A comissão de anomalia é curta e pode ser concluída rapidamente por quem sacar a mecânica visual. São três níveis no total, e cada fase adiciona uma camada de dificuldade. A seguir, veja o passo a passo para fechar essa comissão sem depender de tentativa e erro demais.
O Esper Cycle é parte central das mecânicas de combate em NTE, funcionando de forma parecida com reações elementares de outros jogos. Aqui, porém, o foco não é combate: o segredo está em entender como luz e perspectiva interagem com os objetos do cenário. Ajustar a câmera e se posicionar corretamente vai importar mais do que qualquer estatística. Vale testar pequenas mudanças até a sobreposição encaixar de vez.
Como completar a comissão de anomalia em NTE
Para começar a comissão, vá até o sudoeste do Caltrop Lake. No ponto indicado, suba o morro marcado e se aproxime do fantoche perto das pinturas. Você vai encontrar um quadrado vazio que parece feito para encaixar duas portas; esse é o local da interação. Aqui, o foco é manipular a câmera e buscar o ângulo certo para fazer a imagem bater com o cenário.
No primeiro quebra-cabeça, alinhe as portas duplas da pintura dentro da moldura vazia até a sobreposição funcionar. Ajuste o ângulo da câmera até a pintura piscar, que é o sinal de que tudo encaixou. Uma boa dica é ficar do lado esquerdo do cavalete e inclinar a câmera para baixo até ver o efeito. Quando acertar, a passagem abre automaticamente.
Depois de atravessar a abertura, você vai encontrar uma pintura com uma única porta e uma janela voltada para a lua. Volte ao ponto real e tente conectar a porta pintada à porta de verdade atrás do cavalete, formando uma única entrada funcional. O objetivo é fundir pintura e cenário para liberar o caminho. Se a sobreposição estiver correta, a pintura pisca e a porta é destrancada.
O terceiro nível pede mais precisão e também uma fonte de luz para deixar a pintura visível. Comece se aproximando da escrivaninha com a porta minúscula, mas note que o ambiente pode estar escuro demais para enxergar direito. Vire-se para a grande estátua negra e observe o cavalete ao lado, onde há uma luz brilhante aparentemente sem apoio. Você precisa mexer na câmera para fazer essa luz parecer apoiada no tripé atrás do cavalete.
Na prática, o melhor caminho é ficar de frente para o cavalete e inclinar a câmera para baixo até alinhar a borda da pintura com a ponta da cortina vermelha. Quando o alinhamento ficar certo, a cortina quase some e é substituída pela luz necessária. Depois, volte para a porta minúscula e, a partir da direita da escrivaninha, ajuste inclinação e distância até a porta real e a pintada se conectarem. Com esse combo de ângulo e iluminação, o terceiro quebra-cabeça se resolve.
Saia pela nova porta dupla criada para encerrar a comissão de anomalia. Aqui, o processo depende muito mais de perspectiva do que de interação complexa, então paciência e pequenos ajustes na câmera são essenciais. Se alguma etapa não funcionar, mude um pouco a distância e a inclinação até a pintura piscar. Ao concluir os três níveis, você recebe a recompensa ligada à anomalia.
Esses desafios de sobreposição visual fogem do padrão comum dos puzzles de NTE e exigem uma leitura atenta do cenário. Quem domina a movimentação da câmera e usa pontos de referência no ambiente leva vantagem nas próximas tentativas. Fique de olho em iluminação, bordas das cortinas e no posicionamento do cavalete para acelerar a solução. Com um pouco de prática, essa comissão vira uma tarefa rápida durante a exploração do mapa.