Joguei Dead Cells viciado por algumas noites e gostei demais da combinação de Roguelike com vibe metroidvania. O combate é rápido e responsivo — acerta com espada, atira com arma secundária, rola, aprende a respirar entre golpes. A pixel art é charmosa e a trilha casa bem com a atmosfera, sem fingir ser mais do que é. Curti como cada arma muda seu ritmo de jogo e dá vontade de experimentar tudo.
O sistema de progressão ajuda a não ficar amarrado na frustração: você morre, perde a run, mas volta com desbloqueios que realmente importam. Isso faz o loop ser viciante. Ainda assim, depois de muitas horas algumas áreas e encontros ficam repetitivos e tem golpes meio “puxa-saco” que pegam você desprevenido. Chega a frustrar às vezes, especialmente nos chefes mais nervosos.
No fim, é um jogo que recomendo pra quem gosta de experimentar armas e builds e aceita morrer bastante enquanto aprende. Me diverti muito, senti vontade de continuar tentando, e raramente me pareceu seguro demais ou genérico — tem personalidade. Nota: 4.5