Cara, NieR: Automata me pegou desde os primeiros minutos — o combate é rápido, fluido e surpreendentemente versátil, misturando hack-and-slash com picos de bullet-hell que me deixaram empolgado em várias lutas. Pulei entre estilos de jogo, upgrades e chips com vontade, e os chefes têm momentos realmente épicos; dá aquela sensação de aprender e melhorar a cada encontro.
A história é o que mais me derrubou: começa meio misteriosa e vai ficando cada vez mais pesada e triste, com reviravoltas que me pegaram de surpresa. Os personagens têm química forte e a trilha sonora é simplesmente sensacional — em vários momentos fiquei com o nó na garganta. Tecnicamente o jogo tem um visual bonito e uma ambientação pós-apocalíptica que funciona muito bem, mas alguns sidequests acabam sendo repetitivos e em certos trechos senti um pouco de backtracking desnecessário.
No fim das contas, é uma experiência que vale muito a pena se você curte ação com narrativa densa e vontade de explorar múltiplos finais. Me deixou animado e também meio abalado em partes — justo o tipo de jogo que eu queria jogar.