GTA 6: rádios, apresentadores e músicas confirmadas
Confira os artistas que apresentam as rádios e as faixas já divulgadas em diferentes estilos
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2.898 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
[Burnout Legends de PSP]
Nota 8.
Batidas com gráficos e partículas impressionantes pro PSP. Muitos modos de jogos. Músicas ótimas dos anos 2000.
Pena que os mapas se repetem muito e os mundos vão ficando mais e mais curtos.
Ainda assim é um jogo muito divertido.
Legalzinho.
Deu pra matar a saudade. Porém não vale nem fudendo os 230 que cobram nele, considerando a duração e simplicidade.
É um jogo vibes, pra tu jogar ali pra desestressar e passar 20 minutinhos, nada muito além disso. As fases são legais, o jogo tá bonito, a jogabilidade fluída. A trilha tá impecável, tendo até música do choris no meio.
Um dos melhores LEGOs ja feito, tudo aqui funciona perfeitamente na medida, desde a escolha de personagens que é uma das melhores de todos os jogos da LEGO, quanto do seu design e mundo aberto.
Não sei nem por onde começar…
o jogo precisa ser melhorar muito pra ser ruim!
gameplay repetitiva, sound design horrível, platina cansativa pra krl, cenários genéricos, protagonista bem sem sal… e por aí vai
os pontos positivos ficam pela a história que é bem legalzinha (as dlcs que continuam são bem melhor que o jogo base), os gráficos são satisfatórios, amei as skins dos filmes, as animações são legais tbm.
enfim, meu veredito é: NÃO JOGUE!!!!!
vc não ta perdendo nada, vá jogar um Batman Arkham, Spider-Man, Guardiões da galáxia (que é da msm empresa) e até msm os jogos legos de super heróis que são bem melhor!!
Esse jogo traduz bem o que espero de um Xbox. No tentando, vou tirar meio ponto, por fases que poderiam ser melhor trabalhadas, algumas texturas foram esquecidas e essa experiência de estar em um mapa amplo poderia ser melhor trabalhada.
Joguei 99Vidas e adorei a intenção: é um beat ’em up em pixel art que respira nostalgia e traz aquela identidade bem brasileira do podcast. Os personagens têm personalidade e dá gosto ver as referências ao universo gamer nacional — me diverti jogando com mais gente no sofá, funciona bem.
O combate é simples e direto, com batidas que parecem ter peso, mas depois de algumas fases a fórmula fica um pouco repetitiva. Os chefes têm ideias legais, mas senti falta de mais variedade nas mecânicas e a dificuldade às vezes dá uns picos que me irritaram um pouco. Os controles fazem o trabalho, embora em alguns momentos pareçam imprecisos.
Visualmente rola um charme retrô e a trilha combina com o estilo, tem cara de indie feito com cuidado. Não é uma revolução do gênero, mas se você curte pancadaria cooperativa e quer algo com alma brasileira, vale a pena.
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