SILENT HILL: Konami planeja novas levas de jogos após Townfall
Entenda o que a Konami avalia para continuar a franquia, ainda sem anunciar novos jogos
Entenda o que a Konami avalia para continuar a franquia, ainda sem anunciar novos jogos
2.908 guias de 93 jogos: detonados, chefes, colecionáveis, builds e mais.
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921 reviews escritas por 139 jogadores.
Nunca fui muito fã da franquia Halo, sempre preferi Gears of War. Porém dei uma chance pra esse e curti muito a campanha, com momentos de Gameplay que achei épicos.
Vale muito a pena jogar a campanha.
O Multiplayer é muito bom, porém se enrolaram na progressão do Passe de Batalha dele. Depois de um tempo você não se sente progredindo.
Corrigindo isso, ficará top.
Embora o começo do jogo cause uma estranheza, pelo combate de tiro mais duro, sem uma resposta muito boa e menos fluída que os anteriores... Do meio pro final do jogo ele dá uma levantada no ânimo, com umas fases mais criativas e lindas visualmente.
A primeira metade é realmente um dos pontos mais baixos da franquia, pq tirando o interessante flashback da infância do Nathan, todo o resto é sem sal e parece uma enorme introdução arrastada até fazer bico. Tendo um dos seus raros momentos positivos a fase no castelo que é legalzinha.
Não que isso signifique que a segunda metade seja perfeita! Pq tem seus momentos que mais parecia Tech Demo de play 3 do que um jogo, um final viajado q pode afastar alguns e uma resolução envolvendo o segredo final que é apressado.
Dá pra ver claramente que a segunda metade a história é escanteada para dar mais tempo para ação em larga escala. Sendo mais um "A pra B" mesmo. Mas a interação dos personagens carrega muito.
Agora em aspectos técnicos levou ao limite de sua geração, com animação, cores, expressões e atenção a detalhes acima de 99% da indústria de sua respectiva época.
É isso, provavelmente o que eu menos gostei da Trilogia. Porém seus altos são impressionantes e te deixam animados pra até continuar jogando depois do crédito final.
Joguei Breath of the Wild com aquela expectativa meio nostálgica de quem cresceu com Ocarina e A Link to the Past, e o jogo não só honra a essência da série como a reinventa. A sensação de descoberta é intensa: subir uma montanha só pra ver o mapa se abrindo lá embaixo é um prazer que lembrava os bons momentos de exploração dos clássicos, só que ampliado ao infinito.
O mundo reage de forma tão orgânica — física, clima, combustão de ervas com flechas — que dá vontade de testar tudo. As shrines são pequenos laboratórios de ideias, e as batalhas contra as Divine Beasts dão escala sem perder a simplicidade do combate. A trilha sonora é contida, mais ambiente do que tema épico, e funciona bem para manter a atmosfera contemplativa; senti falta às vezes daqueles temas marcantes de Zelda, mas a sutileza combinou com a proposta.
As reclamações existem: a durabilidade das armas é frustrante em vários momentos e as vilas ficam meio vazias, o que empobrece um pouco a narrativa humana. Mesmo assim, a liberdade e o cuidado com o mundo me conquistaram — é um jogo que me fez querer voltar só pra explorar cantos que deixei pra depois.
Um dos jogos que me motivou a comprar um Playstation II.
Um dos melhores jogos do gamecube
Até o mento tá sendo muito divertido, ainda falta um bucado pra virar competição com Smash por exemplo, mais por ser grátis igual brawlhalla porém com gráficos melhores, a chance de ter uma comunidade grande aqui no Brasil é enorme, só o futuro pra dizer no que todo esse potencial se tornou
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