (2005) e o Lego Star Wars II: The Original Trilogy (2006), incluindo novos personagens, versões refeitas das fases do Lego Star Wars I incorporando as novas mecânicas do Lego Star Wars II e novas missões.
Reúne o que tem de melhor nos dois jogos, que por sinal são bons!
*Skullgirls 2nd Encore*
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Eu conheci este jogo em agosto deste ano, então não acompanhei toda essa “descaracterização” de que tanto falam por aí. Eu não era fã e nem sequer vi como o jogo era antes, então minha opinião é baseada no JOGO em si, seus defeitos e qualidades. Também não sou um grande entusiasta de jogos de luta no geral; sou aquele jogador casual que de vez em quando joga um MK ou volta para o TKOF. Por isso, Skullgirls foi uma grata surpresa, embora tenha me decepcionado em alguns detalhes.
Já vou esclarecer os dois principais pontos que me incomodaram no jogo:
Eles implementaram uma mecânica no multiplayer que permite jogar com 1 a 3 personagens. Mesmo que você escolha jogar com apenas 1, o seu oponente pode escolher até 3. No entanto, os 3 personagens serão menos "poderosos" que o seu único. Acredito que essa mecânica deixou o jogo muito confuso e retirou boa parte do seu potencial no cenário competitivo.
O segundo ponto é que o jogo já tem poucos personagens, e, ainda por cima, eles têm a cara de pau de cobrar preço de DLC para desbloquear novos personagens. R$ 20,69 por um boneco? Todo jogo de luta que sai hoje em dia parece incompleto... você tem que comprar os "pedaços" do jogo para ter a experiência completa? Sou um grande hater dessa decisão idiota de vender personagens separadamente, como se fossem meros cosméticos.
O jogo traz gráficos 2D desenhados à mão, o que ajuda a criar uma atmosfera bem diferenciada (não entendo tanto ódio pela censura desse jogo, achei que ele ainda tem um FORTE apelo sexual). Os personagens têm muito estilo, e dá para perceber as fortes inspirações em animes e histórias em quadrinhos. As animações são fluidas e detalhadas, com um design memorável, que varia desde personagens engraçados até os mais sombrios.
A jogabilidade traz mecânicas clássicas de jogos de luta combinadas com sistemas modernos, oferecendo um combate rápido e dinâmico, com grande participação de combos, defesas, habilidades e o sistema de cameos (suporte de personagens secundários que você ativa durante as lutas para auxiliar nos combos). A versão também adiciona novos modos, como Survival Mode, Challenge Mode e Trials, que ajudam os jogadores a aprimorar suas habilidades e se desafiarem. Ao longo dos anos, Skullgirls recebeu suporte com patches de balanceamento e ajustes que desagradaram uma boa parte de seus jogadores, principalmente nesta versão 2nd Encore.
No geral, me diverti muito jogando Skullgirls 2nd Encore. Aproveitei bastante o multiplayer, mesmo sem gostar tanto dessa mecânica de escolher até 3 personagens. Os combos do jogo não são complicados de aprender — achei bem mais simples do que em um MK, o que ajudou muito na minha experiência, tanto contra outros jogadores quanto no modo história. Curte jogos de luta ou quer dar uma chance? Recomendo muito este aqui, é extremamente divertido (mas sugiro aguardar uma promoção, já que o conteúdo do jogo não vem completo e alguns personagens só podem ser adquiridos comprando a DLC separadamente, infelizmente).
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8.4
Zerei com minha Duo xD
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